Eu sei que muitas vezes, vocês estão cheeeeios de boas intenções, mas sinceramente? Ela não está atrás de boas intenções.
Já diz meu namorado que vocês só amuderecem depois de muitos foras e tudo mais e mesmo concordando até certo ponto com ele eu prefiro comentar isso com o dito 'explica mas não justifica'.
Eu tenho quase certeza que o que ela realmente precisa é de alguém que a ame incondicionalmente, que a proteja, que converse com ela, que faça ela sentir-se puramente desejada e não vagamente escolhida, compreendem?
Ela não precisa só de um garoto bonito; ela precisa um homem elegante, com uma voz de timbre belo, com ideais, com vontade de conhecê-la sem temer o que tem por vir, ou sem abusar da sua inocência.
Não pirralhos, ela não é uma garotinha que vocês bem podem passar a mão e ir embora; ela está se tornando uma mulher; cada dia ela envelhece um pouco mais e para tanto, amadurece; e o que ela precisa é de um companheiro que note seu amadurecimento, sem sufocá-la, sem impor metas para que chegue a uma idéia perfeita.
Ela é doce. É absolutamente amável, disposta, acessível, mas é mulher; e todas nós adoramos falar, adoramos testá-los e mais do que isso adoramos provocá-los; até gostamos de estar no controle, mas ficamos fascinadas quando conseguem nos envolver fazendo-nos perceber só depois.
Não se aproximem se em suas cabeças míopes houver a idéia de deixá-la. Não estou pedindo para que a peçam em casamento, estou pedindo que a respeitem e que enxerguem o verdadeiro valor dela, antes de tentar beijá-la. E por favor, se o beijo dela for necessário para provar a um de vocês que ela é o amor de sua vida - caso haja uma suspeita - beije-a com carinho; mas não deixe de demonstrar desejo, pois com certeza, ela vai gostar de sentir que seu corpo está entregue a ela.
Procurem a doçura que seus corações inconscientemente precisam, em suas frases; que sempre que curtas normalmente vem sobrecarregas de sentimentos belos e muita, muita magia. Não se esqueçam, é claro, de desfrutar do abraço dela com firmeza, provavelmente vocês se sentiram formigas perto da grandeza de um abraço puro que ela os dará mas da mesma forma, não deixe de contraí-la em seu corpo, faça com que ela se apaixone todos os dias por você; demonstre seus detalhes e leve flôres, chocolate e principalmente, algodão doce. (:
terça-feira, 16 de setembro de 2008
segunda-feira, 15 de setembro de 2008
Para todos os meus... Amigos!
Eu abraço pelo vento, eu purifico pela chuva, eu aqueço pelo céu, eu brigo pelos raios, eu protejo pelo céu, eu brinco pelas nuvens, eu grito pela poeira, eu choro pela correnteza.
Eu estou em cada detalhe; mesmo que não me vejam, que não me tenham sempre perto, eu juro meus amigos, eu estou em cada detalhe.
Acredito bem mais do que em contos de fada; acredito na magia que vejo transbordar em cada um de vocês.
Eu sei que por muitas vezes, vocês me acham louca, mas a minha loucura deve ser perdoada queridos, porque eu sou feita de amor da cabeça aos pés, e todos os dias, eu dedico parte desse amor aos elementos da natureza, para que sempre que eu estiver longe, eles possam protegê-los, tão bem quanto eu tento fazer.
Sou inteira; mas feita de partes; e vocês meus preciosos, são parte dessas partes e para tanto mais do que metade de mim trabalha para que seja felizes, para que possam sempre sentir ao menos 1% de paz dentro de vocês.
Eu sei o quanto o mundo tem os machucado, porque é o mesmo mundo que me machuca muitas vezes também, mas por favor, não se refiram ao mundo como eles, porque eles somos nós para eles e eu sei que vocês jamais machucariam alguém como o mundo vem machucando vocês; porém, muita calma amigos, um machucado não é motivo para maltratar alguém, ou a si mesmo; eu juro por minha existência que sempre farei o possível para estar com vocês, mas não queiram nem ousar pensar que por algum instante eu posso substituir o amor próprio que vocês tem que ter.
Amigos, amigos... Já nos disseram tantas vezes por meio de poemas, dilemas, frases, textos, livros, filmes, canções que um dia sem que percebamos vamos nos separar que um dia, tive a intenção de acreditar nisso; mas por favor eu lhes peço, não acreditem! Porque aquilo que mais que verdadeiro é fiel, permanece; mesmo que em uma lembrança, em uma caixa, uma gaveta, de baixo do colchão; permanece, e eu tenho a intenção de permenecer sempre em vocês, sempre!
Eu sei que todos vocês já perceberam que o exagero e minha alma jamais se desgrudam, mas compreendam amigo, que o meu exagero é conviniente, ele vem de tantas formas, que muitas vezes eu sei que vocês nem percebem; é conviniente mas é constante, não tente controlá-lo, ou retirá-lo de mim, porque amigos; é por causa dele que eu tenho tentado aprender a voar, aprender a cantar, e até mesmo tenho tentado voltar a dançar!
Por favor amigos, não se percam! Não deixem que todas essas burocracias, futilidades e até mesmo necessidades tirem vocês do caminho da paz; porque amigos é tão bom saber que posso viver como uma espécie de guloseima dentro de vocês; que por mais que às vezes seja recusada, sempre e em pouco tempo é novamente desejada só para talvez poder arrancar com uma piada ou um abraço doce aquele sorriso do lábio de vocês...
Ah amigos... Vocês ainda não sabem, mais muito mais que essencias; vocês são principal fonte de minha inspiração - pois, para cada um, eu teimo em idealizar um romance, um futuro, um momento cinematográfico; eu sei que isso parece fantasia, mas amigos, não deixem de acreditar na fantasia, em seus sonhos, por mais loucura que pareça, acreditem! Porque acreditar é sempre o primeiro passo... E a magia que existe SIM em cada um, precisa que vocês acreditem, porque como para vocês um abraço é sinal de afeto, para a magia a crença é sinal de amor.
Enfim amigos... Caros amigos... Não há nada tão necessário quanto a amizade de vocês para este coração revolucionário, que de alguma forma, tem vocês como principal causa.
Eu estou em cada detalhe; mesmo que não me vejam, que não me tenham sempre perto, eu juro meus amigos, eu estou em cada detalhe.
Acredito bem mais do que em contos de fada; acredito na magia que vejo transbordar em cada um de vocês.
Eu sei que por muitas vezes, vocês me acham louca, mas a minha loucura deve ser perdoada queridos, porque eu sou feita de amor da cabeça aos pés, e todos os dias, eu dedico parte desse amor aos elementos da natureza, para que sempre que eu estiver longe, eles possam protegê-los, tão bem quanto eu tento fazer.
Sou inteira; mas feita de partes; e vocês meus preciosos, são parte dessas partes e para tanto mais do que metade de mim trabalha para que seja felizes, para que possam sempre sentir ao menos 1% de paz dentro de vocês.
Eu sei o quanto o mundo tem os machucado, porque é o mesmo mundo que me machuca muitas vezes também, mas por favor, não se refiram ao mundo como eles, porque eles somos nós para eles e eu sei que vocês jamais machucariam alguém como o mundo vem machucando vocês; porém, muita calma amigos, um machucado não é motivo para maltratar alguém, ou a si mesmo; eu juro por minha existência que sempre farei o possível para estar com vocês, mas não queiram nem ousar pensar que por algum instante eu posso substituir o amor próprio que vocês tem que ter.
Amigos, amigos... Já nos disseram tantas vezes por meio de poemas, dilemas, frases, textos, livros, filmes, canções que um dia sem que percebamos vamos nos separar que um dia, tive a intenção de acreditar nisso; mas por favor eu lhes peço, não acreditem! Porque aquilo que mais que verdadeiro é fiel, permanece; mesmo que em uma lembrança, em uma caixa, uma gaveta, de baixo do colchão; permanece, e eu tenho a intenção de permenecer sempre em vocês, sempre!
Eu sei que todos vocês já perceberam que o exagero e minha alma jamais se desgrudam, mas compreendam amigo, que o meu exagero é conviniente, ele vem de tantas formas, que muitas vezes eu sei que vocês nem percebem; é conviniente mas é constante, não tente controlá-lo, ou retirá-lo de mim, porque amigos; é por causa dele que eu tenho tentado aprender a voar, aprender a cantar, e até mesmo tenho tentado voltar a dançar!
Por favor amigos, não se percam! Não deixem que todas essas burocracias, futilidades e até mesmo necessidades tirem vocês do caminho da paz; porque amigos é tão bom saber que posso viver como uma espécie de guloseima dentro de vocês; que por mais que às vezes seja recusada, sempre e em pouco tempo é novamente desejada só para talvez poder arrancar com uma piada ou um abraço doce aquele sorriso do lábio de vocês...
Ah amigos... Vocês ainda não sabem, mais muito mais que essencias; vocês são principal fonte de minha inspiração - pois, para cada um, eu teimo em idealizar um romance, um futuro, um momento cinematográfico; eu sei que isso parece fantasia, mas amigos, não deixem de acreditar na fantasia, em seus sonhos, por mais loucura que pareça, acreditem! Porque acreditar é sempre o primeiro passo... E a magia que existe SIM em cada um, precisa que vocês acreditem, porque como para vocês um abraço é sinal de afeto, para a magia a crença é sinal de amor.
Enfim amigos... Caros amigos... Não há nada tão necessário quanto a amizade de vocês para este coração revolucionário, que de alguma forma, tem vocês como principal causa.
quinta-feira, 11 de setembro de 2008
11 de setembro de 2008.
Sabe, a poucos minutos tinha eu pensado em copiar aqui um texto que compus hoje na sala... Mesmo me dando conta logo cedo que hoje é 11 de setembro, e que há anos neste mesmo dia um grande atentado abalou o mundo, eu sem querer deixei passar em branco.
Mas aí antes de postar eu tenho o costume de ler comentários e em meio dos últimos lembrei de um blog que me agrada muito ler... E bem nele, eu encontrei uma questão muito importante; uma questão que me deixou frente a frente com meu número da sorte e com o fato de que de tal atentado pra cá, nada mudou; e isso me fez pensar: eu mudei?
Bem, na época eu tinha meus dez anos e não pensava tanto em se o mundo mudaria ou qualquer assim, até me vezes que o comparei com pequenas situações cheguei a considerá-lo perfeito. As pessoas, inclusive eu, sempre dizem que o mundo não tem jeito, que nada irá mudar, e que sempre foi assim, mas; será que foi mesmo? Será que não tem jeito mesmo e será que não tem como mudar mesmo? Comparando a idade que eu tinha antes e a idade que eu tenho agora, muita coisa em mim mudou; não só fisicamente, mas já não os mesmos ideiais, responsabilidades, vontades, possibilidades e por aí segue uma lista de coisas que mudaram; e pode até ser ousadia ou lógica, mas eu acredito que eu não sou a única que mudou nesses 7 anos; e de repente é bom pensar nisso; porque sentir-se culpado, parte de uma raça egoísta onde um em um milhão sabe amar e ama, e todas aquelas coisas que muita gente diz tornou-se fácil, comum, sabe? E não que o comum tenha menos valor, só acho que respeito consigo mesmo deveria ser a essência de tudo.
Um feliz 11 de setembro de 2008 para o mundo; porque lamentar o que aconteceu nessa data, não é irônico; e a irônia tem se feito essência para a maioria das pessoas ;)
Mas aí antes de postar eu tenho o costume de ler comentários e em meio dos últimos lembrei de um blog que me agrada muito ler... E bem nele, eu encontrei uma questão muito importante; uma questão que me deixou frente a frente com meu número da sorte e com o fato de que de tal atentado pra cá, nada mudou; e isso me fez pensar: eu mudei?
Bem, na época eu tinha meus dez anos e não pensava tanto em se o mundo mudaria ou qualquer assim, até me vezes que o comparei com pequenas situações cheguei a considerá-lo perfeito. As pessoas, inclusive eu, sempre dizem que o mundo não tem jeito, que nada irá mudar, e que sempre foi assim, mas; será que foi mesmo? Será que não tem jeito mesmo e será que não tem como mudar mesmo? Comparando a idade que eu tinha antes e a idade que eu tenho agora, muita coisa em mim mudou; não só fisicamente, mas já não os mesmos ideiais, responsabilidades, vontades, possibilidades e por aí segue uma lista de coisas que mudaram; e pode até ser ousadia ou lógica, mas eu acredito que eu não sou a única que mudou nesses 7 anos; e de repente é bom pensar nisso; porque sentir-se culpado, parte de uma raça egoísta onde um em um milhão sabe amar e ama, e todas aquelas coisas que muita gente diz tornou-se fácil, comum, sabe? E não que o comum tenha menos valor, só acho que respeito consigo mesmo deveria ser a essência de tudo.
Um feliz 11 de setembro de 2008 para o mundo; porque lamentar o que aconteceu nessa data, não é irônico; e a irônia tem se feito essência para a maioria das pessoas ;)
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
Era uma vez.
Sentou frente ao computador, respirou fundo, permitiu que aquelas lágrimas de ansiedade misturadas a uma alegria indescritível caíssem e por fim, concentrou-se em mais um de seus romances.
Por incrível que pareça, não tentou criar algo que desejava viver, tão pouco insistiu em temperar algo já vivido; apenas deixou que a emoção do momento descrevesse um pouco sobre seus últimos dias.
Respirou fundo mais uma vez e quando estava prestes a descrever um pouco sobre o que estava vivendo, chegou sem ser convidada a idéia de começar seu novo romance, com 'era uma vez...' De ínicio, assustou-se, acreditava que poucos iriam entusiasmar-se com tal ínicio, mas em pouco tempo, deixou os outros de lado e tentou descobrir o porque seu coração havia mandado tal idéia para sua mente; enfim, chegou a resposta:
Mais do que um príncipe encantado, do que um músico de belas canções, do que um garoto que usa all star, do que um homem de voz tranqulizante, do que um moço de olhos puxadinhos, ele era o cara com ela tinha a certeza que passaria os últimos dias da sua vida de mãos dadas.
A pouco, tão incrível quanto as canções que ele tocava no telefone para ela, não havia nada... Mas foi só ela permetir, que ele invadiu seus dias de tal modo que chegou a fazê-la sentir o vento entrando por debaixo da porta entregando só mais uma vez um beijo doce, que quando tocava seus lábios, fazia o corpo todo estremecer.
Foi só ela permetir, que ele conectou-se inteiramente a ela, estando presente em suas paixões materias, seus detalhes, suas roupas, seu penteado... Como era possível ele conseguir conquistá-la todos os dias? Como era possível que mesmo sentindo tremenda falta dos abraços, beijos, carinhos e sorrisos dele, ela pudesse sentí-lo a envolvendo a ponto de fazê-la dançar com mais uma de suas trilhas sonoras? Não, não havia outra explicação se não dizer que um havia nascido para o outro, mesmo que isso fizesse parte de mais um de seus clichês.
Definitivamente, a cada dia ela se apaixonava mais uma vez, pelo mesmo cara; aquele que há alguns anos ela havia tido como perdido; o único que consegue aprensentá-la as mais conhecidas artes mais de uma vez assegurando com total precisão que ela não se desencantará, porque ele estará ali sempre para fazê-la piscar levemente os olhos em sinal de felicidade completa.
Talvez a distância pareça um empecilho para uns, mas sem demais argumentos, eu garanto, que ela tem sido responsável, por grande parte dos momentos mais intensos e saudáveis.
Por incrível que pareça, não tentou criar algo que desejava viver, tão pouco insistiu em temperar algo já vivido; apenas deixou que a emoção do momento descrevesse um pouco sobre seus últimos dias.
Respirou fundo mais uma vez e quando estava prestes a descrever um pouco sobre o que estava vivendo, chegou sem ser convidada a idéia de começar seu novo romance, com 'era uma vez...' De ínicio, assustou-se, acreditava que poucos iriam entusiasmar-se com tal ínicio, mas em pouco tempo, deixou os outros de lado e tentou descobrir o porque seu coração havia mandado tal idéia para sua mente; enfim, chegou a resposta:
Mais do que um príncipe encantado, do que um músico de belas canções, do que um garoto que usa all star, do que um homem de voz tranqulizante, do que um moço de olhos puxadinhos, ele era o cara com ela tinha a certeza que passaria os últimos dias da sua vida de mãos dadas.
A pouco, tão incrível quanto as canções que ele tocava no telefone para ela, não havia nada... Mas foi só ela permetir, que ele invadiu seus dias de tal modo que chegou a fazê-la sentir o vento entrando por debaixo da porta entregando só mais uma vez um beijo doce, que quando tocava seus lábios, fazia o corpo todo estremecer.
