Parte da minha vida é muito pouco...
Parte da minha existência é quase lá...
Vida é perfeito...
Inexplicável é sensato...
Real parece sonho.
'...alguém disposto a construir um romance, dure quanto tempo durar...' pra brindar o infinito de nós dois!
sábado, 30 de agosto de 2008
quinta-feira, 28 de agosto de 2008
Acorda!
- Hey, você pode me alcançar a caneta?
- ...
- Alôô! Me alcança a caneta?
- Hum? Que?
- A caneta!
- Bonita né...
- Me alcança!
- Ah sim, claro que eu já ia alcançar...
- Arran sei, você tá tão... distraída hoje...
- É.. eu sei.
- Huuuuuuuum, e por que hein?
- Quê? Ah, hum, não sei...
- Sei, sei, sei...
- É verdade! Eu tô tão... Tranquila...
- Só não se machuque se isso que tá te deixando tranquila não acontecer como você espera.
- A questão é justamente essa; eu não estou esperando nada *-* E eu adoro quando isso acontece, porque eu me sinto, leve, tranquila, bem entende? *-*
- Arran, mágico :}
- ...
- Alôô! Me alcança a caneta?
- Hum? Que?
- A caneta!
- Bonita né...
- Me alcança!
- Ah sim, claro que eu já ia alcançar...
- Arran sei, você tá tão... distraída hoje...
- É.. eu sei.
- Huuuuuuuum, e por que hein?
- Quê? Ah, hum, não sei...
- Sei, sei, sei...
- É verdade! Eu tô tão... Tranquila...
- Só não se machuque se isso que tá te deixando tranquila não acontecer como você espera.
- A questão é justamente essa; eu não estou esperando nada *-* E eu adoro quando isso acontece, porque eu me sinto, leve, tranquila, bem entende? *-*
- Arran, mágico :}
domingo, 24 de agosto de 2008
Dia de domingo.
Não via a hora de voltar para casa. De fato, como havia pensado antes de sair, não deveria ter saído da cama quentinha, que a acolhia com todo o carinho, amor e atenção que naquele domingo nostalgico, ela necessitava.
Estava cansada, mal conseguia se mexer na cama logo que deitou na noite passada; passara o dia anterior todo, correndo para lá, correndo para cá, não parou. As poucas vezes que sentou, logo era obrigada a levantar, sorrir, caminhar, e desejar a todos os presentes, um bom chá. O dia havia sido cansativo, seus pés pediam impacientemente por um confortável par de meias e o resto do corpo, somente por um banho quentinho e um pijama, contudo, tudo valeu a pena, muitos elogios e mais do que isso, contratos quase foram selados; ontem, ela estava bem.
A culpa não é do dia, não é do céu acizentado, da temperatura fria; muito pelo contrário, domingo's acizentados e gelados, muito a agradavam, a culpa era de um nobre rapaz, que sem muito esforço conseguiu terminar com o pouco de entusiasmo que nela havia.
Por segundos, ela tentou não vê-lo, tentou despistá-lo, mas quando sozinha ficou no mesmo ambiente em que ele estava, e nem em sua cara ele se dignou a olhar, sentiu um breve aperto no peito, pediu a chave do carro para seu pai, e foi se deitar. Não conseguiu pegar no sono, porque o vento gelado avisa a ela que ela deveria ao menos comprimentá-lo, afinal, poderia ser este o motivo de tantos olhares desencontrados; bem, levantou-se, já nem sentia tanta dor nas costas com a qual chegara, calçou o tênis, fechou as janelas, trancou as portas e dirigiu-se lentamente até onde o rapaz se encontrava; sentia um pouco de dor na cabeça, mas com fé em si mesma, acreditava que logo passaria. Chegou lá e ele mais uma vez não olhou em seus olhos, pensou consigo que ele poderia estar chateado, disfarçadamente foi para trás do moço, e com um anel de latinha, um pedacinho de madeira e uma pedrinha, tentou chamar a atenção do garoto:
- Ô tentação!
- Você não fala comigo... 8-)
- Não falo mesmo.
Bem, como pode mais uma vez sentir, ele não estava ali para ela, ele não tinha como objetivo se quer ser simpático; tudo bem, ela sabe que anteriormente havia desviado ele, mas já não tinha certeza se aquilo era porque ele havia percebido, ou se era porque ele tinha o objetivo de impressionar outras pessoas. Não desistiu, tentou começar alguns assuntos dos quais foram discretamente terminados antes mesmo do inicio, sorriu delicadamente, piscou algumas vezes, virou-se em outras, e quando ele finalmente saiu de onde estava, ela tomou seu rumo, comeu alguma coisa, observou o quão feliz ele aparentava sem ela por perto, com quem realmente o idolatrava, respirou fundo, e voltou para casa.
Estava cansada, mal conseguia se mexer na cama logo que deitou na noite passada; passara o dia anterior todo, correndo para lá, correndo para cá, não parou. As poucas vezes que sentou, logo era obrigada a levantar, sorrir, caminhar, e desejar a todos os presentes, um bom chá. O dia havia sido cansativo, seus pés pediam impacientemente por um confortável par de meias e o resto do corpo, somente por um banho quentinho e um pijama, contudo, tudo valeu a pena, muitos elogios e mais do que isso, contratos quase foram selados; ontem, ela estava bem.
