Vou pulando pelos telhados dos meus mundos e levando comigo uma dúvida: de que mundo é?
Uma dúvida que exige um esquema, que necessita de outras dúvidas como, onde nasceu, quem criou, e por que?
Compatibilidade é o assunto tratado.
Não sabemos quem a inventou, onde ela nasceu, e por que ela existe, mas sabemos que veio de algum mundo e que esse mundo deve no mínimo conter um pedacinho de cada outro mundo. E isso pode ser/deve ser recebido e enviado como fato, pois se não conter então não seria compatível.
A compatibilidade confunde.
Algumas pessoas são compatíveis à outras pessoas, mas não é preciso gostar delas, nem mesmo se quer, conhecê-las, é preciso apenas dispor-se.
Porém o meu caso, é um caso raro; eu conheço, eu gosto, eu me disponho e eu me aconchego; coisa que nem sempre é possível.
É diferente; completo; seguro; flexível; aberto; e sensível; é composto de tudo isso e mais um pouco.
A palavra compatível é usada de diversas formas, por diversas pessoas em diversas frases; mas nada pode superá-la quando colocada para descrever um início. Porque quando há compatibilidade no ínicio o meio tende a ser natural e o fim é quase que impresível o que torna tudo mais mágico e o que faz com que tudo exiga muita imaginação.
É algo que mesmo seguro, não afirma claramente nada. Apenas se mostra compatível, distante de um sentimento imenso mas perto, muito perto de uma amizade verdadeira.
Eu não sei de que mundo é. Eu não sei se é coisa colocada por elfos, duendes e fadas. Mas eu sei que é único.Que é novo, e que é absolutamente bom.
terça-feira, 26 de fevereiro de 2008
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