Foi só ela permetir, que ele conectou-se inteiramente a ela, estando presente em suas paixões materias, seus detalhes, suas roupas, seu penteado... Como era possível ele conseguir conquistá-la todos os dias? Como era possível que mesmo sentindo tremenda falta dos abraços, beijos, carinhos e sorrisos dele, ela pudesse sentí-lo a envolvendo a ponto de fazê-la dançar com mais uma de suas trilhas sonoras? Não, não havia outra explicação se não dizer que um havia nascido para o outro, mesmo que isso fizesse parte de mais um de seus clichês.
Definitivamente, a cada dia ela se apaixonava mais uma vez, pelo mesmo cara; aquele que há alguns anos ela havia tido como perdido; o único que consegue aprensentá-la as mais conhecidas artes mais de uma vez assegurando com total precisão que ela não se desencantará, porque ele estará ali sempre para fazê-la piscar levemente os olhos em sinal de felicidade completa.
Talvez a distância pareça um empecilho para uns, mas sem demais argumentos, eu garanto, que ela tem sido responsável, por grande parte dos momentos mais intensos e saudáveis.
segunda-feira, 8 de setembro de 2008
domingo, 7 de setembro de 2008
Soneto de fidelidade por Vinicius de Moraes
De tudo ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.
Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento
E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama
Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.
Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento
E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama
Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.
sexta-feira, 5 de setembro de 2008
... Estou a dois passos do paraíso, talvez eu fique por lá.
- As cores das árvores hoje acordaram mais vivas, percebeu?
- Sim e o céu, por mais que nublado também acordou mais alegre, viu?
- Desisto de tentar competir com você garota.
- Ah é? Haha, tudo bem, só não desista de viver do meu lado para sempre tá bom?
- 8-)
- Que foi?
- Não sei, eu estou tão bem.
- É, eu sei, estranho né? Parece que vivemos nossa vida inteira esperando por isso...
- Tem razão, você sempre consegue descrever as sensações né? Como consegue?
- Inspiração...
- Inspiração?
- É, se resume em quando dentro do peito a gente carrega sentimentos de menta.
- Sentimentos de menta? Haha, explica!
- Ai, é assim ó. Quando você põe na boca uma bala de menta, ou chiclet's, a sua boca fica refrescante certo?
- Haha, certo!
- Então, por isso é sentimentos de menta, dá uma sensação de frescor o tempo todo, algo que por mais gelado que pareça ser ao invés de congelar sentimentos os estima a dividir o frescor com outros sentimentos; e como não é totalmente como chiclet's o efeito demora a passar, por isso é que tudo é efeito com cautela, aí o efeito perdura.
- Hummm... Mas e a adrenalina?
- A adrenalina foge disso.
- Ah mas aí não tem graça!
- Tem sim, porque mesmo fugindo ela não vai embora, só muda de lugar...
- Ah é? :) E pra onde ela vai?
- Bem, segundo informações ultra-secretas... * vira-se para ele, olha nos olhos...* ela se preocupa em se concentrar... * envolve-o pelo pescoço com os braços...* bem pertinho... * nariz com nariz* da boca... * e o beija.*
* Minutos depois.
- Hum... Gosto de menta.
- Opa, acho que a adrenalina não resistiu, se uniu com o amor que fica no coração e não suportando a intensidade pediram a ajuda da paixão... 8-)
- Eu te amo.
- Eu amo maaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaais! * Pega a almofada, joga nele e sai correndo, ele vai atrás tenta pegá-la e ela o derruba no chão com cócegas... Respiram ofegantes, fecham os olhos, ele canta com a voz grave: Estou a dois passos do paraíso... ela termina: talvez e fique por aqui... e um longo e doce beijo, acontece (:
- Sim e o céu, por mais que nublado também acordou mais alegre, viu?
- Desisto de tentar competir com você garota.
- Ah é? Haha, tudo bem, só não desista de viver do meu lado para sempre tá bom?
- 8-)
- Que foi?
- Não sei, eu estou tão bem.
- É, eu sei, estranho né? Parece que vivemos nossa vida inteira esperando por isso...
- Tem razão, você sempre consegue descrever as sensações né? Como consegue?
- Inspiração...
- Inspiração?
- É, se resume em quando dentro do peito a gente carrega sentimentos de menta.
- Sentimentos de menta? Haha, explica!
- Ai, é assim ó. Quando você põe na boca uma bala de menta, ou chiclet's, a sua boca fica refrescante certo?
- Haha, certo!
- Então, por isso é sentimentos de menta, dá uma sensação de frescor o tempo todo, algo que por mais gelado que pareça ser ao invés de congelar sentimentos os estima a dividir o frescor com outros sentimentos; e como não é totalmente como chiclet's o efeito demora a passar, por isso é que tudo é efeito com cautela, aí o efeito perdura.
- Hummm... Mas e a adrenalina?
- A adrenalina foge disso.
- Ah mas aí não tem graça!
- Tem sim, porque mesmo fugindo ela não vai embora, só muda de lugar...
- Ah é? :) E pra onde ela vai?
- Bem, segundo informações ultra-secretas... * vira-se para ele, olha nos olhos...* ela se preocupa em se concentrar... * envolve-o pelo pescoço com os braços...* bem pertinho... * nariz com nariz* da boca... * e o beija.*
* Minutos depois.
- Hum... Gosto de menta.
- Opa, acho que a adrenalina não resistiu, se uniu com o amor que fica no coração e não suportando a intensidade pediram a ajuda da paixão... 8-)
- Eu te amo.
- Eu amo maaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaais! * Pega a almofada, joga nele e sai correndo, ele vai atrás tenta pegá-la e ela o derruba no chão com cócegas... Respiram ofegantes, fecham os olhos, ele canta com a voz grave: Estou a dois passos do paraíso... ela termina: talvez e fique por aqui... e um longo e doce beijo, acontece (:
quinta-feira, 4 de setembro de 2008
Sabe?
Sabe aquele alguém que quando te olha nos olhos te fazer perder a fala?
Sabe aquele alguém que não precisa dizer muito para te deixar segura de que será seu pra sempre?
Sabe aquele alguém que não te exige, não te cobra, não te machuca, e que simplesmente, ama você do jeitinho que você é?
Sabe aquele alguém que te faz beijar com desejo, morder com carinho, e fechar os olhos sempre que ousa acareciar seu rosto?
Sabe aquele alguém que te deixa tão confortável a ponto de fazer você demonstrar e libertar o seu amor sempre na medida certa porque de alguma forma e por algum motivo, você sabe que não precisa ter pressa?
Sabe aquele alguém que faz seu corpo todo se contrair quando te beija?
Sabe aquele alguém que você acreditava que nunca mais iria tocar?
Sabe aquele alguém que quando respira faz canção com o compasso da própria respiração?
Sabe aquele alguém que não tem medo, que te ama e que tudo o que parece desejar é estar ao seu lado sempre, para te ensinar cada vez mais sobre o que sabe, e aprender cada vez mais contigo?
Sabe aquele alguém que te diz o tempo todo ' como você é linda ' e que te faz até ficar sem resposta depois de algumas vezes; mas não pela quantidade de vezes e sim pela intensidade cada vez maior e firme com qual pronuncia o elogio dirigido a você?
Sabe aquele sentimento, que mexe com seu corpo, mente, alma e todas as mais minúsculas partículas do seu corpo? Chama-se amor, e eu o tenho pelo garoto mais encantador e real que eu já conheci.
Eu amo você Luiz Fernando Hissao Kubota, para sempre.
Sabe aquele alguém que não precisa dizer muito para te deixar segura de que será seu pra sempre?
Sabe aquele alguém que não te exige, não te cobra, não te machuca, e que simplesmente, ama você do jeitinho que você é?
Sabe aquele alguém que te faz beijar com desejo, morder com carinho, e fechar os olhos sempre que ousa acareciar seu rosto?
Sabe aquele alguém que te deixa tão confortável a ponto de fazer você demonstrar e libertar o seu amor sempre na medida certa porque de alguma forma e por algum motivo, você sabe que não precisa ter pressa?
Sabe aquele alguém que faz seu corpo todo se contrair quando te beija?
Sabe aquele alguém que você acreditava que nunca mais iria tocar?
Sabe aquele alguém que quando respira faz canção com o compasso da própria respiração?
Sabe aquele alguém que não tem medo, que te ama e que tudo o que parece desejar é estar ao seu lado sempre, para te ensinar cada vez mais sobre o que sabe, e aprender cada vez mais contigo?
Sabe aquele alguém que te diz o tempo todo ' como você é linda ' e que te faz até ficar sem resposta depois de algumas vezes; mas não pela quantidade de vezes e sim pela intensidade cada vez maior e firme com qual pronuncia o elogio dirigido a você?
Sabe aquele sentimento, que mexe com seu corpo, mente, alma e todas as mais minúsculas partículas do seu corpo? Chama-se amor, e eu o tenho pelo garoto mais encantador e real que eu já conheci.
Eu amo você Luiz Fernando Hissao Kubota, para sempre.
terça-feira, 2 de setembro de 2008
Eu não existo sem você.
Tenho acordado com seu sorriso, com seu timbre, com seu olhar, com seus gestos, que não vejo, não ouço, não pego, mas que sinto, sempre comigo, sempre comigo.
Tenho feito planos; mas não aqueles planos que tinha o costume de mudar sempre, planos como entrar para meu casamento sob o trilho de um trem, sabe?
Tenho cantado na rua, sem me importar se vão gostar ou não, ah, tenho dançado muito também e embora seja esquisito para eles, eu não estou me importando com eles.
Tenho ido durmir com você no meu pensamento rapaz; é algo estranho; não é novo e por isso é mais estranho; porque todas as vezes que estive longe desse sorriso maroto, desse timbre estonteante, todas vezes que pensei em cada detalhe do que já havia vivido, pensei e só senti saudade; agora não... Sinto uma espécie de esperança tão clara, tão esquisita, tão nova que preciso de você para poder aproveitá-la, porque quando sozinha, sinto medo de mexer nela com medo de perdê-la.
Tenho escrito menos, mas tenho pensando tanto! Não se assuste por eu estar escrevendo menos meu bem, é só um pouco de falta de tempo com falta de controle sob todas as coisas que penso em escrever, que sinto para escrever, porque é tão certo, estável, belo, confortável e compatível que... Não consigo descrever a todo tempo, porque a todo tempo estou com você e você... Bem você me deixa suspensa em um ar que às vezes até esqueço que preciso inspirar.
E agora... Só de pensar que em dois dias eu vou sentir tudo isso aqui, junto a mim, encostado em mim, é tão inexplicávelmente desejável... Imaginar, que a sua pele macia vai entrar em contato com a minha; que o seu olhar vai encontrar o meu; que os seus lábios vão curar os meus; que meus ouvidos vão degustar o doce sabor da sua voz e que minha voz vai acareciar seus ouvidos da melhor forma possível; que nossas mãos vão se unir novamente; que nossos corpos vão se conectar fisicamente, é tão bom!
Ter você é ter paz. Ter você é ter certeza. Ter você é ter sonho. Ter você é absolutamente... indispensável.
Tenho feito planos; mas não aqueles planos que tinha o costume de mudar sempre, planos como entrar para meu casamento sob o trilho de um trem, sabe?
Tenho cantado na rua, sem me importar se vão gostar ou não, ah, tenho dançado muito também e embora seja esquisito para eles, eu não estou me importando com eles.
Tenho ido durmir com você no meu pensamento rapaz; é algo estranho; não é novo e por isso é mais estranho; porque todas as vezes que estive longe desse sorriso maroto, desse timbre estonteante, todas vezes que pensei em cada detalhe do que já havia vivido, pensei e só senti saudade; agora não... Sinto uma espécie de esperança tão clara, tão esquisita, tão nova que preciso de você para poder aproveitá-la, porque quando sozinha, sinto medo de mexer nela com medo de perdê-la.
Tenho escrito menos, mas tenho pensando tanto! Não se assuste por eu estar escrevendo menos meu bem, é só um pouco de falta de tempo com falta de controle sob todas as coisas que penso em escrever, que sinto para escrever, porque é tão certo, estável, belo, confortável e compatível que... Não consigo descrever a todo tempo, porque a todo tempo estou com você e você... Bem você me deixa suspensa em um ar que às vezes até esqueço que preciso inspirar.
E agora... Só de pensar que em dois dias eu vou sentir tudo isso aqui, junto a mim, encostado em mim, é tão inexplicávelmente desejável... Imaginar, que a sua pele macia vai entrar em contato com a minha; que o seu olhar vai encontrar o meu; que os seus lábios vão curar os meus; que meus ouvidos vão degustar o doce sabor da sua voz e que minha voz vai acareciar seus ouvidos da melhor forma possível; que nossas mãos vão se unir novamente; que nossos corpos vão se conectar fisicamente, é tão bom!
Ter você é ter paz. Ter você é ter certeza. Ter você é ter sonho. Ter você é absolutamente... indispensável.
segunda-feira, 1 de setembro de 2008
Mistura feita por Ricardo Oldoni...
Apaixone-se, porque o dia seguinte é o dia mais importante de sua vida!
É no dia seguinte que sabemos se o dia de ontem valeu a pena; é no dia seguinte que acordamos pra realidade, ou simplesmente dormimos no sonho.
A vida da gente começa no dia seguinte, e só existe uma maneira de viver... apaixonado!
Por isso, dance! Dance como se ninguém estivesse olhando você;
trabalhe como se não precisa-se de dinheiro; corra como se não houvesse a chegada; ame como se nunca tivesse sido magoado antes; acredite como se não houve-se frustração; grite como se ninguém estivesse ouvindo; beije como se fosse eterno; sorria como se não existisse lágrimas!
Abrace como se fossem todos amigos; durma como se não houvesse amanhã; crie como se não existisse crítica; vá, como se não precisasse voltar; acorde como se nunca mais você precisasse dormir de novo; faça a próxima viagem como se fosse a ultima; vista-se como se não existissem espelhos; proponha como se não existissem as recusas; brinque, como se não tivesse crescido; levante como se não tivesse caído; case como se não houve-se outra; mergulhe como se não houve-se medo; ouça como se não existisse o certo ou o errado; fale como se não existisse o certo ou o errado; aprecie como se fosse eterno; viva, como se não houve-se fim; prefira ser, ao invés de ter; sentir em vez de fingir; andar em vez de parar; ver ao invés de esconder; abrir em vez de fechar...
Apaixonar-se é um exercício de jardinagem: arranque o que faz mal, prepare o terreno, semeie, seja paciente, espere, regue e cuide... terá um jardim!
Mais esteja preparado porque haverá pragas, secas, ou excessos de chuvas, se desistir não terá um jardim, terá um descampado.
A paixão não se vê, não se guarda, não se prende, não se vende, não se controla, não se compra, não se fabrica; a paixão é a diferença do sucesso e do fracasso, entre a dúvida e a certeza, entre aqueles que gostam e fazer, entre aqueles que fazem e gostam...
Apaixonados não esperam, agem! A paixão é o que faz as coisas iguais, serem diferentes; lembre-se que a arca de Noé foi construída por apaixonados, que nada conheciam de navegação ou embarcação; e o Titanic, foi feito por engenheiros profissionais, fabulosos que queriam mostrar seu poder.
Lembre-se que certa hora em sua vida vai aparecer uma borboleta, e você vai precisar saber cuidá-la, se você ter ela na mão e querer fechar só pra você, e mais não deixá-la sair dali, ela vai morrer, porém se você abrir de mais sua mão, ela ira fugir... Então é preciso saber dar a dose certa de liberdade e de repreensão, para que ela fique livre e ao mesmo tempo protegida, e por mais que ela voe ou saia dali as vezes, se ela gosta mesmo de você, ela vai voltar...
Faça de uma nova paixão que acaba de florescer em seu coração a sua força para seguir em frente, a sua meta a ser atingida, o auge do seu mais novo amor!
Faça ela olhar pra você, e ver que você é diferente, mexa com os sentimentos dela, fazendo-a pensar em você e sentir borboletinhas na barriga; à faça feliz, sem ela perceber que você esta à amando, lhe dê flores, saiba se ela está bem, pergunte, questione, brigue, discuta, mais acima de tudo ame! E custe o que custar, se ela deixar... à faça feliz ♥
Ps: Que por acaso, merece aplausos ;}
É no dia seguinte que sabemos se o dia de ontem valeu a pena; é no dia seguinte que acordamos pra realidade, ou simplesmente dormimos no sonho.
A vida da gente começa no dia seguinte, e só existe uma maneira de viver... apaixonado!
Por isso, dance! Dance como se ninguém estivesse olhando você;
trabalhe como se não precisa-se de dinheiro; corra como se não houvesse a chegada; ame como se nunca tivesse sido magoado antes; acredite como se não houve-se frustração; grite como se ninguém estivesse ouvindo; beije como se fosse eterno; sorria como se não existisse lágrimas!