A culpa não é do dia, não é do céu acizentado, da temperatura fria; muito pelo contrário, domingo's acizentados e gelados, muito a agradavam, a culpa era de um nobre rapaz, que sem muito esforço conseguiu terminar com o pouco de entusiasmo que nela havia.
Por segundos, ela tentou não vê-lo, tentou despistá-lo, mas quando sozinha ficou no mesmo ambiente em que ele estava, e nem em sua cara ele se dignou a olhar, sentiu um breve aperto no peito, pediu a chave do carro para seu pai, e foi se deitar. Não conseguiu pegar no sono, porque o vento gelado avisa a ela que ela deveria ao menos comprimentá-lo, afinal, poderia ser este o motivo de tantos olhares desencontrados; bem, levantou-se, já nem sentia tanta dor nas costas com a qual chegara, calçou o tênis, fechou as janelas, trancou as portas e dirigiu-se lentamente até onde o rapaz se encontrava; sentia um pouco de dor na cabeça, mas com fé em si mesma, acreditava que logo passaria. Chegou lá e ele mais uma vez não olhou em seus olhos, pensou consigo que ele poderia estar chateado, disfarçadamente foi para trás do moço, e com um anel de latinha, um pedacinho de madeira e uma pedrinha, tentou chamar a atenção do garoto:
- Ô tentação!
- Você não fala comigo... 8-)
- Não falo mesmo.
Bem, como pode mais uma vez sentir, ele não estava ali para ela, ele não tinha como objetivo se quer ser simpático; tudo bem, ela sabe que anteriormente havia desviado ele, mas já não tinha certeza se aquilo era porque ele havia percebido, ou se era porque ele tinha o objetivo de impressionar outras pessoas. Não desistiu, tentou começar alguns assuntos dos quais foram discretamente terminados antes mesmo do inicio, sorriu delicadamente, piscou algumas vezes, virou-se em outras, e quando ele finalmente saiu de onde estava, ela tomou seu rumo, comeu alguma coisa, observou o quão feliz ele aparentava sem ela por perto, com quem realmente o idolatrava, respirou fundo, e voltou para casa.
terça-feira, 19 de agosto de 2008
*-*
E sentada em um dos últimos bancos do ônibus que circulava sempre pela cidade, ela se deparava com o reflexo de suas mãos e seu rosto na janela; tentava distraír-se, pensar em algo que não fosse aquele dia, mas não conseguia, a emoção que sentia, era absolutamente única e parecia que por instantes aquele reflexo na janela era capaz de falar com ela.
Sentia-se bem. Não via a hora de descer no ponto próximo a sua casa e então caminhar, caminhar, caminhar... Antes, havia pensado em ir para casa caminhando, pois a sua tarde tinha sido tão bela que tudo o que ela desejava ao fim dela, era ficar mais um pouco, aproveitar até o último segundo; definitivamente, a cada momento que passava ao lado daquelas pessoas guardava dentro de si a certeza de que eles haviam chego em sua vida para transformá-la.
Ontem, parecia muito longe. Toda aquela descepção, aquela dor, aquela enxaqueca, havia desaparecido; não entendia muito bem porque mas sabia que aqueles anjos estavam envolvidos. Tinha todos os motivos do mudo para não estar bem, digamos que aos poucos as coisas até pareciam se ajeitar de um lado, mas de qualquer forma, dizer que a sua vida estava uma confusão parecia resumí-la, e ela gosta das coisas resumidas, coisas e pessoas objetivas, também atraem a atenção dela; mas este, não é caso; não importa se a sua família está em crise, se a sua vida amorosa está uma confusão; as pessoas com que ela passou a tarde, fazem-a esquecer desses pequenos detalhes, que quando ela está sozinha tornam-se grande motivos para enormes questionamentos.
Enfim, a calça do uniforme do colégio pinicava, a música que tocava pelo mp3 era meio triste, mas mesmo assim em seus lábios havia um sorriso; não um sorriso exagerado, amendrotado, falso, inventado, nem perto disso! Era um sorriso sincero, singelo, looooongo que parecia que nunca mais iria sair dali, que dava a sensação de que dali pra frente poderia acontecer qualquer coisa, que ele se manteria vivo dentro dela.
Há muito tempo ela descobriu que estes eram seus amigos; mas somente hoje, ela permetiu que seu coração quase saísse pela boca com algumas gargalhadas e somente hoje, ela se deu conta, que não é amigos que ela tem; são jóias; cada uma com um desenho, com um valor, com uma importância; com um efeito; mas todas elas, absolutamente essencias para sua existência; só hoje ela percebeu que são eles, aqueles que mesmo que um dia ela chegue a perder o contato, ela vai guardar pra sempre, dentro de um livro; o livro da sua vida, que ela fará questão de ler para seus filhos, netos, bisnetos e assim por diante.