Abrace como se fossem todos amigos; durma como se não houvesse amanhã; crie como se não existisse crítica; vá, como se não precisasse voltar; acorde como se nunca mais você precisasse dormir de novo; faça a próxima viagem como se fosse a ultima; vista-se como se não existissem espelhos; proponha como se não existissem as recusas; brinque, como se não tivesse crescido; levante como se não tivesse caído; case como se não houve-se outra; mergulhe como se não houve-se medo; ouça como se não existisse o certo ou o errado; fale como se não existisse o certo ou o errado; aprecie como se fosse eterno; viva, como se não houve-se fim; prefira ser, ao invés de ter; sentir em vez de fingir; andar em vez de parar; ver ao invés de esconder; abrir em vez de fechar...
Apaixonar-se é um exercício de jardinagem: arranque o que faz mal, prepare o terreno, semeie, seja paciente, espere, regue e cuide... terá um jardim!
Mais esteja preparado porque haverá pragas, secas, ou excessos de chuvas, se desistir não terá um jardim, terá um descampado.
A paixão não se vê, não se guarda, não se prende, não se vende, não se controla, não se compra, não se fabrica; a paixão é a diferença do sucesso e do fracasso, entre a dúvida e a certeza, entre aqueles que gostam e fazer, entre aqueles que fazem e gostam...
Apaixonados não esperam, agem! A paixão é o que faz as coisas iguais, serem diferentes; lembre-se que a arca de Noé foi construída por apaixonados, que nada conheciam de navegação ou embarcação; e o Titanic, foi feito por engenheiros profissionais, fabulosos que queriam mostrar seu poder.
Lembre-se que certa hora em sua vida vai aparecer uma borboleta, e você vai precisar saber cuidá-la, se você ter ela na mão e querer fechar só pra você, e mais não deixá-la sair dali, ela vai morrer, porém se você abrir de mais sua mão, ela ira fugir... Então é preciso saber dar a dose certa de liberdade e de repreensão, para que ela fique livre e ao mesmo tempo protegida, e por mais que ela voe ou saia dali as vezes, se ela gosta mesmo de você, ela vai voltar...
Faça de uma nova paixão que acaba de florescer em seu coração a sua força para seguir em frente, a sua meta a ser atingida, o auge do seu mais novo amor!
Faça ela olhar pra você, e ver que você é diferente, mexa com os sentimentos dela, fazendo-a pensar em você e sentir borboletinhas na barriga; à faça feliz, sem ela perceber que você esta à amando, lhe dê flores, saiba se ela está bem, pergunte, questione, brigue, discuta, mais acima de tudo ame! E custe o que custar, se ela deixar... à faça feliz ♥
Ps: Que por acaso, merece aplausos ;}
sábado, 30 de agosto de 2008
Pequeno grande inexplicável eterno amor!
Parte da minha vida é muito pouco...
Parte da minha existência é quase lá...
Vida é perfeito...
Inexplicável é sensato...
Real parece sonho.
'...alguém disposto a construir um romance, dure quanto tempo durar...' pra brindar o infinito de nós dois!
Parte da minha existência é quase lá...
Vida é perfeito...
Inexplicável é sensato...
Real parece sonho.
'...alguém disposto a construir um romance, dure quanto tempo durar...' pra brindar o infinito de nós dois!
quinta-feira, 28 de agosto de 2008
Acorda!
- Hey, você pode me alcançar a caneta?
- ...
- Alôô! Me alcança a caneta?
- Hum? Que?
- A caneta!
- Bonita né...
- Me alcança!
- Ah sim, claro que eu já ia alcançar...
- Arran sei, você tá tão... distraída hoje...
- É.. eu sei.
- Huuuuuuuum, e por que hein?
- Quê? Ah, hum, não sei...
- Sei, sei, sei...
- É verdade! Eu tô tão... Tranquila...
- Só não se machuque se isso que tá te deixando tranquila não acontecer como você espera.
- A questão é justamente essa; eu não estou esperando nada *-* E eu adoro quando isso acontece, porque eu me sinto, leve, tranquila, bem entende? *-*
- Arran, mágico :}
- ...
- Alôô! Me alcança a caneta?
- Hum? Que?
- A caneta!
- Bonita né...
- Me alcança!
- Ah sim, claro que eu já ia alcançar...
- Arran sei, você tá tão... distraída hoje...
- É.. eu sei.
- Huuuuuuuum, e por que hein?
- Quê? Ah, hum, não sei...
- Sei, sei, sei...
- É verdade! Eu tô tão... Tranquila...
- Só não se machuque se isso que tá te deixando tranquila não acontecer como você espera.
- A questão é justamente essa; eu não estou esperando nada *-* E eu adoro quando isso acontece, porque eu me sinto, leve, tranquila, bem entende? *-*
- Arran, mágico :}
domingo, 24 de agosto de 2008
Dia de domingo.
Não via a hora de voltar para casa. De fato, como havia pensado antes de sair, não deveria ter saído da cama quentinha, que a acolhia com todo o carinho, amor e atenção que naquele domingo nostalgico, ela necessitava.
Estava cansada, mal conseguia se mexer na cama logo que deitou na noite passada; passara o dia anterior todo, correndo para lá, correndo para cá, não parou. As poucas vezes que sentou, logo era obrigada a levantar, sorrir, caminhar, e desejar a todos os presentes, um bom chá. O dia havia sido cansativo, seus pés pediam impacientemente por um confortável par de meias e o resto do corpo, somente por um banho quentinho e um pijama, contudo, tudo valeu a pena, muitos elogios e mais do que isso, contratos quase foram selados; ontem, ela estava bem.
A culpa não é do dia, não é do céu acizentado, da temperatura fria; muito pelo contrário, domingo's acizentados e gelados, muito a agradavam, a culpa era de um nobre rapaz, que sem muito esforço conseguiu terminar com o pouco de entusiasmo que nela havia.
Por segundos, ela tentou não vê-lo, tentou despistá-lo, mas quando sozinha ficou no mesmo ambiente em que ele estava, e nem em sua cara ele se dignou a olhar, sentiu um breve aperto no peito, pediu a chave do carro para seu pai, e foi se deitar. Não conseguiu pegar no sono, porque o vento gelado avisa a ela que ela deveria ao menos comprimentá-lo, afinal, poderia ser este o motivo de tantos olhares desencontrados; bem, levantou-se, já nem sentia tanta dor nas costas com a qual chegara, calçou o tênis, fechou as janelas, trancou as portas e dirigiu-se lentamente até onde o rapaz se encontrava; sentia um pouco de dor na cabeça, mas com fé em si mesma, acreditava que logo passaria. Chegou lá e ele mais uma vez não olhou em seus olhos, pensou consigo que ele poderia estar chateado, disfarçadamente foi para trás do moço, e com um anel de latinha, um pedacinho de madeira e uma pedrinha, tentou chamar a atenção do garoto:
- Ô tentação!
- Você não fala comigo... 8-)
- Não falo mesmo.
Bem, como pode mais uma vez sentir, ele não estava ali para ela, ele não tinha como objetivo se quer ser simpático; tudo bem, ela sabe que anteriormente havia desviado ele, mas já não tinha certeza se aquilo era porque ele havia percebido, ou se era porque ele tinha o objetivo de impressionar outras pessoas. Não desistiu, tentou começar alguns assuntos dos quais foram discretamente terminados antes mesmo do inicio, sorriu delicadamente, piscou algumas vezes, virou-se em outras, e quando ele finalmente saiu de onde estava, ela tomou seu rumo, comeu alguma coisa, observou o quão feliz ele aparentava sem ela por perto, com quem realmente o idolatrava, respirou fundo, e voltou para casa.
Estava cansada, mal conseguia se mexer na cama logo que deitou na noite passada; passara o dia anterior todo, correndo para lá, correndo para cá, não parou. As poucas vezes que sentou, logo era obrigada a levantar, sorrir, caminhar, e desejar a todos os presentes, um bom chá. O dia havia sido cansativo, seus pés pediam impacientemente por um confortável par de meias e o resto do corpo, somente por um banho quentinho e um pijama, contudo, tudo valeu a pena, muitos elogios e mais do que isso, contratos quase foram selados; ontem, ela estava bem.
A culpa não é do dia, não é do céu acizentado, da temperatura fria; muito pelo contrário, domingo's acizentados e gelados, muito a agradavam, a culpa era de um nobre rapaz, que sem muito esforço conseguiu terminar com o pouco de entusiasmo que nela havia.
Por segundos, ela tentou não vê-lo, tentou despistá-lo, mas quando sozinha ficou no mesmo ambiente em que ele estava, e nem em sua cara ele se dignou a olhar, sentiu um breve aperto no peito, pediu a chave do carro para seu pai, e foi se deitar. Não conseguiu pegar no sono, porque o vento gelado avisa a ela que ela deveria ao menos comprimentá-lo, afinal, poderia ser este o motivo de tantos olhares desencontrados; bem, levantou-se, já nem sentia tanta dor nas costas com a qual chegara, calçou o tênis, fechou as janelas, trancou as portas e dirigiu-se lentamente até onde o rapaz se encontrava; sentia um pouco de dor na cabeça, mas com fé em si mesma, acreditava que logo passaria. Chegou lá e ele mais uma vez não olhou em seus olhos, pensou consigo que ele poderia estar chateado, disfarçadamente foi para trás do moço, e com um anel de latinha, um pedacinho de madeira e uma pedrinha, tentou chamar a atenção do garoto:
- Ô tentação!
- Você não fala comigo... 8-)
- Não falo mesmo.
Bem, como pode mais uma vez sentir, ele não estava ali para ela, ele não tinha como objetivo se quer ser simpático; tudo bem, ela sabe que anteriormente havia desviado ele, mas já não tinha certeza se aquilo era porque ele havia percebido, ou se era porque ele tinha o objetivo de impressionar outras pessoas. Não desistiu, tentou começar alguns assuntos dos quais foram discretamente terminados antes mesmo do inicio, sorriu delicadamente, piscou algumas vezes, virou-se em outras, e quando ele finalmente saiu de onde estava, ela tomou seu rumo, comeu alguma coisa, observou o quão feliz ele aparentava sem ela por perto, com quem realmente o idolatrava, respirou fundo, e voltou para casa.
terça-feira, 19 de agosto de 2008
*-*
E sentada em um dos últimos bancos do ônibus que circulava sempre pela cidade, ela se deparava com o reflexo de suas mãos e seu rosto na janela; tentava distraír-se, pensar em algo que não fosse aquele dia, mas não conseguia, a emoção que sentia, era absolutamente única e parecia que por instantes aquele reflexo na janela era capaz de falar com ela.
Sentia-se bem. Não via a hora de descer no ponto próximo a sua casa e então caminhar, caminhar, caminhar... Antes, havia pensado em ir para casa caminhando, pois a sua tarde tinha sido tão bela que tudo o que ela desejava ao fim dela, era ficar mais um pouco, aproveitar até o último segundo; definitivamente, a cada momento que passava ao lado daquelas pessoas guardava dentro de si a certeza de que eles haviam chego em sua vida para transformá-la.
Ontem, parecia muito longe. Toda aquela descepção, aquela dor, aquela enxaqueca, havia desaparecido; não entendia muito bem porque mas sabia que aqueles anjos estavam envolvidos. Tinha todos os motivos do mudo para não estar bem, digamos que aos poucos as coisas até pareciam se ajeitar de um lado, mas de qualquer forma, dizer que a sua vida estava uma confusão parecia resumí-la, e ela gosta das coisas resumidas, coisas e pessoas objetivas, também atraem a atenção dela; mas este, não é caso; não importa se a sua família está em crise, se a sua vida amorosa está uma confusão; as pessoas com que ela passou a tarde, fazem-a esquecer desses pequenos detalhes, que quando ela está sozinha tornam-se grande motivos para enormes questionamentos.
Enfim, a calça do uniforme do colégio pinicava, a música que tocava pelo mp3 era meio triste, mas mesmo assim em seus lábios havia um sorriso; não um sorriso exagerado, amendrotado, falso, inventado, nem perto disso! Era um sorriso sincero, singelo, looooongo que parecia que nunca mais iria sair dali, que dava a sensação de que dali pra frente poderia acontecer qualquer coisa, que ele se manteria vivo dentro dela.
Há muito tempo ela descobriu que estes eram seus amigos; mas somente hoje, ela permetiu que seu coração quase saísse pela boca com algumas gargalhadas e somente hoje, ela se deu conta, que não é amigos que ela tem; são jóias; cada uma com um desenho, com um valor, com uma importância; com um efeito; mas todas elas, absolutamente essencias para sua existência; só hoje ela percebeu que são eles, aqueles que mesmo que um dia ela chegue a perder o contato, ela vai guardar pra sempre, dentro de um livro; o livro da sua vida, que ela fará questão de ler para seus filhos, netos, bisnetos e assim por diante.
Sentia-se bem. Não via a hora de descer no ponto próximo a sua casa e então caminhar, caminhar, caminhar... Antes, havia pensado em ir para casa caminhando, pois a sua tarde tinha sido tão bela que tudo o que ela desejava ao fim dela, era ficar mais um pouco, aproveitar até o último segundo; definitivamente, a cada momento que passava ao lado daquelas pessoas guardava dentro de si a certeza de que eles haviam chego em sua vida para transformá-la.
Ontem, parecia muito longe. Toda aquela descepção, aquela dor, aquela enxaqueca, havia desaparecido; não entendia muito bem porque mas sabia que aqueles anjos estavam envolvidos. Tinha todos os motivos do mudo para não estar bem, digamos que aos poucos as coisas até pareciam se ajeitar de um lado, mas de qualquer forma, dizer que a sua vida estava uma confusão parecia resumí-la, e ela gosta das coisas resumidas, coisas e pessoas objetivas, também atraem a atenção dela; mas este, não é caso; não importa se a sua família está em crise, se a sua vida amorosa está uma confusão; as pessoas com que ela passou a tarde, fazem-a esquecer desses pequenos detalhes, que quando ela está sozinha tornam-se grande motivos para enormes questionamentos.
Enfim, a calça do uniforme do colégio pinicava, a música que tocava pelo mp3 era meio triste, mas mesmo assim em seus lábios havia um sorriso; não um sorriso exagerado, amendrotado, falso, inventado, nem perto disso! Era um sorriso sincero, singelo, looooongo que parecia que nunca mais iria sair dali, que dava a sensação de que dali pra frente poderia acontecer qualquer coisa, que ele se manteria vivo dentro dela.
Há muito tempo ela descobriu que estes eram seus amigos; mas somente hoje, ela permetiu que seu coração quase saísse pela boca com algumas gargalhadas e somente hoje, ela se deu conta, que não é amigos que ela tem; são jóias; cada uma com um desenho, com um valor, com uma importância; com um efeito; mas todas elas, absolutamente essencias para sua existência; só hoje ela percebeu que são eles, aqueles que mesmo que um dia ela chegue a perder o contato, ela vai guardar pra sempre, dentro de um livro; o livro da sua vida, que ela fará questão de ler para seus filhos, netos, bisnetos e assim por diante.
sexta-feira, 15 de agosto de 2008
Brasil, mostra a tua cara!
Sabe, todas as pessoas, todas mesmo, reclamam do Brasil, inclusive eu. Sempre que não encontro o filme que quero disponível na locadora, quando percebo que os preços das coisas aumentaram no supermercado, quando a conta da água ou da luz vem muito alta, quando assisto ao jornal nacional, ou só quando me disponho a ler reportagens do jornal da minha cidade, acabo reclamando um pouco do Brasil.
E se somente eu e as demais pessoas reclamássemos, acho que não seria tão ruim, mas pior que isso é ver e ouvir que vamos além... Não só não nos contentamos com o que temos, como também, além de inverjamos países super-desenvolvidos, os criticamos.
Tá certo que muitos deles, conseguiram tudo o que tem de formas erradas; que muitos mataram milhares de pessoas e assim por diante, mas eu pergunto: O que nós estamos fazendo com o Brasil, não é a mesma coisa?
Eu sei que grande parte das pessoas que lêem meu blog, nunca mataram alguém, eu também nunca matei alguém, mas há vários jeitos de matar pessoas; e por mais que não tenhamos tomado uma arma na mão, mirado em alguém e por fim atirado no mesmo, nós permitimos que as outras pessoas façam isso. Como? Simples. Nós vivemos preocupados com o que a polícia municipal, estadual e federal, faz e deixa de fazer; nós vivemos preocupados com o que os políticos de perto e de longe fazem e deixam de fazer; mas nós não fazemos nada além de nos preocuparmos; ah sim, ainda tem aqueles que choram junto ao televisor quando vêem que alguma criança foi morta covardemente, mas eu pergunto: O que mais vocês fazem além de lamentar? Não estou defendendo eles, de modo algum, mas eu estou analisando a situação de fora, porque como diz o velho ditado, 'falar é fácil, já fazer...'
Os outros países podem ter conseguido tudo de formas erradas sim, mas eu quero saber, quem já morou em um só deles para poder falar tão mal deles, quanto falam. Eles podem ter problemas, eles devem ter problemas, mas seriam problemas tão rídiculos quanto os nossos? Sabe, eu sei que fome é algo complicado; eu sei que existem milhares de pessoas que passam fome todos os dias, eu sei que eu nunca passei fome, mas seria por isso que eu deveria apoiar o presidente em suas 'promoções' em favor a fome? Se elas realmente resolvessem definitivamente os problemas, eu até teria motivos, mas você apoia alguém sem confiar nesta pessoa? A culpa não é da presidência do Brasil, é do cara que senta na cadeira de presidente e que só se preocupa em prometer coisas vagas, que estimulam a preguiça das pessoas e muitas vezes até a ganância delas. Ele o presidente, seja o atual ou não, deveria se preocupar em conquistar a confiança das pessoas de outros modos além de promessas que são levadas adiante até a segunda semana após a eleição.
Você aí! Você acha todos aqueles caras que trabalham no senado gananciosos? Acha? Eu também! Mas agora me diz, você joga na mega-sena? Eu já joguei, uma ou duas vezes, mas aí eu acabei por cair na real sob uma coisa; é ganância. Tem lá, um prêmio de sei lá quantos milhões ou bilhões, que uma pessoa sozinha vai ganhar; e quem saber onde tá o erro? O erro é que a pessoa que vai ganhar é humana, e assim que ela colocar as mãos nos milhões ou bilhões, por mais sensata que ela tenha sido até o momento, ela vai esquecer de tudo; e de duas uma: ou ela vai torrar tudo de uma vez só sozinha, ou ela vai sair promovendo generosidade e vai acabar por gastar tudo da mesma forma; e mesmo que ela invista bem, ela jamais vai pensar em resolver qualquer problema nacional com o dinheiro; e a culpa nem é dela; é do costume de que 'políticos são corruptos e meu dinheiro vai todo para eles', e ainda houvesse 0,1% de chances de que o dinheiro que esta pessoa viria a dar para resolver um problema nacional fosse mesmo direcionado para o que ela pretendia, tudo bem, mas não, tanto a pessoa, quantos nós sabemos que pelo menos um, dos que trabalham lá vão desviar esse dinheiro, e isso minha gente, infelizmente não é pessimismo, não é falta de fé, não é falta de esperança, é vergonha, é costume, é fato.
O que mais me assusta ainda é a geração de adolescente altamente influenciáveis. Vivem criticando as empresas externas, vivem criticando terroristas e sempre querem ser heróis, mas não passam de meros adolescentes, que não tem cultura, que não tem força, que não tem voz, que só sabem desvalorizar seus pais para 'curtir a vida'. Quem sou eu pra dizer isso? Uma adolescente que até pouco tempo atrás, não se preocupava em respeitar os pais, muito menos em dar satisfações sobre as coisas que fazia, mas eu estou crescendo e sem querer acabei por ver as coisas de um ooooutro ângulo. E o que você adolescente deve estar pensando agora? Fácil. Antes de ler a minha crítica que te atinge, você estava achando o texto ótimo, com certeza, pensou até me copia-lo, mas eu critiquei você, eu me critiquei, então o texto agora é lixo. Mas posso lembrá-lo de uma coisa? Não foi a coca-cola que teve uma relação sexual com a nike e que deu origem a você, foi seu pai que teve uma relação com a sua mãe e que por ventura deu origem a você criatura. Careta isso né? Demais! Mas quem disse que o careta é errado, e por que o careta é tão criticado? Só por que é careta? [...] Sabe, você nasceu de sexo. E você garoto de 16 anos cheio de hormônios que sempre quando os pais da sua namorada ou ficante sai de casa tenta seduzi-la, também nasceu de sexo. Divertido né? Uhum, você nasceu de uma união que a tempos era constituída principalmente de amor, mas que nunca deixou a diversão de lado, sabia? Foi no meio de uma diversão amorosa que você nasceu, mas isso não lhe dá o direito de deixar o amor de lado e fazer só o que é divertido, assim, como isso também não lhe dá o direito de se divertir faltando com a educação perante a seus pais, porque um dia você vai ter filhos, e eu se fosse você, começaria a pensar em que histórias seus pais vão contar sobre você para eles, porque sinceramente, eu não queria ser filha de um desses garotos que se diverte em raves, raxas e demais babaquísses. Meu, agora sim isso foi careta! Pensou você. Não foi não; não pelo motivo por qual escrevi, mas sim pelo motivo por qual você pensou. Você deve ter pensado: Essa garota é doida, não aproveita a vida! Aproveitar a vida meus caros colegas, não é ir em rave beber, cair e levantar, beijar na boca e sair dirigindo o carro que você pegou escondido dos seus pais noite passada e que com você no volante é o mesmo que o atestado de óbito de pessoas que muitas vezes estão indo 'dar uma volta'. Não critico as raves, critico os bocós que vão nelas; mas eles não são bocós porque vão nelas; são bocós porque fazem delas um puteiro. Sabe, eu não vejo dificuldade em estudar, respeitar e me divertir, tudo ao mesmo tempo. Não vejo mesmo! Vejo a preguiça às vezes, mas não vejo o pouco caso, a insensatez e a babaquísse. E você deveria começar a se livrar dessas coisas um pouco, e começar a analisar as coisas por outros ângulos, antes que você seja uma coisa para ser analisada.
Isso aqui, não é um texto com o intuíto de revoltar alguém, muito menos de criar conflitos, é só um desabafo perante a uma situação ridícula; que foi aqueles trotes que os bandidos passam de dentro do presídio, e que por acaso, 'ninguém sabe como eles conseguem'.
Enquanto nós, povo do Brasil, não admitirmos que temos SIM errado MUITO, nada nesse país vai mudar. Enquanto a justiça, não for feita com JUSTIÇA e não com suborno, nada nesse país vai mudar. Enquanto nós, taparmos os olhos para o que de ruim aqui acontece, nada nesse país vai mudar. E enquanto nós nos calarmos perante as crueldades que todos os dias temos de assistir nos noticiários, nada nesse país vai mudar.
Que sejamos rebeldes com causa; e que levemos a causa por menor que seja, a sério.
BRASIL, MOSTRA A TUA CARA!
E se somente eu e as demais pessoas reclamássemos, acho que não seria tão ruim, mas pior que isso é ver e ouvir que vamos além... Não só não nos contentamos com o que temos, como também, além de inverjamos países super-desenvolvidos, os criticamos.
Tá certo que muitos deles, conseguiram tudo o que tem de formas erradas; que muitos mataram milhares de pessoas e assim por diante, mas eu pergunto: O que nós estamos fazendo com o Brasil, não é a mesma coisa?
Eu sei que grande parte das pessoas que lêem meu blog, nunca mataram alguém, eu também nunca matei alguém, mas há vários jeitos de matar pessoas; e por mais que não tenhamos tomado uma arma na mão, mirado em alguém e por fim atirado no mesmo, nós permitimos que as outras pessoas façam isso. Como? Simples. Nós vivemos preocupados com o que a polícia municipal, estadual e federal, faz e deixa de fazer; nós vivemos preocupados com o que os políticos de perto e de longe fazem e deixam de fazer; mas nós não fazemos nada além de nos preocuparmos; ah sim, ainda tem aqueles que choram junto ao televisor quando vêem que alguma criança foi morta covardemente, mas eu pergunto: O que mais vocês fazem além de lamentar? Não estou defendendo eles, de modo algum, mas eu estou analisando a situação de fora, porque como diz o velho ditado, 'falar é fácil, já fazer...'
Os outros países podem ter conseguido tudo de formas erradas sim, mas eu quero saber, quem já morou em um só deles para poder falar tão mal deles, quanto falam. Eles podem ter problemas, eles devem ter problemas, mas seriam problemas tão rídiculos quanto os nossos? Sabe, eu sei que fome é algo complicado; eu sei que existem milhares de pessoas que passam fome todos os dias, eu sei que eu nunca passei fome, mas seria por isso que eu deveria apoiar o presidente em suas 'promoções' em favor a fome? Se elas realmente resolvessem definitivamente os problemas, eu até teria motivos, mas você apoia alguém sem confiar nesta pessoa? A culpa não é da presidência do Brasil, é do cara que senta na cadeira de presidente e que só se preocupa em prometer coisas vagas, que estimulam a preguiça das pessoas e muitas vezes até a ganância delas. Ele o presidente, seja o atual ou não, deveria se preocupar em conquistar a confiança das pessoas de outros modos além de promessas que são levadas adiante até a segunda semana após a eleição.
Você aí! Você acha todos aqueles caras que trabalham no senado gananciosos? Acha? Eu também! Mas agora me diz, você joga na mega-sena? Eu já joguei, uma ou duas vezes, mas aí eu acabei por cair na real sob uma coisa; é ganância. Tem lá, um prêmio de sei lá quantos milhões ou bilhões, que uma pessoa sozinha vai ganhar; e quem saber onde tá o erro? O erro é que a pessoa que vai ganhar é humana, e assim que ela colocar as mãos nos milhões ou bilhões, por mais sensata que ela tenha sido até o momento, ela vai esquecer de tudo; e de duas uma: ou ela vai torrar tudo de uma vez só sozinha, ou ela vai sair promovendo generosidade e vai acabar por gastar tudo da mesma forma; e mesmo que ela invista bem, ela jamais vai pensar em resolver qualquer problema nacional com o dinheiro; e a culpa nem é dela; é do costume de que 'políticos são corruptos e meu dinheiro vai todo para eles', e ainda houvesse 0,1% de chances de que o dinheiro que esta pessoa viria a dar para resolver um problema nacional fosse mesmo direcionado para o que ela pretendia, tudo bem, mas não, tanto a pessoa, quantos nós sabemos que pelo menos um, dos que trabalham lá vão desviar esse dinheiro, e isso minha gente, infelizmente não é pessimismo, não é falta de fé, não é falta de esperança, é vergonha, é costume, é fato.
O que mais me assusta ainda é a geração de adolescente altamente influenciáveis. Vivem criticando as empresas externas, vivem criticando terroristas e sempre querem ser heróis, mas não passam de meros adolescentes, que não tem cultura, que não tem força, que não tem voz, que só sabem desvalorizar seus pais para 'curtir a vida'. Quem sou eu pra dizer isso? Uma adolescente que até pouco tempo atrás, não se preocupava em respeitar os pais, muito menos em dar satisfações sobre as coisas que fazia, mas eu estou crescendo e sem querer acabei por ver as coisas de um ooooutro ângulo. E o que você adolescente deve estar pensando agora? Fácil. Antes de ler a minha crítica que te atinge, você estava achando o texto ótimo, com certeza, pensou até me copia-lo, mas eu critiquei você, eu me critiquei, então o texto agora é lixo. Mas posso lembrá-lo de uma coisa? Não foi a coca-cola que teve uma relação sexual com a nike e que deu origem a você, foi seu pai que teve uma relação com a sua mãe e que por ventura deu origem a você criatura. Careta isso né? Demais! Mas quem disse que o careta é errado, e por que o careta é tão criticado? Só por que é careta? [...] Sabe, você nasceu de sexo. E você garoto de 16 anos cheio de hormônios que sempre quando os pais da sua namorada ou ficante sai de casa tenta seduzi-la, também nasceu de sexo. Divertido né? Uhum, você nasceu de uma união que a tempos era constituída principalmente de amor, mas que nunca deixou a diversão de lado, sabia? Foi no meio de uma diversão amorosa que você nasceu, mas isso não lhe dá o direito de deixar o amor de lado e fazer só o que é divertido, assim, como isso também não lhe dá o direito de se divertir faltando com a educação perante a seus pais, porque um dia você vai ter filhos, e eu se fosse você, começaria a pensar em que histórias seus pais vão contar sobre você para eles, porque sinceramente, eu não queria ser filha de um desses garotos que se diverte em raves, raxas e demais babaquísses. Meu, agora sim isso foi careta! Pensou você. Não foi não; não pelo motivo por qual escrevi, mas sim pelo motivo por qual você pensou. Você deve ter pensado: Essa garota é doida, não aproveita a vida! Aproveitar a vida meus caros colegas, não é ir em rave beber, cair e levantar, beijar na boca e sair dirigindo o carro que você pegou escondido dos seus pais noite passada e que com você no volante é o mesmo que o atestado de óbito de pessoas que muitas vezes estão indo 'dar uma volta'. Não critico as raves, critico os bocós que vão nelas; mas eles não são bocós porque vão nelas; são bocós porque fazem delas um puteiro. Sabe, eu não vejo dificuldade em estudar, respeitar e me divertir, tudo ao mesmo tempo. Não vejo mesmo! Vejo a preguiça às vezes, mas não vejo o pouco caso, a insensatez e a babaquísse. E você deveria começar a se livrar dessas coisas um pouco, e começar a analisar as coisas por outros ângulos, antes que você seja uma coisa para ser analisada.
Isso aqui, não é um texto com o intuíto de revoltar alguém, muito menos de criar conflitos, é só um desabafo perante a uma situação ridícula; que foi aqueles trotes que os bandidos passam de dentro do presídio, e que por acaso, 'ninguém sabe como eles conseguem'.
Enquanto nós, povo do Brasil, não admitirmos que temos SIM errado MUITO, nada nesse país vai mudar. Enquanto a justiça, não for feita com JUSTIÇA e não com suborno, nada nesse país vai mudar. Enquanto nós, taparmos os olhos para o que de ruim aqui acontece, nada nesse país vai mudar. E enquanto nós nos calarmos perante as crueldades que todos os dias temos de assistir nos noticiários, nada nesse país vai mudar.
Que sejamos rebeldes com causa; e que levemos a causa por menor que seja, a sério.
BRASIL, MOSTRA A TUA CARA!
sábado, 9 de agosto de 2008
- Desculpa o atraso.
Irritada, angustiada, com muita pressa, batendo o pé e olhando compulsivamente no relógio ela esperava sua senha aparecer no painel.
De longe, um garoto, vestia calça jeans clara, uma camiseta regata branca lisa e uma camisa xadrez por cima. O cabelo não era muito curto, com forma indefinida e cor mais ainda mas era bonito mesmo que um tanto quanto bagunçado. Acessórios, só um relógio no pulso esquerdo e fones de ouvido. Ele parecia distraído, mas com certeza não estava, porque o ritmo de sua respiração indicava que ele estava realmente deslumbrado com algo; ou alguém.
Ela estava sentada, mais precisamente na ponta da cadeira, mesmo que para a sua vez faltassem 50 números, ela não se continha, levantava, sentava, roía as unhas e cada movimento, chamava mais a atenção dele. Ela tinha cabelo castanho escuro, ondeado, vestia uma calça jeans escura, uma blusa vermelha meia manga, e um cachecol marrom, bege e vermelho; calçava all star como de costume, mas embora o traje desta vez indicasse tranquilidade, definitivamente, ela não estava traquila. Em demais dias, deixava que o tempo a mostrasse as coisas, mas naquele dia havia acordado diferente e nem sabia por quê.
Agora, ele é quem roía as unhas, queria ouvir a voz dela; porque definitivamente além de um jeito despojado pra se vestir, ele também tinha manias e gostos 'despojados', e para tanto ouvir a voz dela era essencial, respirou fundo, enxeu o peito e quando um lugar ao lado dela vagou, lá foi ele...
- Você vem sempre aqui?
Ela olhou com reprovação: - É uma fila de banco sabia? --'
- Sim eu sei, mas na falta de assunto, até caras legais como eu apelam para inícios de conversa que se parecem com cantadas de construção.
- Haha, legal cara, eu estou com pressa; e nem sei porquê.
- Tem namorado?
- Não acha que tá indo rápido demais?
- Mulheres... Fazemos uma pergunta e elas já acham que estamos dando em cima delas - não que eu não tenha interesse em você - mas só perguntei porque como homem, sei que a maioria dos homens é impaciente, e talvez um namorado apressado, seria o motivo.
- Divertido.
- Hum?
- Você é divertido, mas não, não tenho namorado.
- Como uma garota como você pode não ter namorado? Rum, quer dizer, não?
- Não, não. *sorri*
- Sorriso bonito.
- Ah, obrigada. Além de divertido, anota aí, você é galanteador.
- Hey! ¬¬
- E fofo.
- 8-) ;$ Ahn, então, o que você faz aqui?