Sentia-se bem. Não via a hora de descer no ponto próximo a sua casa e então caminhar, caminhar, caminhar... Antes, havia pensado em ir para casa caminhando, pois a sua tarde tinha sido tão bela que tudo o que ela desejava ao fim dela, era ficar mais um pouco, aproveitar até o último segundo; definitivamente, a cada momento que passava ao lado daquelas pessoas guardava dentro de si a certeza de que eles haviam chego em sua vida para transformá-la.
Ontem, parecia muito longe. Toda aquela descepção, aquela dor, aquela enxaqueca, havia desaparecido; não entendia muito bem porque mas sabia que aqueles anjos estavam envolvidos. Tinha todos os motivos do mudo para não estar bem, digamos que aos poucos as coisas até pareciam se ajeitar de um lado, mas de qualquer forma, dizer que a sua vida estava uma confusão parecia resumí-la, e ela gosta das coisas resumidas, coisas e pessoas objetivas, também atraem a atenção dela; mas este, não é caso; não importa se a sua família está em crise, se a sua vida amorosa está uma confusão; as pessoas com que ela passou a tarde, fazem-a esquecer desses pequenos detalhes, que quando ela está sozinha tornam-se grande motivos para enormes questionamentos.
Enfim, a calça do uniforme do colégio pinicava, a música que tocava pelo mp3 era meio triste, mas mesmo assim em seus lábios havia um sorriso; não um sorriso exagerado, amendrotado, falso, inventado, nem perto disso! Era um sorriso sincero, singelo, looooongo que parecia que nunca mais iria sair dali, que dava a sensação de que dali pra frente poderia acontecer qualquer coisa, que ele se manteria vivo dentro dela.
Há muito tempo ela descobriu que estes eram seus amigos; mas somente hoje, ela permetiu que seu coração quase saísse pela boca com algumas gargalhadas e somente hoje, ela se deu conta, que não é amigos que ela tem; são jóias; cada uma com um desenho, com um valor, com uma importância; com um efeito; mas todas elas, absolutamente essencias para sua existência; só hoje ela percebeu que são eles, aqueles que mesmo que um dia ela chegue a perder o contato, ela vai guardar pra sempre, dentro de um livro; o livro da sua vida, que ela fará questão de ler para seus filhos, netos, bisnetos e assim por diante.
sexta-feira, 15 de agosto de 2008
Brasil, mostra a tua cara!
Sabe, todas as pessoas, todas mesmo, reclamam do Brasil, inclusive eu. Sempre que não encontro o filme que quero disponível na locadora, quando percebo que os preços das coisas aumentaram no supermercado, quando a conta da água ou da luz vem muito alta, quando assisto ao jornal nacional, ou só quando me disponho a ler reportagens do jornal da minha cidade, acabo reclamando um pouco do Brasil.
E se somente eu e as demais pessoas reclamássemos, acho que não seria tão ruim, mas pior que isso é ver e ouvir que vamos além... Não só não nos contentamos com o que temos, como também, além de inverjamos países super-desenvolvidos, os criticamos.
Tá certo que muitos deles, conseguiram tudo o que tem de formas erradas; que muitos mataram milhares de pessoas e assim por diante, mas eu pergunto: O que nós estamos fazendo com o Brasil, não é a mesma coisa?
Eu sei que grande parte das pessoas que lêem meu blog, nunca mataram alguém, eu também nunca matei alguém, mas há vários jeitos de matar pessoas; e por mais que não tenhamos tomado uma arma na mão, mirado em alguém e por fim atirado no mesmo, nós permitimos que as outras pessoas façam isso. Como? Simples. Nós vivemos preocupados com o que a polícia municipal, estadual e federal, faz e deixa de fazer; nós vivemos preocupados com o que os políticos de perto e de longe fazem e deixam de fazer; mas nós não fazemos nada além de nos preocuparmos; ah sim, ainda tem aqueles que choram junto ao televisor quando vêem que alguma criança foi morta covardemente, mas eu pergunto: O que mais vocês fazem além de lamentar? Não estou defendendo eles, de modo algum, mas eu estou analisando a situação de fora, porque como diz o velho ditado, 'falar é fácil, já fazer...'
Os outros países podem ter conseguido tudo de formas erradas sim, mas eu quero saber, quem já morou em um só deles para poder falar tão mal deles, quanto falam. Eles podem ter problemas, eles devem ter problemas, mas seriam problemas tão rídiculos quanto os nossos? Sabe, eu sei que fome é algo complicado; eu sei que existem milhares de pessoas que passam fome todos os dias, eu sei que eu nunca passei fome, mas seria por isso que eu deveria apoiar o presidente em suas 'promoções' em favor a fome? Se elas realmente resolvessem definitivamente os problemas, eu até teria motivos, mas você apoia alguém sem confiar nesta pessoa? A culpa não é da presidência do Brasil, é do cara que senta na cadeira de presidente e que só se preocupa em prometer coisas vagas, que estimulam a preguiça das pessoas e muitas vezes até a ganância delas. Ele o presidente, seja o atual ou não, deveria se preocupar em conquistar a confiança das pessoas de outros modos além de promessas que são levadas adiante até a segunda semana após a eleição.