- Garoto, vamos logo com isso, se você quer saber como eu sou, quem eu sou, o que eu gosto de fazer, tipo musical e tudo mais, pergunte logo, não fique fazendo perguntas que nos levarão a um silêncio desconfortável.
- Como sabe?
- Porque todo fazem isso.
- Como conseguem?
- Ahn?
- Como conseguem fazerem perguntas que levam ao silêncio?
- Você sabe... Perguntas idiotas, que uma hora acabam e aí vem o silêncio.
- Como é o seu silêncio?
- Haha, vou eu saber!
- Fiquei quieta.
- Quê?
- É, assim eu posso dizer como é seu silêncio.
- [...]
- [...]
- [...]
- [...]
- [...]
- Espetacular.
- Não é desconfortável?
- Nem um pouco. É um espetáculo.
- Menos garoto, menos.
- Não, é sério, a sincronia com qual você respira, faz de tudo um espetáculo, seus olhos piscam em conjunto com o resto do ambiente como se estivessem dançando, espetacular.
- Você vem sempre aqui?
- Olha a cantada aí minha gente!
- Não, não é isso, é que eu gostei de você, e agora só faltam 25... Meu Deus só 25 números? A gente conversou muito, o tempo passou rápido ou aconteceu algo sobre natural? Hahaha...
- Desculpa o atraso.
- Atraso?
*Vira-se, os olhares se encontram.*
- É, eu deveria ter chego mais cedo.
- Aqui? Por que? Menos fila?
- Não, na sua vida.
*Engole seco, respira fundo.*
- Na minha vida?
- Sim e não.
- Sim e não?
- Deveria sim ter chego mais cedo, pra ter sentido essa sensação de paz, alegria, ansiosidade e medo misturados a mais tempo, e não deveria, porque chegando agora, neste exato momento, eu tenho como daqui pra frente, escrever o resto da minha história ao seu lado...
- [...]
- ;$ Se quiser, é claro.
- * Sorri *
* Aproxima-se lentamente, e beija os lábios dela. Conforme o beijo acontece, ela fecha os olhos, e quando abre, ouve o 'blimblom', de que chegou sua vez.
De longe, um garoto, vestia calça jeans clara, uma camiseta regata branca lisa e uma camisa xadrez por cima. O cabelo não era muito curto, com forma indefinida e cor mais ainda mas era bonito mesmo que um tanto quanto bagunçado. Acessórios, só um relógio no pulso esquerdo e fones de ouvido. Ele parecia distraído, mas com certeza não estava, porque o ritmo de sua respiração indicava que ele estava realmente deslumbrado com algo; ou alguém.
Ela estava sentada, mais precisamente na ponta da cadeira, mesmo que para a sua vez faltassem 50 números, ela não se continha, levantava, sentava, roía as unhas e cada movimento, chamava mais a atenção dele. Ela tinha cabelo castanho escuro, ondeado, vestia uma calça jeans escura, uma blusa vermelha meia manga, e um cachecol marrom, bege e vermelho; calçava all star como de costume, mas embora o traje desta vez indicasse tranquilidade, definitivamente, ela não estava traquila. Em demais dias, deixava que o tempo a mostrasse as coisas, mas naquele dia havia acordado diferente e nem sabia por quê.
Agora, ele é quem roía as unhas, queria ouvir a voz dela; porque definitivamente além de um jeito despojado pra se vestir, ele também tinha manias e gostos 'despojados', e para tanto ouvir a voz dela era essencial, respirou fundo, enxeu o peito e quando um lugar ao lado dela vagou, lá foi ele...
- Você vem sempre aqui?
Ela olhou com reprovação: - É uma fila de banco sabia? --'
- Sim eu sei, mas na falta de assunto, até caras legais como eu apelam para inícios de conversa que se parecem com cantadas de construção.
- Haha, legal cara, eu estou com pressa; e nem sei porquê.
- Tem namorado?
- Não acha que tá indo rápido demais?
- Mulheres... Fazemos uma pergunta e elas já acham que estamos dando em cima delas - não que eu não tenha interesse em você - mas só perguntei porque como homem, sei que a maioria dos homens é impaciente, e talvez um namorado apressado, seria o motivo.
- Divertido.
- Hum?
- Você é divertido, mas não, não tenho namorado.
- Como uma garota como você pode não ter namorado? Rum, quer dizer, não?
- Não, não. *sorri*
- Sorriso bonito.
- Ah, obrigada. Além de divertido, anota aí, você é galanteador.
- Hey! ¬¬
- E fofo.
- 8-) ;$ Ahn, então, o que você faz aqui?
- Garoto, vamos logo com isso, se você quer saber como eu sou, quem eu sou, o que eu gosto de fazer, tipo musical e tudo mais, pergunte logo, não fique fazendo perguntas que nos levarão a um silêncio desconfortável.
- Como sabe?
- Porque todo fazem isso.
- Como conseguem?
- Ahn?
- Como conseguem fazerem perguntas que levam ao silêncio?
- Você sabe... Perguntas idiotas, que uma hora acabam e aí vem o silêncio.
- Como é o seu silêncio?
- Haha, vou eu saber!
- Fiquei quieta.
- Quê?
- É, assim eu posso dizer como é seu silêncio.
- [...]
- [...]
- [...]
- [...]
- [...]
- Espetacular.
- Não é desconfortável?
- Nem um pouco. É um espetáculo.
- Menos garoto, menos.
- Não, é sério, a sincronia com qual você respira, faz de tudo um espetáculo, seus olhos piscam em conjunto com o resto do ambiente como se estivessem dançando, espetacular.
- Você vem sempre aqui?
- Olha a cantada aí minha gente!
- Não, não é isso, é que eu gostei de você, e agora só faltam 25... Meu Deus só 25 números? A gente conversou muito, o tempo passou rápido ou aconteceu algo sobre natural? Hahaha...
- Desculpa o atraso.
- Atraso?
*Vira-se, os olhares se encontram.*
- É, eu deveria ter chego mais cedo.
- Aqui? Por que? Menos fila?
- Não, na sua vida.
*Engole seco, respira fundo.*
- Na minha vida?
- Sim e não.
- Sim e não?
- Deveria sim ter chego mais cedo, pra ter sentido essa sensação de paz, alegria, ansiosidade e medo misturados a mais tempo, e não deveria, porque chegando agora, neste exato momento, eu tenho como daqui pra frente, escrever o resto da minha história ao seu lado...
- [...]
- ;$ Se quiser, é claro.
- * Sorri *
* Aproxima-se lentamente, e beija os lábios dela. Conforme o beijo acontece, ela fecha os olhos, e quando abre, ouve o 'blimblom', de que chegou sua vez.
terça-feira, 5 de agosto de 2008
sábado, 2 de agosto de 2008
psiu!
Vestia uma calça jeans escura, um tênis branco da puma, uma camiseta vermelha e uma camisa de cor indefinida completava o traje.
Cabelos cacheados, olhos castanhos. Olhos pequenos, cilhos curtos mais bem definidos. Lábios largos, largos e bem avermelhados. Nariz pequeno, bonitinho ;}
Mãos longas, braços claros e gelados.
Pele delicada, de criança, macia, fofinha, confortável!
Quando ficou arrepiado, foi engraçado, e sua cara de preguiça é uma graça!
É, foi um sábado divertido, em eu pude rever um conhecido e obter um amigo entre risadas, conversas, observações e besteiras ;} Sábado agradável, obrigada (:
Ps: 50 anos já? :x hahaha *-*
Cabelos cacheados, olhos castanhos. Olhos pequenos, cilhos curtos mais bem definidos. Lábios largos, largos e bem avermelhados. Nariz pequeno, bonitinho ;}
Mãos longas, braços claros e gelados.
Pele delicada, de criança, macia, fofinha, confortável!
Quando ficou arrepiado, foi engraçado, e sua cara de preguiça é uma graça!
É, foi um sábado divertido, em eu pude rever um conhecido e obter um amigo entre risadas, conversas, observações e besteiras ;} Sábado agradável, obrigada (:
Ps: 50 anos já? :x hahaha *-*
lalala...
É só um jogo... E eu nunca gostei muito de jogar, mesmo quando eu era criança. Poderia ser tabuleiro, pega-pega, esconde-esconde, cartas... Nem sempre quando eu chegava a jogar, eu estava realmente afim de fazê-lo.
Jogos testam as pessoas, e eu não nasci para ser testada.
Jogos são ruins, porque independente de quantos jogam, só um sai vencedor, ou só uma dupla, só uma equipe, só um time... Independe da modalidade, é sempre assim. E as pessoas nunca começam a jogar seja lá o que for, pensando em dar a vitória, pensando que vai perder, pode até falar, mas de fato isso não é o que ela quer e sente, porque o jogo estimula nossa ganância.
Jogos testam as pessoas, e eu não nasci para ser testada.
Jogos são ruins, porque independente de quantos jogam, só um sai vencedor, ou só uma dupla, só uma equipe, só um time... Independe da modalidade, é sempre assim. E as pessoas nunca começam a jogar seja lá o que for, pensando em dar a vitória, pensando que vai perder, pode até falar, mas de fato isso não é o que ela quer e sente, porque o jogo estimula nossa ganância.
quinta-feira, 31 de julho de 2008
É complicado.
Você acha que ela mudaria de posição por sua causa? Hum?
Por um acaso, passou pela sua cabeça que depois das coisas que você disse ela rastejaria aos teus pés?
Você é cego? Às vezes eu acho que é. Acho que você passou a maior parte da sua vida, durmindo, porque é impossível um garoto ter a sua idade e agir como um pirralho, é absolutamente impossível.
Você queria que eu tivesse dificultado tudo não é mesmo? Mas exatamente, para quê? Para depois usar isso como artifício pra me jogar em um canto de outro jeito? Talvez tivesse sido melhor não é mesmo? Talvez eu não tivesse tido que ler o que li, quando em outras palavras você se referiu a mim como sendo uma qualquer. Machucou sabia?
Eu não sou a garota perfeita que em meio de um 'contorno de situação' você citou, não sou mesmo. Eu nunca quis ser e não seria agora que eu mudaria de opinião. Mas digamos que eu realmente fosse, para você eu sempre teria um único defeito, aquele que compete em não sair rastejando por garotos.
Eu trato a todos bem, eu não gosto de fazer inimigos, e se eu os tenho pode até ser por minhas idéias, minhas convicções, meus conceitos, meus atos, mas com certeza é porque não há concordância; até porque eu não costumo sair ferindo pessoas, humilhando-as, desprezando-as, agredindo mesmo que moralmente; se eu faço é porque é necessário, mas quem me conhece bem, sabe que logo me arrependo e que se analisando as situações eu acredito valer a pena, eu peço desculpas. Porém nem sempre as minhas desculpas são aceitas, o que não muda o meu jeito de ver a pessoa, já que muitas vezes, eu também não consigo desculpar algumas coisas logo depois que elas acontecem, mas mesmo que eu as desculpasse sempre de imediato, não seria falsidade ou tentativa de ter milhares de pessoas a minha volta, eu só não tenho o costume de pagar tudo na mesma moeda, eu detesto machucar as pessoas.
Acho que você jogou com tudo o que tinha. Mesmo sabendo que eu não estava afim de jogar deste jeito, você usou tudo o que tinha para derrotar o seu oponente que nem no tabuleiro estava mais. Você fez questão de distorcer a situação aproveitando assim para posar de vítima ao mesmo tempo que ficava por cima, a única coisa que você esqueceu nesse caminho, foi que não havia ninguém para você ultrapassar, muito menos para você condenar, porque não houveram fatos e muito menos possibilidades para que algo fosse destruído, até porque, não existia algo.
Eu posso ter me encantado contigo de imediato, mas como eu mesma te disse, eu sou uma pessoa substituta, o que pelo visto você não entendeu. Sabe, mesmo sendo uma pessoa substituta, eu também me machuco, e ou você não entendeu essa parte e achou que eu não me machucaria, ou você entendeu e mesmo assim prosseguiu, o que definitivamente, eu não pretendo levar em conta, porque certamente eu me machucaria mais.
Eu não sei bem onde está a graça de tudo isso, se é que tem alguma graça. Muito menos sei onde está a parte simples, a parte que 'não era pra machucar' e se tiver algum possível mal entendido, eu não sei onde você o colocou já que fez questão de esclarecer - mesmo que indiretamente - exatamente o que precisava dizer.
Está mais do que claro, que eu não sou a garota para você. E mesmo que para você eu fosse, se eu soubesse do que você chegou a pensar - e que ontem disse - eu desistiria de fazer questão de ser, porque assim como você não precisa de uma pessoa substituta, eu não preciso de um garoto que não se importa se suas idéias e pensamentos vão ou não machucar alguém, mesmo que esse alguém não seja eu.
Eu detesto alegar as coisas que eu faço ou deixo de fazer pelas pessoas porque eu sei que isso é ridículo, é como dar com uma mão e cobrar com a outra, mas, como eu tenho quase certeza de que você não vai ler isso, eu só queria deixar registradas duas perguntas; quantas pessoas já acolheram você sem te julgar? e quantas dessas você machucou desse jeito?
Se a sua vida continuou, se você acha que não disse nada demais, se acha tudo isso um exagero, se você não se importa com o que eu digo ou deixo de dizer, se para você isso é tempestade em copo d´água, eu não estou interessada, porque você é homem, e jamais vai conseguir sentir o que eu senti, até porque, acredito eu, que só mulheres entenderiam o que você disse, do jeito que eu entendi, e por mais que eu esteja errada, que eu esteja cometendo um grande equívoco, agora, isso não faz diferença.
Como uma das minhas amigas disse, "você perdeu o que você nem possuiu.", tudo isso porque você quis terminar algo que nem existia, de um modo tão desnecessário quanto apagar fogo assoprando. Enfim, uma boa vida.
Por um acaso, passou pela sua cabeça que depois das coisas que você disse ela rastejaria aos teus pés?
Você é cego? Às vezes eu acho que é. Acho que você passou a maior parte da sua vida, durmindo, porque é impossível um garoto ter a sua idade e agir como um pirralho, é absolutamente impossível.
Você queria que eu tivesse dificultado tudo não é mesmo? Mas exatamente, para quê? Para depois usar isso como artifício pra me jogar em um canto de outro jeito? Talvez tivesse sido melhor não é mesmo? Talvez eu não tivesse tido que ler o que li, quando em outras palavras você se referiu a mim como sendo uma qualquer. Machucou sabia?
Eu não sou a garota perfeita que em meio de um 'contorno de situação' você citou, não sou mesmo. Eu nunca quis ser e não seria agora que eu mudaria de opinião. Mas digamos que eu realmente fosse, para você eu sempre teria um único defeito, aquele que compete em não sair rastejando por garotos.
Eu trato a todos bem, eu não gosto de fazer inimigos, e se eu os tenho pode até ser por minhas idéias, minhas convicções, meus conceitos, meus atos, mas com certeza é porque não há concordância; até porque eu não costumo sair ferindo pessoas, humilhando-as, desprezando-as, agredindo mesmo que moralmente; se eu faço é porque é necessário, mas quem me conhece bem, sabe que logo me arrependo e que se analisando as situações eu acredito valer a pena, eu peço desculpas. Porém nem sempre as minhas desculpas são aceitas, o que não muda o meu jeito de ver a pessoa, já que muitas vezes, eu também não consigo desculpar algumas coisas logo depois que elas acontecem, mas mesmo que eu as desculpasse sempre de imediato, não seria falsidade ou tentativa de ter milhares de pessoas a minha volta, eu só não tenho o costume de pagar tudo na mesma moeda, eu detesto machucar as pessoas.
Acho que você jogou com tudo o que tinha. Mesmo sabendo que eu não estava afim de jogar deste jeito, você usou tudo o que tinha para derrotar o seu oponente que nem no tabuleiro estava mais. Você fez questão de distorcer a situação aproveitando assim para posar de vítima ao mesmo tempo que ficava por cima, a única coisa que você esqueceu nesse caminho, foi que não havia ninguém para você ultrapassar, muito menos para você condenar, porque não houveram fatos e muito menos possibilidades para que algo fosse destruído, até porque, não existia algo.
Eu posso ter me encantado contigo de imediato, mas como eu mesma te disse, eu sou uma pessoa substituta, o que pelo visto você não entendeu. Sabe, mesmo sendo uma pessoa substituta, eu também me machuco, e ou você não entendeu essa parte e achou que eu não me machucaria, ou você entendeu e mesmo assim prosseguiu, o que definitivamente, eu não pretendo levar em conta, porque certamente eu me machucaria mais.
Eu não sei bem onde está a graça de tudo isso, se é que tem alguma graça. Muito menos sei onde está a parte simples, a parte que 'não era pra machucar' e se tiver algum possível mal entendido, eu não sei onde você o colocou já que fez questão de esclarecer - mesmo que indiretamente - exatamente o que precisava dizer.
Está mais do que claro, que eu não sou a garota para você. E mesmo que para você eu fosse, se eu soubesse do que você chegou a pensar - e que ontem disse - eu desistiria de fazer questão de ser, porque assim como você não precisa de uma pessoa substituta, eu não preciso de um garoto que não se importa se suas idéias e pensamentos vão ou não machucar alguém, mesmo que esse alguém não seja eu.
Eu detesto alegar as coisas que eu faço ou deixo de fazer pelas pessoas porque eu sei que isso é ridículo, é como dar com uma mão e cobrar com a outra, mas, como eu tenho quase certeza de que você não vai ler isso, eu só queria deixar registradas duas perguntas; quantas pessoas já acolheram você sem te julgar? e quantas dessas você machucou desse jeito?
Se a sua vida continuou, se você acha que não disse nada demais, se acha tudo isso um exagero, se você não se importa com o que eu digo ou deixo de dizer, se para você isso é tempestade em copo d´água, eu não estou interessada, porque você é homem, e jamais vai conseguir sentir o que eu senti, até porque, acredito eu, que só mulheres entenderiam o que você disse, do jeito que eu entendi, e por mais que eu esteja errada, que eu esteja cometendo um grande equívoco, agora, isso não faz diferença.
Como uma das minhas amigas disse, "você perdeu o que você nem possuiu.", tudo isso porque você quis terminar algo que nem existia, de um modo tão desnecessário quanto apagar fogo assoprando. Enfim, uma boa vida.
quarta-feira, 30 de julho de 2008
Só hoje.
Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga.
Chora.
Sem perguntas.
Chora.
Sem perguntas.
segunda-feira, 28 de julho de 2008
As garotas do 1201!
Capítulo 1.
Hoje é só 28 de julho de 2008 e nós, as garotas do 1201, estamos apenas planejando o futuro.
Sim, um futuro que parece estar longe, mas que se depender da nossa vontade em breve vai ser o nosso presente.
Daqui um ano e meio? Jéssica Dassi, a mais velha delas, vai para a capital do Paraná, a grande Curitiba, onde vai morar por um ano sozinha, até que as garotas cheguem e definitivamente todas sejam conhecidas pelas garotas - ou mulheres como a própria Cristina disse - do 1201, que por acaso, será delicadamente mobíliado, pintado, arrumado, dividido.
É. Dois quartos e duas em cada quarto, quem com quem? Uma discussão que ainda temos dois anos e meio para discutir, sim porque elas só vão daqui dois anos e meio, quando a vovó já tiver pego as manhas da capital :}
Débora e Jéssica, provavelmente não ficarão no mesmo quarto, mas isso é só um detalhe afinal tudo indica que elas ficarão sozinhas em casa nas sextas e sábados assistindo filme e comendo brigadeiro, enquanto as outras saem com seus homens.
As cores do cômodos são invejáveis, os detalhes imaginados serão absolutamente mágicos e com absoluta certeza estarão em todos os lugares, até mesmo, nas cores dos talheres e louças da cozinha, que a princípio todos os dias será comandada pela dupla a pouco citada, Jéssica e Débora, e uma vez por mês pela japagirl mais legal do mundo com a sua esperada noite da pizza.
Não podemos dizer que está tudo planejado, porque como comentamos, é bom começar desde já, porque os gosto mudam mas os detalhes importante podem ser aperfeiçoados sempre; nós sabemos que a suíte depende de quem irá durmir com a Jéssica, afinal, se for pelo mais provável que até agora é a Japagirl, a decoração do banheiro cada semana será de uma cor, e mais do que isso as paredes serão divididas igualmente decoradas com pôsters de bandas e filmes, sem contar é claro em enfeites que deixarão aquele clima de 'bem vindos ao mundo mágico de jésssica e cristina'. Nem tudo planejado e concreto, mas com certeza, tudo perfeito.
Até as tarefas domésticas já dividimos! Sabemos como cada uma age e o tempo só nos ajudará a acostumar com as manias, defeitos, qualidades, manhas e assim por diante. Fora isso, também sabemos que o tempo será o nosso guia, afinal, ele nos apresentará para pessoas que já vivem isso, ou que podem nos dar uma noção de despesas para que possamos nos organizar e depender cada vez menos de nossos pais, até que possamos trabalhar juntas e de tal forma, sustentá-los.
Desde já aqui, é tudo dividido, os amores, os temores, as crises, as aflições, as alegrias, as vitórias, as derrotas, os desejos, as paixões e assim por diante, e ao que tudo indica, pra nos separar, vai ter que rebolar, e muito! haha (:
União, amizade, carinho, razão, puxões de orelhas, elevador, câmeras e linguiças, com certeza não faltarão, afinal, nada como todos os nossos planos para provar que o que está sendo construído aqui é nada além de destino.
Na garagem, um celta, um cross fox, um idea, ou de cara, um corolla, desde que seja preto e nosso, com certeza quebrará o galho do supermercado ;)
Enfim, tudo parece perfeito e será! Nem que pra evitar intrigas com os vizinhos tenhamos que forrar as paredes com caixinhas de ovo, afinal, uma de nós é exageradamente viciada em boa música no máximo volume ;)
Bem, senhoras e senhores, este, é apenas o primeiro de muitos capítulos desta história que nós, Jéssica, Cristina, Débora e Francielle, pretendemos e vamos construir!
Aos encomodados, a porta da rua é serventia da casa. Aos invejosos, um beijo. Aos amigos, sejam bem vindos!
Hoje é só 28 de julho de 2008 e nós, as garotas do 1201, estamos apenas planejando o futuro.
Sim, um futuro que parece estar longe, mas que se depender da nossa vontade em breve vai ser o nosso presente.
Daqui um ano e meio? Jéssica Dassi, a mais velha delas, vai para a capital do Paraná, a grande Curitiba, onde vai morar por um ano sozinha, até que as garotas cheguem e definitivamente todas sejam conhecidas pelas garotas - ou mulheres como a própria Cristina disse - do 1201, que por acaso, será delicadamente mobíliado, pintado, arrumado, dividido.
É. Dois quartos e duas em cada quarto, quem com quem? Uma discussão que ainda temos dois anos e meio para discutir, sim porque elas só vão daqui dois anos e meio, quando a vovó já tiver pego as manhas da capital :}
Débora e Jéssica, provavelmente não ficarão no mesmo quarto, mas isso é só um detalhe afinal tudo indica que elas ficarão sozinhas em casa nas sextas e sábados assistindo filme e comendo brigadeiro, enquanto as outras saem com seus homens.
As cores do cômodos são invejáveis, os detalhes imaginados serão absolutamente mágicos e com absoluta certeza estarão em todos os lugares, até mesmo, nas cores dos talheres e louças da cozinha, que a princípio todos os dias será comandada pela dupla a pouco citada, Jéssica e Débora, e uma vez por mês pela japagirl mais legal do mundo com a sua esperada noite da pizza.
Não podemos dizer que está tudo planejado, porque como comentamos, é bom começar desde já, porque os gosto mudam mas os detalhes importante podem ser aperfeiçoados sempre; nós sabemos que a suíte depende de quem irá durmir com a Jéssica, afinal, se for pelo mais provável que até agora é a Japagirl, a decoração do banheiro cada semana será de uma cor, e mais do que isso as paredes serão divididas igualmente decoradas com pôsters de bandas e filmes, sem contar é claro em enfeites que deixarão aquele clima de 'bem vindos ao mundo mágico de jésssica e cristina'. Nem tudo planejado e concreto, mas com certeza, tudo perfeito.
Até as tarefas domésticas já dividimos! Sabemos como cada uma age e o tempo só nos ajudará a acostumar com as manias, defeitos, qualidades, manhas e assim por diante. Fora isso, também sabemos que o tempo será o nosso guia, afinal, ele nos apresentará para pessoas que já vivem isso, ou que podem nos dar uma noção de despesas para que possamos nos organizar e depender cada vez menos de nossos pais, até que possamos trabalhar juntas e de tal forma, sustentá-los.
Desde já aqui, é tudo dividido, os amores, os temores, as crises, as aflições, as alegrias, as vitórias, as derrotas, os desejos, as paixões e assim por diante, e ao que tudo indica, pra nos separar, vai ter que rebolar, e muito! haha (:
União, amizade, carinho, razão, puxões de orelhas, elevador, câmeras e linguiças, com certeza não faltarão, afinal, nada como todos os nossos planos para provar que o que está sendo construído aqui é nada além de destino.
Na garagem, um celta, um cross fox, um idea, ou de cara, um corolla, desde que seja preto e nosso, com certeza quebrará o galho do supermercado ;)
Enfim, tudo parece perfeito e será! Nem que pra evitar intrigas com os vizinhos tenhamos que forrar as paredes com caixinhas de ovo, afinal, uma de nós é exageradamente viciada em boa música no máximo volume ;)
Bem, senhoras e senhores, este, é apenas o primeiro de muitos capítulos desta história que nós, Jéssica, Cristina, Débora e Francielle, pretendemos e vamos construir!
Aos encomodados, a porta da rua é serventia da casa. Aos invejosos, um beijo. Aos amigos, sejam bem vindos!
domingo, 27 de julho de 2008
'Eu lembro, mas pelo visto você...
mesmo que me encontrar na rua, algum dia, não fará questão alguma de se lembrar que eu um dia existi pra você, que você um dia me amou, que você um dia me consolou, que você um dia me fez juras e promessas, me fez acreditar em algo que só na minha cabeça não era impossível que acontecesse. E eu? Eu fico lembrando; sorrio de algo engraçado que você me disse, enquanto espero a jarra encher com a água do filtro; eu suspiro, me lembrando das palavras bonitas que um dia você me enganou, enquanto espero o sinal de pedestre ficar verde; eu sonho, pensando que poderia ter sido tão diferente e tão mais TÃO ESPECIAL e mágico, enquanto procuro sem achar um livro na estante da biblioteca... Mas eu ainda me conformo em ter feito parte da sua vida, pequena parte, mas para mim indispensável; e lamento por você não me ter permitido ter um papel mais importante nela..."
Não é composição minha, não lembro de quem é mas estava na minha comunidade, eu re-li, gostei e decidi guardar, não que tenha haver com os momentos atuais da minha vida, mas isso aqui funciona como um depósito de lembranças também!
Não é composição minha, não lembro de quem é mas estava na minha comunidade, eu re-li, gostei e decidi guardar, não que tenha haver com os momentos atuais da minha vida, mas isso aqui funciona como um depósito de lembranças também!
sábado, 26 de julho de 2008
Para o Abraço.
Caro amigo abraço, você é sempre assim, perfeito?
Sabe, algumas vezes eu senti medo de você. Sim, porque eu tenho medo de coisas e pessoas que tem mais que uma 'face', mas hoje devo agradecê-lo por ter tirado de mim essa má impressão.
Certamente, poucas são as pessoas que lembram de agradecê-lo, mas hoje, estive pensando em como seria bom tê-lo comigo em um determinado momento, e logo depois estava lá você, pedindo ao vento que lhe fizesse esse favor.
Adoro esse seu jeito. Tudo bem que você vive pedindo as pessoas para cumprir obrigações que são suas, mas eu te entendo, e ouso até compará-lo com um diretor de sentimentos, sim, porque eu acho que você sempre dirige as pessoas umas as outras, e aí tudo fica bem.
Acho mágica todas as tuas 'faces'. Porque mesmo quando você é triste, você acalma, e aconchega a minha alma. Adoro o calor que você sempre transmite, e fico elétrica quando o recebo e você está alegre. Você é realmente multi-uso, e isso para alguns pode ser ruim, mas eu acredito que para maioria você é salvação.
Não quero estender muito esta carta, afinal, você não pára, e não quero tomar seu tempo, só queria mesmo agradecê-lo, grata Dassi.
Sabe, algumas vezes eu senti medo de você. Sim, porque eu tenho medo de coisas e pessoas que tem mais que uma 'face', mas hoje devo agradecê-lo por ter tirado de mim essa má impressão.
Certamente, poucas são as pessoas que lembram de agradecê-lo, mas hoje, estive pensando em como seria bom tê-lo comigo em um determinado momento, e logo depois estava lá você, pedindo ao vento que lhe fizesse esse favor.
Adoro esse seu jeito. Tudo bem que você vive pedindo as pessoas para cumprir obrigações que são suas, mas eu te entendo, e ouso até compará-lo com um diretor de sentimentos, sim, porque eu acho que você sempre dirige as pessoas umas as outras, e aí tudo fica bem.
Acho mágica todas as tuas 'faces'. Porque mesmo quando você é triste, você acalma, e aconchega a minha alma. Adoro o calor que você sempre transmite, e fico elétrica quando o recebo e você está alegre. Você é realmente multi-uso, e isso para alguns pode ser ruim, mas eu acredito que para maioria você é salvação.
Não quero estender muito esta carta, afinal, você não pára, e não quero tomar seu tempo, só queria mesmo agradecê-lo, grata Dassi.
quarta-feira, 23 de julho de 2008
Conexão.
De longe, avistou no meio de um banco enorme e vazio, um garoto que vestia um jeans escuro, uma camiseta branca e um moletom cinza por cima, pra ajudar ele ainda calçava um all star vermelho. Se isso é novidade? Com certeza não, desde que se conhece por uma garota heterosexual e sem problemas de visão, considerava aquele garoto do cabelo castanho cacheado, olhos verdes e pele branca, o garoto mais lindo que ela já tinha visto. Eles sempre estudaram juntos, mas nunca trocaram uma palavra; ela não era feia, muito pelo contrário era até bem bonita, tinha muitos meninos a seus pés, mas ele nunca havia reparadao ela. Ele não era do grupo dos populares, mas também não era do grupo dos pelos menos educados, dizia seguir um estilo próprio, dizia que os populares eram idiotas e tinha um péssimo gosto musical, dizia que os nerd's eram retardados porque perdiam tempo em cima dos livros, dizia que as garotas bonitas eram apenas diversão, dizia que nunca se apaixonaria, dizia que amor era apenas uma coisa boba que só existia no coração dos troxas, dizia que o uso de frases feitas era ridiculo e que só pessoa não criativas utilizavam, dizia que era diferente, mas por mais que ela o amasse, ela ainda não conseguia ver nele muita diferença, porque ela era simpática e conversava com todos, conhecia todos os tipos de garotos, pelo menos, os que tinham no colégio dela, e ele para ela, pertencia ao grupo dos rebeldes sem causa.
Ele vivia no meio dos 'cool', pelo menos, aqueles que ele julgava 'cool', vivia rindo, melhor, vivia tirando com a cara daqueles que para ele não passavam de simples mortais. As garotas que nunca ficaram com ele, o queriam. As que ficaram o detestavam, afinal, ele as jogava fora depois, era um bossal com diploma.
Ela não vivia com ninguém; ninguém sempre; porque na verdade ela vivia no meio de todos ao mesmo tempo e por isso passava despercebida por quase todos.
Mas o fato da história, não é o que um é ou o outro deixa de ser, o fato é que o 'tal' estava sozinho, sentado no último espaço de um banco enorme, com as pernas esticadas, olhando fixamente para o chão, parecia triste, mas dizer isto era realmente mexer com a onça, porque ele jamais ficava triste, quem ficava triste nem que fosse um dia perto dele, era emo, afinal, sentimento quem tem é emo.
Ela sentou em sua frente, do outro lado do pátio, mas em sua frente, ficou observando e seu coração batia tão rápido que ela chegou a pensar em ir até ele e perguntar como ele estava; mas ela tinha um defeito bem grandão, ela seguia a razão quase sempre, e a razão dela dizia que se ela se aproximasse seria lançada em uma parede de gosma verde, na verdade, isso foi a imaginação dela que construiu, mas razão e imaginação sempre andaram juntas para ela, então ficou por ali fazendo de conta que estava lendo um livro, quando na verdade por cima das páginas branca, da capa dura e vermelha ela o observava.
Começou a garoar, começou a ventar, até que uma chuva bem forte começou a cair, ela saiu correndo para o lado coberto e ele continuou lá onde estava, quando ela olhou para o lado, estava perto dele, mas ele estava em meio de chuva.
Então ela começou a dar pulinhos de nervosismo, estava angustiada vendo que ele não fazia nenhum movimento e por um instante pensou que aliens poderiam ter abduzido a alma dele, e então ali estava só o corpo dele, logo que se deu conta do que havia pensado, balançou a cabeça, olhou para o céu, largou os livros e correu até ele, de pé ao lado dele perguntou:
- Você vai ficar aí parado?
- ...
- oooooi? Eu tô falando com você, garoto - deu um tapa fraco em uma das pernas dele. - Olha, tá chovendo bastante caso você não tenha percebido, e você vai acabar adoecendo.