Você aí! Você acha todos aqueles caras que trabalham no senado gananciosos? Acha? Eu também! Mas agora me diz, você joga na mega-sena? Eu já joguei, uma ou duas vezes, mas aí eu acabei por cair na real sob uma coisa; é ganância. Tem lá, um prêmio de sei lá quantos milhões ou bilhões, que uma pessoa sozinha vai ganhar; e quem saber onde tá o erro? O erro é que a pessoa que vai ganhar é humana, e assim que ela colocar as mãos nos milhões ou bilhões, por mais sensata que ela tenha sido até o momento, ela vai esquecer de tudo; e de duas uma: ou ela vai torrar tudo de uma vez só sozinha, ou ela vai sair promovendo generosidade e vai acabar por gastar tudo da mesma forma; e mesmo que ela invista bem, ela jamais vai pensar em resolver qualquer problema nacional com o dinheiro; e a culpa nem é dela; é do costume de que 'políticos são corruptos e meu dinheiro vai todo para eles', e ainda houvesse 0,1% de chances de que o dinheiro que esta pessoa viria a dar para resolver um problema nacional fosse mesmo direcionado para o que ela pretendia, tudo bem, mas não, tanto a pessoa, quantos nós sabemos que pelo menos um, dos que trabalham lá vão desviar esse dinheiro, e isso minha gente, infelizmente não é pessimismo, não é falta de fé, não é falta de esperança, é vergonha, é costume, é fato.
O que mais me assusta ainda é a geração de adolescente altamente influenciáveis. Vivem criticando as empresas externas, vivem criticando terroristas e sempre querem ser heróis, mas não passam de meros adolescentes, que não tem cultura, que não tem força, que não tem voz, que só sabem desvalorizar seus pais para 'curtir a vida'. Quem sou eu pra dizer isso? Uma adolescente que até pouco tempo atrás, não se preocupava em respeitar os pais, muito menos em dar satisfações sobre as coisas que fazia, mas eu estou crescendo e sem querer acabei por ver as coisas de um ooooutro ângulo. E o que você adolescente deve estar pensando agora? Fácil. Antes de ler a minha crítica que te atinge, você estava achando o texto ótimo, com certeza, pensou até me copia-lo, mas eu critiquei você, eu me critiquei, então o texto agora é lixo. Mas posso lembrá-lo de uma coisa? Não foi a coca-cola que teve uma relação sexual com a nike e que deu origem a você, foi seu pai que teve uma relação com a sua mãe e que por ventura deu origem a você criatura. Careta isso né? Demais! Mas quem disse que o careta é errado, e por que o careta é tão criticado? Só por que é careta? [...] Sabe, você nasceu de sexo. E você garoto de 16 anos cheio de hormônios que sempre quando os pais da sua namorada ou ficante sai de casa tenta seduzi-la, também nasceu de sexo. Divertido né? Uhum, você nasceu de uma união que a tempos era constituída principalmente de amor, mas que nunca deixou a diversão de lado, sabia? Foi no meio de uma diversão amorosa que você nasceu, mas isso não lhe dá o direito de deixar o amor de lado e fazer só o que é divertido, assim, como isso também não lhe dá o direito de se divertir faltando com a educação perante a seus pais, porque um dia você vai ter filhos, e eu se fosse você, começaria a pensar em que histórias seus pais vão contar sobre você para eles, porque sinceramente, eu não queria ser filha de um desses garotos que se diverte em raves, raxas e demais babaquísses. Meu, agora sim isso foi careta! Pensou você. Não foi não; não pelo motivo por qual escrevi, mas sim pelo motivo por qual você pensou. Você deve ter pensado: Essa garota é doida, não aproveita a vida! Aproveitar a vida meus caros colegas, não é ir em rave beber, cair e levantar, beijar na boca e sair dirigindo o carro que você pegou escondido dos seus pais noite passada e que com você no volante é o mesmo que o atestado de óbito de pessoas que muitas vezes estão indo 'dar uma volta'. Não critico as raves, critico os bocós que vão nelas; mas eles não são bocós porque vão nelas; são bocós porque fazem delas um puteiro. Sabe, eu não vejo dificuldade em estudar, respeitar e me divertir, tudo ao mesmo tempo. Não vejo mesmo! Vejo a preguiça às vezes, mas não vejo o pouco caso, a insensatez e a babaquísse. E você deveria começar a se livrar dessas coisas um pouco, e começar a analisar as coisas por outros ângulos, antes que você seja uma coisa para ser analisada.
Isso aqui, não é um texto com o intuíto de revoltar alguém, muito menos de criar conflitos, é só um desabafo perante a uma situação ridícula; que foi aqueles trotes que os bandidos passam de dentro do presídio, e que por acaso, 'ninguém sabe como eles conseguem'.
Enquanto nós, povo do Brasil, não admitirmos que temos SIM errado MUITO, nada nesse país vai mudar. Enquanto a justiça, não for feita com JUSTIÇA e não com suborno, nada nesse país vai mudar. Enquanto nós, taparmos os olhos para o que de ruim aqui acontece, nada nesse país vai mudar. E enquanto nós nos calarmos perante as crueldades que todos os dias temos de assistir nos noticiários, nada nesse país vai mudar.
Que sejamos rebeldes com causa; e que levemos a causa por menor que seja, a sério.
BRASIL, MOSTRA A TUA CARA!
E se somente eu e as demais pessoas reclamássemos, acho que não seria tão ruim, mas pior que isso é ver e ouvir que vamos além... Não só não nos contentamos com o que temos, como também, além de inverjamos países super-desenvolvidos, os criticamos.
Tá certo que muitos deles, conseguiram tudo o que tem de formas erradas; que muitos mataram milhares de pessoas e assim por diante, mas eu pergunto: O que nós estamos fazendo com o Brasil, não é a mesma coisa?
Eu sei que grande parte das pessoas que lêem meu blog, nunca mataram alguém, eu também nunca matei alguém, mas há vários jeitos de matar pessoas; e por mais que não tenhamos tomado uma arma na mão, mirado em alguém e por fim atirado no mesmo, nós permitimos que as outras pessoas façam isso. Como? Simples. Nós vivemos preocupados com o que a polícia municipal, estadual e federal, faz e deixa de fazer; nós vivemos preocupados com o que os políticos de perto e de longe fazem e deixam de fazer; mas nós não fazemos nada além de nos preocuparmos; ah sim, ainda tem aqueles que choram junto ao televisor quando vêem que alguma criança foi morta covardemente, mas eu pergunto: O que mais vocês fazem além de lamentar? Não estou defendendo eles, de modo algum, mas eu estou analisando a situação de fora, porque como diz o velho ditado, 'falar é fácil, já fazer...'
Os outros países podem ter conseguido tudo de formas erradas sim, mas eu quero saber, quem já morou em um só deles para poder falar tão mal deles, quanto falam. Eles podem ter problemas, eles devem ter problemas, mas seriam problemas tão rídiculos quanto os nossos? Sabe, eu sei que fome é algo complicado; eu sei que existem milhares de pessoas que passam fome todos os dias, eu sei que eu nunca passei fome, mas seria por isso que eu deveria apoiar o presidente em suas 'promoções' em favor a fome? Se elas realmente resolvessem definitivamente os problemas, eu até teria motivos, mas você apoia alguém sem confiar nesta pessoa? A culpa não é da presidência do Brasil, é do cara que senta na cadeira de presidente e que só se preocupa em prometer coisas vagas, que estimulam a preguiça das pessoas e muitas vezes até a ganância delas. Ele o presidente, seja o atual ou não, deveria se preocupar em conquistar a confiança das pessoas de outros modos além de promessas que são levadas adiante até a segunda semana após a eleição.
Você aí! Você acha todos aqueles caras que trabalham no senado gananciosos? Acha? Eu também! Mas agora me diz, você joga na mega-sena? Eu já joguei, uma ou duas vezes, mas aí eu acabei por cair na real sob uma coisa; é ganância. Tem lá, um prêmio de sei lá quantos milhões ou bilhões, que uma pessoa sozinha vai ganhar; e quem saber onde tá o erro? O erro é que a pessoa que vai ganhar é humana, e assim que ela colocar as mãos nos milhões ou bilhões, por mais sensata que ela tenha sido até o momento, ela vai esquecer de tudo; e de duas uma: ou ela vai torrar tudo de uma vez só sozinha, ou ela vai sair promovendo generosidade e vai acabar por gastar tudo da mesma forma; e mesmo que ela invista bem, ela jamais vai pensar em resolver qualquer problema nacional com o dinheiro; e a culpa nem é dela; é do costume de que 'políticos são corruptos e meu dinheiro vai todo para eles', e ainda houvesse 0,1% de chances de que o dinheiro que esta pessoa viria a dar para resolver um problema nacional fosse mesmo direcionado para o que ela pretendia, tudo bem, mas não, tanto a pessoa, quantos nós sabemos que pelo menos um, dos que trabalham lá vão desviar esse dinheiro, e isso minha gente, infelizmente não é pessimismo, não é falta de fé, não é falta de esperança, é vergonha, é costume, é fato.