- ... *Olhou para cima e ficou encarando ela.
- Ok, eu estou saindo...
- Como é seu nome?
- *Cacilda, Pai do céu, e agora minha cascatinha de cristal, ele falou comigo *-* - Ahm, é... É Débora.
- Hum. Bonito nome.
- E o seu?
- Ótima piada.
- Oi ótima piada, você não quer sair da chuva?
- Haha, *ameaçou um sorriso* eu estou confortável aqui.
- Ok então, fique bem ótima piada.
Irritada com o jeito fofo dele, ela saiu correndo pegou os livros e se mandou para casa. No dia seguinte, já não estava mais chovendo e ele não estava mais lá, com certeza ele deveria ter tomado consciência e ido pra casa, deveria estar precisando de chuva e só isso, podia ser um feiticeiro também que estava fazendo chover, eram tantas opções, mas pensar nelas era besteira, porque ele já deveria estar com seus amigos de novo e pronto então foi para a sala de aula, e no meio do corredor viu ele vindo quase que na mesa direção que ela, abaixou a cabeça e tentou prosseguir quando ele disse:
- Oi?
- Hum?
- Oi!
- Ah, oi :}
- Tudo bem?
- Tudo sim.
- Uhul, ok, valeu, tô indo tchau Débora.
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH, ele veio dar oi, perguntou se estava tudo bem, lembrava o nome dela e ela cortou ele? Que menina esperta '¬¬ Morrendo de raiva de si mesma entrou na sala e no meio da aula de história alguém acertou uma bolinha de papel em sua cabeça, olhou para trás e era ele, resolveu ignorar porque aquilo parecia simpatia demais para um garoto que durante anos não havia olhado em sua cara, porém no fim da aula, resolveu ser legal e quando ele passou por ela, ela o segurou:
- O que você tinha ontem?
No mesmo momento ele fechou a cara e foi embora.
Semanas se passaram e ele não falava com ninguém, e ela se sentia muito culpada, muito culpada mesmo, tentou várias vezes falar com ele, mas ele não a respondia, não sorria, não comia, não fazia absolutamente nada. Então resolveu partir pra 'ignorância' e foi ao colégio na quarta-feira a tarde logo depois da aula de música dele, esperou-o lá fora e quando ele saiu ela disse:
- A gente precisa conversar ótima piada, nosso relacionamento não tem tido graça, e ótimas piadas tem graça.
- Não amola garota.
- Não amola garota significa o que?
Ele aumentava a velocidade o passo e ela o acompanhava perguntando:
- Por que de uma hora para outra você parou de falar comigo? Eu fiz alguma coisa?
- Você pergunta demais.
* Parou, e enquanto ele continuava devagar ela gritou: E VOCÊ NUNCA SE PERGUNTOU POR QUÊ? No mesmo instante, virou-se e saiu correndo. Ele ficou olhando-a e respondeu baixinho: Como é?
Ele passou o resto daquela semana pensando no que ela havia lhe perguntado, falou com o colégio inteiro e poucas resposta obteu já que nunca havia sido simpático com ninguém e portanto as pessoas não faziam esforço para ajudar. Bem, ele era descolado correto? Então ele resolveu esquecer aquilo e viver sua vida... Durou dois dias; conseguiu passar ao lado dela sem ter vontade de pedir explicações, até que no sábado de manhã, logo depois da aula de ed. física, ela ficou pelo colégio com a permissão do vigia da biblioteca para estudar matemática, ele foi para casa e por volta das 15h ela junto suas coisas para ir embora. Nesse meio tempo ele foi mexer em sua mochila quando se deu conta que havia esquecido o celular no colégio, como morava perto e precisa urgentemente de um númerou, saiu em disparada para de volta ao vestiário masculino. Chegou ao colégio, encontrou seu celular, e quando estava indo de volta para casa viu Débora se debatendo com as chaves do seu armário. De longe, ele ficou observando-a, quando ela saiu dali ele correu até ela segurou em seu braço e disse:
- Você pode explicar o que foi aquilo aquela noite?
- Não.
- Por favor, vamos parar com toda essa estupidez um com outro. Minha vida deu um giro de 360º e eu nem sei porque eu tô te contando isso, mas eu sei que aquela noite, da chuva, você pareceu tão inocente, tão pura, que eu me atrevi a conversa contigo, e por falar nisso, meu nome não é ótima piada, é por favor me responda.
- Ok, por favor me responda, você pensou no que eu te perguntei?
- Pensei, mas eu não quero arriscar, quero ouvir de você o porque você pergunta demais.
- Porque eu gosto de você.
- Isso não é suficiente sabe, todo mundo gos...
- Não desse jeito. Na verdade, eu sempre gostei de você.
- Tudo bem mas mesmo assim isso n...
- Eu sempre fui apaixonada por você.
- :O Co-como?
- É isso aí.
- Desculpa então, mas eu não me apaixono.
- E o que você está fazendo aqui ainda?
- Eu só quis uma explic...
*Deu um beijo curto e doce nos lábios dele.
- Por que você fez isso?
- Pra ter certeza de que você está mentindo.
- Ei! Eu não minto!
- Mente sim. Se não mentisse não teria dito que não se apaixona.
- Mas eu não me apaixono.
*Beija-o novamente.
- Se apaixona sim.
- Dá pra você parar de me beijar?
- Por quê?
- Porque eu não tô muito legal.
- Eu beijo tão mal assim ou você não fica mais com meninas?
- Não, é que; eu não sei, minhas mãos estão suando; eu estou suando frio e minhas pernas, sei lá :s
- Tá vendo, eu toco você.
- Como? oO
- Eu mexo contigo, e você tá apaixonado por mim.
- Não, eu não me apaixono.
- Posso te pedir uma coisa?
- Pode ué...
- Me abraça?
- Tá bom, mas por quê?
- Só me abraça...
Cinco minutos depois e eles continuam abraçados quando aos poucos ela vai embalando ele, e eles começam a dançar juntos, e aí ela afasta um pouco o rosto do ombro dele, fazendo com que os dois fiquem se olhando, ele a beija e ainda dançando ela diz:
- Você não está mesmo apaixonado?
- Pra falar a verdade eu nem sei o que é isso.
- Eu posso te ensinar?
- Me ensinar?
- É, deixa eu te provar, que o que você tá sentindo agora, é paixão.
- Como sabe o que eu tô sentindo agora?
- Já ouvir falar em conexão?
- Já, mas o que uma coisa tem a ver com a outra?
- Me conectei a você desde a primeira vez que eu te vi.
- Mas isso é suficiente pra você saber o que eu estou sentindo.
- Seria, mas eu também estou sentindo a velocidade com qual seu coração está pulsando agora.
Então começou a chover, o zelador resolveu colocar para tocar The Fray - How to save a life, os dois se beijam, e continuam a dançar... Fim.
Ele vivia no meio dos 'cool', pelo menos, aqueles que ele julgava 'cool', vivia rindo, melhor, vivia tirando com a cara daqueles que para ele não passavam de simples mortais. As garotas que nunca ficaram com ele, o queriam. As que ficaram o detestavam, afinal, ele as jogava fora depois, era um bossal com diploma.
Ela não vivia com ninguém; ninguém sempre; porque na verdade ela vivia no meio de todos ao mesmo tempo e por isso passava despercebida por quase todos.
Mas o fato da história, não é o que um é ou o outro deixa de ser, o fato é que o 'tal' estava sozinho, sentado no último espaço de um banco enorme, com as pernas esticadas, olhando fixamente para o chão, parecia triste, mas dizer isto era realmente mexer com a onça, porque ele jamais ficava triste, quem ficava triste nem que fosse um dia perto dele, era emo, afinal, sentimento quem tem é emo.
Ela sentou em sua frente, do outro lado do pátio, mas em sua frente, ficou observando e seu coração batia tão rápido que ela chegou a pensar em ir até ele e perguntar como ele estava; mas ela tinha um defeito bem grandão, ela seguia a razão quase sempre, e a razão dela dizia que se ela se aproximasse seria lançada em uma parede de gosma verde, na verdade, isso foi a imaginação dela que construiu, mas razão e imaginação sempre andaram juntas para ela, então ficou por ali fazendo de conta que estava lendo um livro, quando na verdade por cima das páginas branca, da capa dura e vermelha ela o observava.
Começou a garoar, começou a ventar, até que uma chuva bem forte começou a cair, ela saiu correndo para o lado coberto e ele continuou lá onde estava, quando ela olhou para o lado, estava perto dele, mas ele estava em meio de chuva.
Então ela começou a dar pulinhos de nervosismo, estava angustiada vendo que ele não fazia nenhum movimento e por um instante pensou que aliens poderiam ter abduzido a alma dele, e então ali estava só o corpo dele, logo que se deu conta do que havia pensado, balançou a cabeça, olhou para o céu, largou os livros e correu até ele, de pé ao lado dele perguntou:
- Você vai ficar aí parado?
- ...
- oooooi? Eu tô falando com você, garoto - deu um tapa fraco em uma das pernas dele. - Olha, tá chovendo bastante caso você não tenha percebido, e você vai acabar adoecendo.
- ... *Olhou para cima e ficou encarando ela.
- Ok, eu estou saindo...
- Como é seu nome?
- *Cacilda, Pai do céu, e agora minha cascatinha de cristal, ele falou comigo *-* - Ahm, é... É Débora.
- Hum. Bonito nome.
- E o seu?
- Ótima piada.
- Oi ótima piada, você não quer sair da chuva?
- Haha, *ameaçou um sorriso* eu estou confortável aqui.
- Ok então, fique bem ótima piada.
Irritada com o jeito fofo dele, ela saiu correndo pegou os livros e se mandou para casa. No dia seguinte, já não estava mais chovendo e ele não estava mais lá, com certeza ele deveria ter tomado consciência e ido pra casa, deveria estar precisando de chuva e só isso, podia ser um feiticeiro também que estava fazendo chover, eram tantas opções, mas pensar nelas era besteira, porque ele já deveria estar com seus amigos de novo e pronto então foi para a sala de aula, e no meio do corredor viu ele vindo quase que na mesa direção que ela, abaixou a cabeça e tentou prosseguir quando ele disse:
- Oi?
- Hum?
- Oi!
- Ah, oi :}
- Tudo bem?
- Tudo sim.
- Uhul, ok, valeu, tô indo tchau Débora.
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH, ele veio dar oi, perguntou se estava tudo bem, lembrava o nome dela e ela cortou ele? Que menina esperta '¬¬ Morrendo de raiva de si mesma entrou na sala e no meio da aula de história alguém acertou uma bolinha de papel em sua cabeça, olhou para trás e era ele, resolveu ignorar porque aquilo parecia simpatia demais para um garoto que durante anos não havia olhado em sua cara, porém no fim da aula, resolveu ser legal e quando ele passou por ela, ela o segurou:
- O que você tinha ontem?
No mesmo momento ele fechou a cara e foi embora.
Semanas se passaram e ele não falava com ninguém, e ela se sentia muito culpada, muito culpada mesmo, tentou várias vezes falar com ele, mas ele não a respondia, não sorria, não comia, não fazia absolutamente nada. Então resolveu partir pra 'ignorância' e foi ao colégio na quarta-feira a tarde logo depois da aula de música dele, esperou-o lá fora e quando ele saiu ela disse:
- A gente precisa conversar ótima piada, nosso relacionamento não tem tido graça, e ótimas piadas tem graça.
- Não amola garota.
- Não amola garota significa o que?
Ele aumentava a velocidade o passo e ela o acompanhava perguntando:
- Por que de uma hora para outra você parou de falar comigo? Eu fiz alguma coisa?
- Você pergunta demais.
* Parou, e enquanto ele continuava devagar ela gritou: E VOCÊ NUNCA SE PERGUNTOU POR QUÊ? No mesmo instante, virou-se e saiu correndo. Ele ficou olhando-a e respondeu baixinho: Como é?
Ele passou o resto daquela semana pensando no que ela havia lhe perguntado, falou com o colégio inteiro e poucas resposta obteu já que nunca havia sido simpático com ninguém e portanto as pessoas não faziam esforço para ajudar. Bem, ele era descolado correto? Então ele resolveu esquecer aquilo e viver sua vida... Durou dois dias; conseguiu passar ao lado dela sem ter vontade de pedir explicações, até que no sábado de manhã, logo depois da aula de ed. física, ela ficou pelo colégio com a permissão do vigia da biblioteca para estudar matemática, ele foi para casa e por volta das 15h ela junto suas coisas para ir embora. Nesse meio tempo ele foi mexer em sua mochila quando se deu conta que havia esquecido o celular no colégio, como morava perto e precisa urgentemente de um númerou, saiu em disparada para de volta ao vestiário masculino. Chegou ao colégio, encontrou seu celular, e quando estava indo de volta para casa viu Débora se debatendo com as chaves do seu armário. De longe, ele ficou observando-a, quando ela saiu dali ele correu até ela segurou em seu braço e disse:
- Você pode explicar o que foi aquilo aquela noite?
- Não.
- Por favor, vamos parar com toda essa estupidez um com outro. Minha vida deu um giro de 360º e eu nem sei porque eu tô te contando isso, mas eu sei que aquela noite, da chuva, você pareceu tão inocente, tão pura, que eu me atrevi a conversa contigo, e por falar nisso, meu nome não é ótima piada, é por favor me responda.
- Ok, por favor me responda, você pensou no que eu te perguntei?
- Pensei, mas eu não quero arriscar, quero ouvir de você o porque você pergunta demais.
- Porque eu gosto de você.
- Isso não é suficiente sabe, todo mundo gos...
- Não desse jeito. Na verdade, eu sempre gostei de você.
- Tudo bem mas mesmo assim isso n...
- Eu sempre fui apaixonada por você.
- :O Co-como?
- É isso aí.
- Desculpa então, mas eu não me apaixono.
- E o que você está fazendo aqui ainda?
- Eu só quis uma explic...
*Deu um beijo curto e doce nos lábios dele.
- Por que você fez isso?
- Pra ter certeza de que você está mentindo.
- Ei! Eu não minto!
- Mente sim. Se não mentisse não teria dito que não se apaixona.
- Mas eu não me apaixono.
*Beija-o novamente.
- Se apaixona sim.
- Dá pra você parar de me beijar?
- Por quê?
- Porque eu não tô muito legal.
- Eu beijo tão mal assim ou você não fica mais com meninas?
- Não, é que; eu não sei, minhas mãos estão suando; eu estou suando frio e minhas pernas, sei lá :s
- Tá vendo, eu toco você.
- Como? oO
- Eu mexo contigo, e você tá apaixonado por mim.
- Não, eu não me apaixono.
- Posso te pedir uma coisa?
- Pode ué...
- Me abraça?
- Tá bom, mas por quê?
- Só me abraça...
Cinco minutos depois e eles continuam abraçados quando aos poucos ela vai embalando ele, e eles começam a dançar juntos, e aí ela afasta um pouco o rosto do ombro dele, fazendo com que os dois fiquem se olhando, ele a beija e ainda dançando ela diz:
- Você não está mesmo apaixonado?
- Pra falar a verdade eu nem sei o que é isso.
- Eu posso te ensinar?
- Me ensinar?
- É, deixa eu te provar, que o que você tá sentindo agora, é paixão.
- Como sabe o que eu tô sentindo agora?
- Já ouvir falar em conexão?
- Já, mas o que uma coisa tem a ver com a outra?
- Me conectei a você desde a primeira vez que eu te vi.
- Mas isso é suficiente pra você saber o que eu estou sentindo.
- Seria, mas eu também estou sentindo a velocidade com qual seu coração está pulsando agora.
Então começou a chover, o zelador resolveu colocar para tocar The Fray - How to save a life, os dois se beijam, e continuam a dançar... Fim.
terça-feira, 22 de julho de 2008
- Eu conheço a sua essência.