O que mais me assusta ainda é a geração de adolescente altamente influenciáveis. Vivem criticando as empresas externas, vivem criticando terroristas e sempre querem ser heróis, mas não passam de meros adolescentes, que não tem cultura, que não tem força, que não tem voz, que só sabem desvalorizar seus pais para 'curtir a vida'. Quem sou eu pra dizer isso? Uma adolescente que até pouco tempo atrás, não se preocupava em respeitar os pais, muito menos em dar satisfações sobre as coisas que fazia, mas eu estou crescendo e sem querer acabei por ver as coisas de um ooooutro ângulo. E o que você adolescente deve estar pensando agora? Fácil. Antes de ler a minha crítica que te atinge, você estava achando o texto ótimo, com certeza, pensou até me copia-lo, mas eu critiquei você, eu me critiquei, então o texto agora é lixo. Mas posso lembrá-lo de uma coisa? Não foi a coca-cola que teve uma relação sexual com a nike e que deu origem a você, foi seu pai que teve uma relação com a sua mãe e que por ventura deu origem a você criatura. Careta isso né? Demais! Mas quem disse que o careta é errado, e por que o careta é tão criticado? Só por que é careta? [...] Sabe, você nasceu de sexo. E você garoto de 16 anos cheio de hormônios que sempre quando os pais da sua namorada ou ficante sai de casa tenta seduzi-la, também nasceu de sexo. Divertido né? Uhum, você nasceu de uma união que a tempos era constituída principalmente de amor, mas que nunca deixou a diversão de lado, sabia? Foi no meio de uma diversão amorosa que você nasceu, mas isso não lhe dá o direito de deixar o amor de lado e fazer só o que é divertido, assim, como isso também não lhe dá o direito de se divertir faltando com a educação perante a seus pais, porque um dia você vai ter filhos, e eu se fosse você, começaria a pensar em que histórias seus pais vão contar sobre você para eles, porque sinceramente, eu não queria ser filha de um desses garotos que se diverte em raves, raxas e demais babaquísses. Meu, agora sim isso foi careta! Pensou você. Não foi não; não pelo motivo por qual escrevi, mas sim pelo motivo por qual você pensou. Você deve ter pensado: Essa garota é doida, não aproveita a vida! Aproveitar a vida meus caros colegas, não é ir em rave beber, cair e levantar, beijar na boca e sair dirigindo o carro que você pegou escondido dos seus pais noite passada e que com você no volante é o mesmo que o atestado de óbito de pessoas que muitas vezes estão indo 'dar uma volta'. Não critico as raves, critico os bocós que vão nelas; mas eles não são bocós porque vão nelas; são bocós porque fazem delas um puteiro. Sabe, eu não vejo dificuldade em estudar, respeitar e me divertir, tudo ao mesmo tempo. Não vejo mesmo! Vejo a preguiça às vezes, mas não vejo o pouco caso, a insensatez e a babaquísse. E você deveria começar a se livrar dessas coisas um pouco, e começar a analisar as coisas por outros ângulos, antes que você seja uma coisa para ser analisada.
Isso aqui, não é um texto com o intuíto de revoltar alguém, muito menos de criar conflitos, é só um desabafo perante a uma situação ridícula; que foi aqueles trotes que os bandidos passam de dentro do presídio, e que por acaso, 'ninguém sabe como eles conseguem'.
Enquanto nós, povo do Brasil, não admitirmos que temos SIM errado MUITO, nada nesse país vai mudar. Enquanto a justiça, não for feita com JUSTIÇA e não com suborno, nada nesse país vai mudar. Enquanto nós, taparmos os olhos para o que de ruim aqui acontece, nada nesse país vai mudar. E enquanto nós nos calarmos perante as crueldades que todos os dias temos de assistir nos noticiários, nada nesse país vai mudar.
Que sejamos rebeldes com causa; e que levemos a causa por menor que seja, a sério.
BRASIL, MOSTRA A TUA CARA!
sábado, 9 de agosto de 2008
- Desculpa o atraso.
Irritada, angustiada, com muita pressa, batendo o pé e olhando compulsivamente no relógio ela esperava sua senha aparecer no painel.
De longe, um garoto, vestia calça jeans clara, uma camiseta regata branca lisa e uma camisa xadrez por cima. O cabelo não era muito curto, com forma indefinida e cor mais ainda mas era bonito mesmo que um tanto quanto bagunçado. Acessórios, só um relógio no pulso esquerdo e fones de ouvido. Ele parecia distraído, mas com certeza não estava, porque o ritmo de sua respiração indicava que ele estava realmente deslumbrado com algo; ou alguém.
Ela estava sentada, mais precisamente na ponta da cadeira, mesmo que para a sua vez faltassem 50 números, ela não se continha, levantava, sentava, roía as unhas e cada movimento, chamava mais a atenção dele. Ela tinha cabelo castanho escuro, ondeado, vestia uma calça jeans escura, uma blusa vermelha meia manga, e um cachecol marrom, bege e vermelho; calçava all star como de costume, mas embora o traje desta vez indicasse tranquilidade, definitivamente, ela não estava traquila. Em demais dias, deixava que o tempo a mostrasse as coisas, mas naquele dia havia acordado diferente e nem sabia por quê.
Agora, ele é quem roía as unhas, queria ouvir a voz dela; porque definitivamente além de um jeito despojado pra se vestir, ele também tinha manias e gostos 'despojados', e para tanto ouvir a voz dela era essencial, respirou fundo, enxeu o peito e quando um lugar ao lado dela vagou, lá foi ele...
- Você vem sempre aqui?
Ela olhou com reprovação: - É uma fila de banco sabia? --'
- Sim eu sei, mas na falta de assunto, até caras legais como eu apelam para inícios de conversa que se parecem com cantadas de construção.
- Haha, legal cara, eu estou com pressa; e nem sei porquê.
- Tem namorado?
- Não acha que tá indo rápido demais?
- Mulheres... Fazemos uma pergunta e elas já acham que estamos dando em cima delas - não que eu não tenha interesse em você - mas só perguntei porque como homem, sei que a maioria dos homens é impaciente, e talvez um namorado apressado, seria o motivo.
- Divertido.
- Hum?
- Você é divertido, mas não, não tenho namorado.
- Como uma garota como você pode não ter namorado? Rum, quer dizer, não?
- Não, não. *sorri*
- Sorriso bonito.
- Ah, obrigada. Além de divertido, anota aí, você é galanteador.
- Hey! ¬¬
- E fofo.
- 8-) ;$ Ahn, então, o que você faz aqui?
- Garoto, vamos logo com isso, se você quer saber como eu sou, quem eu sou, o que eu gosto de fazer, tipo musical e tudo mais, pergunte logo, não fique fazendo perguntas que nos levarão a um silêncio desconfortável.
- Como sabe?
- Porque todo fazem isso.
- Como conseguem?
- Ahn?
- Como conseguem fazerem perguntas que levam ao silêncio?
- Você sabe... Perguntas idiotas, que uma hora acabam e aí vem o silêncio.
- Como é o seu silêncio?
- Haha, vou eu saber!
- Fiquei quieta.
- Quê?
- É, assim eu posso dizer como é seu silêncio.
- [...]
- [...]
- [...]
- [...]
- [...]
- Espetacular.
- Não é desconfortável?
- Nem um pouco. É um espetáculo.
- Menos garoto, menos.
- Não, é sério, a sincronia com qual você respira, faz de tudo um espetáculo, seus olhos piscam em conjunto com o resto do ambiente como se estivessem dançando, espetacular.
- Você vem sempre aqui?
- Olha a cantada aí minha gente!
- Não, não é isso, é que eu gostei de você, e agora só faltam 25... Meu Deus só 25 números? A gente conversou muito, o tempo passou rápido ou aconteceu algo sobre natural? Hahaha...
- Desculpa o atraso.
- Atraso?
*Vira-se, os olhares se encontram.*
- É, eu deveria ter chego mais cedo.
- Aqui? Por que? Menos fila?
- Não, na sua vida.
*Engole seco, respira fundo.*
- Na minha vida?
- Sim e não.
- Sim e não?
- Deveria sim ter chego mais cedo, pra ter sentido essa sensação de paz, alegria, ansiosidade e medo misturados a mais tempo, e não deveria, porque chegando agora, neste exato momento, eu tenho como daqui pra frente, escrever o resto da minha história ao seu lado...
- [...]
- ;$ Se quiser, é claro.
- * Sorri *
* Aproxima-se lentamente, e beija os lábios dela. Conforme o beijo acontece, ela fecha os olhos, e quando abre, ouve o 'blimblom', de que chegou sua vez.
De longe, um garoto, vestia calça jeans clara, uma camiseta regata branca lisa e uma camisa xadrez por cima. O cabelo não era muito curto, com forma indefinida e cor mais ainda mas era bonito mesmo que um tanto quanto bagunçado. Acessórios, só um relógio no pulso esquerdo e fones de ouvido. Ele parecia distraído, mas com certeza não estava, porque o ritmo de sua respiração indicava que ele estava realmente deslumbrado com algo; ou alguém.
Ela estava sentada, mais precisamente na ponta da cadeira, mesmo que para a sua vez faltassem 50 números, ela não se continha, levantava, sentava, roía as unhas e cada movimento, chamava mais a atenção dele. Ela tinha cabelo castanho escuro, ondeado, vestia uma calça jeans escura, uma blusa vermelha meia manga, e um cachecol marrom, bege e vermelho; calçava all star como de costume, mas embora o traje desta vez indicasse tranquilidade, definitivamente, ela não estava traquila. Em demais dias, deixava que o tempo a mostrasse as coisas, mas naquele dia havia acordado diferente e nem sabia por quê.
Agora, ele é quem roía as unhas, queria ouvir a voz dela; porque definitivamente além de um jeito despojado pra se vestir, ele também tinha manias e gostos 'despojados', e para tanto ouvir a voz dela era essencial, respirou fundo, enxeu o peito e quando um lugar ao lado dela vagou, lá foi ele...
- Você vem sempre aqui?
Ela olhou com reprovação: - É uma fila de banco sabia? --'
- Sim eu sei, mas na falta de assunto, até caras legais como eu apelam para inícios de conversa que se parecem com cantadas de construção.
- Haha, legal cara, eu estou com pressa; e nem sei porquê.
- Tem namorado?
- Não acha que tá indo rápido demais?
- Mulheres... Fazemos uma pergunta e elas já acham que estamos dando em cima delas - não que eu não tenha interesse em você - mas só perguntei porque como homem, sei que a maioria dos homens é impaciente, e talvez um namorado apressado, seria o motivo.
- Divertido.
- Hum?
- Você é divertido, mas não, não tenho namorado.
- Como uma garota como você pode não ter namorado? Rum, quer dizer, não?
- Não, não. *sorri*
- Sorriso bonito.
- Ah, obrigada. Além de divertido, anota aí, você é galanteador.
- Hey! ¬¬
- E fofo.
- 8-) ;$ Ahn, então, o que você faz aqui?
- Garoto, vamos logo com isso, se você quer saber como eu sou, quem eu sou, o que eu gosto de fazer, tipo musical e tudo mais, pergunte logo, não fique fazendo perguntas que nos levarão a um silêncio desconfortável.
- Como sabe?
- Porque todo fazem isso.
- Como conseguem?
- Ahn?
- Como conseguem fazerem perguntas que levam ao silêncio?
- Você sabe... Perguntas idiotas, que uma hora acabam e aí vem o silêncio.
- Como é o seu silêncio?
- Haha, vou eu saber!
- Fiquei quieta.
- Quê?
- É, assim eu posso dizer como é seu silêncio.
- [...]
- [...]
- [...]
- [...]
- [...]
- Espetacular.
- Não é desconfortável?
- Nem um pouco. É um espetáculo.
- Menos garoto, menos.
- Não, é sério, a sincronia com qual você respira, faz de tudo um espetáculo, seus olhos piscam em conjunto com o resto do ambiente como se estivessem dançando, espetacular.
- Você vem sempre aqui?
- Olha a cantada aí minha gente!
- Não, não é isso, é que eu gostei de você, e agora só faltam 25... Meu Deus só 25 números? A gente conversou muito, o tempo passou rápido ou aconteceu algo sobre natural? Hahaha...
- Desculpa o atraso.
- Atraso?
*Vira-se, os olhares se encontram.*
- É, eu deveria ter chego mais cedo.
- Aqui? Por que? Menos fila?
- Não, na sua vida.
*Engole seco, respira fundo.*
- Na minha vida?
- Sim e não.
- Sim e não?
- Deveria sim ter chego mais cedo, pra ter sentido essa sensação de paz, alegria, ansiosidade e medo misturados a mais tempo, e não deveria, porque chegando agora, neste exato momento, eu tenho como daqui pra frente, escrever o resto da minha história ao seu lado...
- [...]
- ;$ Se quiser, é claro.
- * Sorri *
* Aproxima-se lentamente, e beija os lábios dela. Conforme o beijo acontece, ela fecha os olhos, e quando abre, ouve o 'blimblom', de que chegou sua vez.
terça-feira, 5 de agosto de 2008
sábado, 2 de agosto de 2008
psiu!
Vestia uma calça jeans escura, um tênis branco da puma, uma camiseta vermelha e uma camisa de cor indefinida completava o traje.
Cabelos cacheados, olhos castanhos. Olhos pequenos, cilhos curtos mais bem definidos. Lábios largos, largos e bem avermelhados. Nariz pequeno, bonitinho ;}
Mãos longas, braços claros e gelados.
Pele delicada, de criança, macia, fofinha, confortável!
Quando ficou arrepiado, foi engraçado, e sua cara de preguiça é uma graça!
É, foi um sábado divertido, em eu pude rever um conhecido e obter um amigo entre risadas, conversas, observações e besteiras ;} Sábado agradável, obrigada (:
Ps: 50 anos já? :x hahaha *-*
Cabelos cacheados, olhos castanhos. Olhos pequenos, cilhos curtos mais bem definidos. Lábios largos, largos e bem avermelhados. Nariz pequeno, bonitinho ;}
Mãos longas, braços claros e gelados.
Pele delicada, de criança, macia, fofinha, confortável!
Quando ficou arrepiado, foi engraçado, e sua cara de preguiça é uma graça!
É, foi um sábado divertido, em eu pude rever um conhecido e obter um amigo entre risadas, conversas, observações e besteiras ;} Sábado agradável, obrigada (:
Ps: 50 anos já? :x hahaha *-*
lalala...
É só um jogo... E eu nunca gostei muito de jogar, mesmo quando eu era criança. Poderia ser tabuleiro, pega-pega, esconde-esconde, cartas... Nem sempre quando eu chegava a jogar, eu estava realmente afim de fazê-lo.
Jogos testam as pessoas, e eu não nasci para ser testada.
Jogos são ruins, porque independente de quantos jogam, só um sai vencedor, ou só uma dupla, só uma equipe, só um time... Independe da modalidade, é sempre assim. E as pessoas nunca começam a jogar seja lá o que for, pensando em dar a vitória, pensando que vai perder, pode até falar, mas de fato isso não é o que ela quer e sente, porque o jogo estimula nossa ganância.
Jogos testam as pessoas, e eu não nasci para ser testada.
Jogos são ruins, porque independente de quantos jogam, só um sai vencedor, ou só uma dupla, só uma equipe, só um time... Independe da modalidade, é sempre assim. E as pessoas nunca começam a jogar seja lá o que for, pensando em dar a vitória, pensando que vai perder, pode até falar, mas de fato isso não é o que ela quer e sente, porque o jogo estimula nossa ganância.
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