" As paredes eram novas, as janelas de alumínio, o chão se divia em um piso inteiro branco fosco na sala, piso em quadrados branco brilhoso na cozinha, piso em quadradinhos branco no banheiro da suíte, piso em quadradinhos branco com peixinhos no banheiro perto da sala, e carpet bege no quarto; é bom lembrar que ela tinha alergia a carpet quando era criança ._. mas mesmo assim, ela estava muito feliz, seu primeiro apartamento na capital? Era realmente mágico demais, motivo pra uma felicidade absurda. Mas o apartamento era todo branco e ainda não tinha móveis... " Era o que sentada no seu sofá preto de couro ela lembrava. No começo, de fato era tudo assim, mas agora, o apartamento estava todo mobiliado, uma das paredes do quarto era verde, o banheiro da suíte era efeitado com tons de roxo, velas e tudo mais, e a na cozinha era tudo de vaquinha, como tradicionalmente é no começo, o único problema é que já faziam 7 anos que tudo continuava a mesma coisa e pior, não era só em casa, era em tudo, principalmente no seu trabalho que exigia criatividade o tempo todo e ela parecia estar em uma daquelas crises que costuma ter quando adolescente... E quando se deu conta disso, permetiu que depois de 7 anos a primeira lágrima escorresse por seus olhos; tudo isso, porque desde que começou a morar ali, nunca mais conseguiu se apaixonar por nada, nem por ninguém. Os homens eram lindos, as coisas eram organizadas, mas nada tinha gosto pra ela, faltava-lhe sempre algo, e definitivamente ela não via saída, pensou por um instante em acabar ali mesmo com o resto que lhe sobrava de vida, mas quando dirigiu-se a cozinha para pegar algum instrumento que lhe ajudasse na tarefa a campainha tocou e ela foi ver quem era.
Pelo olho mágico, parecia ser um motoboy de no máximo 16 anos, que segurava um buquê de rosas champagne (suas prediletas) e mascava chicléts enquanto rebrava no ritmo da música que estava ouvindo pelos fones de ouvido. Sem muita fé de que realmente aquilo era pra ela, abriu a porta e pronta para perguntar o que o garoto queria, ele empurrou contra ela uma prancheta e mandou ela assinar e sem tempo para ela perguntar onde, ele foi apontando e foi pedindo pressa, ela nem teve tempo de ler para quem realmente era, assinou e pensou consigo que se fosse pra outra pessoa do prédio ela entragaria depois, no mesmo instante que a caneta terminou de auxiliá-la para assinar seu nome, o garoto tomou a prancheta das mãos delas e no ritmo da música que ouvia, entregou as rosas para ela, piscou com um olho só e saiu patinando; definitivamente, ele não era um motoboy, e sim um patinador que deveria trabalhar em alguma floricultura evoluída; resolveu párar de pensar em que realmente o garoto era e entrou com as rosas que continham entre si um envelope vermelho pequeno (é bom ressaltar que vermelho sempre esteve em suas cores prediletas e que envelopes faziam ela se sentir melancólica, o que ultimamente pela falta de acontecimento era quase que a felicidade pra ela), que continha dentro um pequeno cartão feito de papel carta bege, escrito com caneta preta de ponta finíssima: " Para a mulher mais bela do décimo nono andar." Hum, ok, realmente para ela aquilo só poderia ser um engano afinal, as únicas vezes que se achava definitivamente bela era em seus sonhos quando ela se parecia com a Angelina Jolie. Pensou então que só poderia ser para a sua vizinha e resolveu conferir no canhoto de entrega que o garoto bruscamente enfiou no meio das rosas. O-o. Era o nome dela lá... Ok, algo muito estranho estava acontecendo e como sempre ela não conseguia achar graça.
Ela? Ela era composta por um corpo em forma a partir do padrão de beleza da época (que por acaso não mudou muita coisa do que tínhamos em 2008), tinha olhos cor de mel, pele branca (bem branca), cabelo castanho, cilios grandes, boca rasuavelmente pequena e um pinta perto do canto do olho esquerdo; basicamente, eu acho que é isso a define, e ah, aí ela já tinha 26 anos :}
Mas voltando ao assunto, embora tudo aquilo fosse estranho e ela fosse curiosa de carteirinha, ela resolveu deixar de lado e voltou a cozinha para procurar o tal instrumento que possívelmente seria uma faca enorme... Pegou a faca na mão e quando foi colocá-la em horizontal para analisar o fio da faca, o telefone tocou, do outro lado da linha uma voz elegante, grave, masculina e gentil disse:
- Alô?
- Alô :O
- Quem está falando?
- Com quem você quer falar?
- Com a mulher mais bela do décimo novo andar.
- Então desculpa, mas eu acho que você ligou errado.
* Ameaçou desligar quando o galanteador prosseguiu:
- Moça, por favor não desligue, preciso muito falar com você.
- Como sabe, que eu sou eu?
- Porque não há outra mulher no mundo que tenha uma voz tão macia quanto a sua.
- e...é-é?
- É sim, e mais do que isso, não há olhos que sejam donos de um olhar tão doce quanto os seus.
- Sinceramente rapaz, essas bobagens não me afetam.
- Te descrever a meu modo, é bobagem?
- Pra mim é sim, agora se puder me dar licença, eu ia me matar (:
- Por favor não faça isso!
- Estou desligando... (8)
- Não por favor, só me ouça mais cinco minutos!
- Ok, garotão vejo que você não vai me deixar em paz, vou desligar!
* tu, tu, tu...
Resolveu, tomar o último banho da sua vida, pegou seu agasalho cinza, uma calcinha vermelha, um sutiã branco frente única, e dirigiu-se a banheira, tomou o melhor banho possível, que durou em torno de 40 minutos; vestida, tomou a faca em suas mãos e decidiria que nada iria empedí-la até que mais uma vez a campainha tocou, nesse momento penso em não atender, mas mudou de idéia afinal suas mãos estavam geladas e seu corpo todo tremia, abriu a porta e encontrou um rapaz, com 1,80 de altura, olhos castanhos, cabelo castanho, e uma cara de preocupado misturado com uma perda de fôlego que a fez convidá-lo para entrar ligeiramente, afinal ele parecia que iria morrer a qualquer segundo.
Ele entou, ele se acalmou e ela sem dizer nada, direcionou-se a porta indicando que ele saísse de lá. Ele insistiu e disse:
- Por que você quer que vá embora?
- Porque eu vou me matar agora :} Volte mais tarde.
- Por favor não faça isso.
* Reconheceu a voz do rapaz e não disse nada, porém ele prosseguiu.
- Há sete anos eu passo horas e horas em frente a meu computador depois que eu chego do trabalho tentando escrever o quanto você mexeu comigo desde o dia que eu te vi pela primeira vez no elevador. Eu sei que sete anos é muito tempo, e eu confesso que eu estive com várias mulheres nesse meio tempo, mas, nenhuma delas conseguiu me fazer sentir o que eu senti no dia em que te vi. Você é tão ocupada, e ultimamente andou tão má humorada que eu sentia medo de atrapalhar você vindo falar contigo. Mas aí, eu percebi que, eu posso perdê-la. E eu não quero que isso aconteça, porque eu vou me perder se isso acontecer. E sem eu mesmo eu não consigo viver.
- Nossa que profundo; e eu sou o que? Uma espécie de mercadoria que você precisa pra não se perder? Hahaha.
- Não, não é isso. Eu acabei descobrindo nesse tempo todo, que você é quem me faz sorrir mesmo que viva com essa cara de tristeza, mesmo que viva de mau com a vida, mesmo que não diga nada, o simples fato de você existir é suficiente para preencher o que eu preciso pra ser feliz, mas eu não quero mais viver assim.
- Que legal, agora então some que eu vou fazer o favor de me matar, assim cê vai embora feliz :} Não vai mais precisa viver assim.
- Será que dá pra você calar a boca e me ouvir? Será que você pode párar de pensar um pouco e me ouvir? Será que você pode deixar eu te explicar o porque eu estou aqui? SERÁ?
- Uhul, ok ;}
- Acredite em mim, eu amo você como nunca amei ninguém, eu quero você como nunca quis alguém! Eu preciso de você pra poder viver, eu preciso da sua existência, mas eu preciso fazê-la sorrir, eu preciso que você me olhe nos olhos quando eu falo com você, eu preciso te ouvir pra me sentir bem, eu preciso de você pra viajar por aí, eu preciso de você para me alimentar, eu preciso de você para brigar, eu preciso de você para chorar, eu preciso de você para continuar. E eu não simplesmente preciso de você; eu quero você; quero amá-la, quero tocá-la, quero abraçá-la, quero fazê-la feliz. E não interessa se você tá interessada ou não, porque eu vou fazer isso! Vou fazer de qualquer forma, porque eu não vou deixar você se matar, eu não vou deixar você colocar dentro de um caixão esse olhar doce, esse sorriso enferrujado, essa voz macia, esses cabelos que.. *aproxima-se, e toca os cabelos dela* esses cabelos que me deixam arrepiado, eu preciso que você entenda, *levanta a cabeça dela e olha em seus olhos* que eu quero trazer a garota que chegou aqui a sete anos atrás feliz, de volta, mas, mais do que isso, eu quero aumentar a intensidade da felicidade dela antes, e quero compartilhar com elas os melhores e os piores dias da minha vida, quero provar a você, que eu te conheço, eu não sei o seu nome, mas eu conheço cada um dos seus gestos, eu conheço todos os seus olhares, todos os seus sorrisos, todas as suas caretas e eu consegui me apaixonar por você em menos de meio minuto.
- E-eu não conheço nada de você! *Desprende-se dele e vira o rosto
- Não precisa. *A puxa e a envolve em um abraço.
- Não?
- Apenas me permita, fazê-la feliz.
- E se não der certo?
- Deixa eu pelo menos tentar.
- E se...
- Shiiiu... * Beija delicadamente os lábios dela, e mantem-se no beijo por volta de 2 minutos.
- Você, você me beijou.
- E você respondeu ao meu beijo.
- Respondi?
- Respondeu.
- Droga.
- É tão ruim assim?
- Você...
- Eu sou tão ruim assim?
- Não, você conseguiu.
- Consegui o que? Provar que meu beijo é ruim.
- Não, você conseguiu me fazer...
- Desistir de se matar?
- Também, mas eu tô apaixonada :x
- *-*
- Isso não tá acontecendo.
- Tá sim, e você tá gostando.
- Sim, quer dizer, não, quer dizer, talvez.
- O seu sim é não, o seu não é talvez, e o seu talvez é sim.
- Como sabe disso?
- Eu conheço a sua essência.
E eles viveram felizes para sempre.
Pelo olho mágico, parecia ser um motoboy de no máximo 16 anos, que segurava um buquê de rosas champagne (suas prediletas) e mascava chicléts enquanto rebrava no ritmo da música que estava ouvindo pelos fones de ouvido. Sem muita fé de que realmente aquilo era pra ela, abriu a porta e pronta para perguntar o que o garoto queria, ele empurrou contra ela uma prancheta e mandou ela assinar e sem tempo para ela perguntar onde, ele foi apontando e foi pedindo pressa, ela nem teve tempo de ler para quem realmente era, assinou e pensou consigo que se fosse pra outra pessoa do prédio ela entragaria depois, no mesmo instante que a caneta terminou de auxiliá-la para assinar seu nome, o garoto tomou a prancheta das mãos delas e no ritmo da música que ouvia, entregou as rosas para ela, piscou com um olho só e saiu patinando; definitivamente, ele não era um motoboy, e sim um patinador que deveria trabalhar em alguma floricultura evoluída; resolveu párar de pensar em que realmente o garoto era e entrou com as rosas que continham entre si um envelope vermelho pequeno (é bom ressaltar que vermelho sempre esteve em suas cores prediletas e que envelopes faziam ela se sentir melancólica, o que ultimamente pela falta de acontecimento era quase que a felicidade pra ela), que continha dentro um pequeno cartão feito de papel carta bege, escrito com caneta preta de ponta finíssima: " Para a mulher mais bela do décimo nono andar." Hum, ok, realmente para ela aquilo só poderia ser um engano afinal, as únicas vezes que se achava definitivamente bela era em seus sonhos quando ela se parecia com a Angelina Jolie. Pensou então que só poderia ser para a sua vizinha e resolveu conferir no canhoto de entrega que o garoto bruscamente enfiou no meio das rosas. O-o. Era o nome dela lá... Ok, algo muito estranho estava acontecendo e como sempre ela não conseguia achar graça.
Ela? Ela era composta por um corpo em forma a partir do padrão de beleza da época (que por acaso não mudou muita coisa do que tínhamos em 2008), tinha olhos cor de mel, pele branca (bem branca), cabelo castanho, cilios grandes, boca rasuavelmente pequena e um pinta perto do canto do olho esquerdo; basicamente, eu acho que é isso a define, e ah, aí ela já tinha 26 anos :}
Mas voltando ao assunto, embora tudo aquilo fosse estranho e ela fosse curiosa de carteirinha, ela resolveu deixar de lado e voltou a cozinha para procurar o tal instrumento que possívelmente seria uma faca enorme... Pegou a faca na mão e quando foi colocá-la em horizontal para analisar o fio da faca, o telefone tocou, do outro lado da linha uma voz elegante, grave, masculina e gentil disse:
- Alô?
- Alô :O
- Quem está falando?
- Com quem você quer falar?
- Com a mulher mais bela do décimo novo andar.
- Então desculpa, mas eu acho que você ligou errado.
* Ameaçou desligar quando o galanteador prosseguiu:
- Moça, por favor não desligue, preciso muito falar com você.
- Como sabe, que eu sou eu?
- Porque não há outra mulher no mundo que tenha uma voz tão macia quanto a sua.
- e...é-é?
- É sim, e mais do que isso, não há olhos que sejam donos de um olhar tão doce quanto os seus.
- Sinceramente rapaz, essas bobagens não me afetam.
- Te descrever a meu modo, é bobagem?
- Pra mim é sim, agora se puder me dar licença, eu ia me matar (:
- Por favor não faça isso!
- Estou desligando... (8)
- Não por favor, só me ouça mais cinco minutos!
- Ok, garotão vejo que você não vai me deixar em paz, vou desligar!
* tu, tu, tu...
Resolveu, tomar o último banho da sua vida, pegou seu agasalho cinza, uma calcinha vermelha, um sutiã branco frente única, e dirigiu-se a banheira, tomou o melhor banho possível, que durou em torno de 40 minutos; vestida, tomou a faca em suas mãos e decidiria que nada iria empedí-la até que mais uma vez a campainha tocou, nesse momento penso em não atender, mas mudou de idéia afinal suas mãos estavam geladas e seu corpo todo tremia, abriu a porta e encontrou um rapaz, com 1,80 de altura, olhos castanhos, cabelo castanho, e uma cara de preocupado misturado com uma perda de fôlego que a fez convidá-lo para entrar ligeiramente, afinal ele parecia que iria morrer a qualquer segundo.
Ele entou, ele se acalmou e ela sem dizer nada, direcionou-se a porta indicando que ele saísse de lá. Ele insistiu e disse:
- Por que você quer que vá embora?
- Porque eu vou me matar agora :} Volte mais tarde.
- Por favor não faça isso.
* Reconheceu a voz do rapaz e não disse nada, porém ele prosseguiu.
- Há sete anos eu passo horas e horas em frente a meu computador depois que eu chego do trabalho tentando escrever o quanto você mexeu comigo desde o dia que eu te vi pela primeira vez no elevador. Eu sei que sete anos é muito tempo, e eu confesso que eu estive com várias mulheres nesse meio tempo, mas, nenhuma delas conseguiu me fazer sentir o que eu senti no dia em que te vi. Você é tão ocupada, e ultimamente andou tão má humorada que eu sentia medo de atrapalhar você vindo falar contigo. Mas aí, eu percebi que, eu posso perdê-la. E eu não quero que isso aconteça, porque eu vou me perder se isso acontecer. E sem eu mesmo eu não consigo viver.
- Nossa que profundo; e eu sou o que? Uma espécie de mercadoria que você precisa pra não se perder? Hahaha.
- Não, não é isso. Eu acabei descobrindo nesse tempo todo, que você é quem me faz sorrir mesmo que viva com essa cara de tristeza, mesmo que viva de mau com a vida, mesmo que não diga nada, o simples fato de você existir é suficiente para preencher o que eu preciso pra ser feliz, mas eu não quero mais viver assim.
- Que legal, agora então some que eu vou fazer o favor de me matar, assim cê vai embora feliz :} Não vai mais precisa viver assim.
- Será que dá pra você calar a boca e me ouvir? Será que você pode párar de pensar um pouco e me ouvir? Será que você pode deixar eu te explicar o porque eu estou aqui? SERÁ?
- Uhul, ok ;}
- Acredite em mim, eu amo você como nunca amei ninguém, eu quero você como nunca quis alguém! Eu preciso de você pra poder viver, eu preciso da sua existência, mas eu preciso fazê-la sorrir, eu preciso que você me olhe nos olhos quando eu falo com você, eu preciso te ouvir pra me sentir bem, eu preciso de você pra viajar por aí, eu preciso de você para me alimentar, eu preciso de você para brigar, eu preciso de você para chorar, eu preciso de você para continuar. E eu não simplesmente preciso de você; eu quero você; quero amá-la, quero tocá-la, quero abraçá-la, quero fazê-la feliz. E não interessa se você tá interessada ou não, porque eu vou fazer isso! Vou fazer de qualquer forma, porque eu não vou deixar você se matar, eu não vou deixar você colocar dentro de um caixão esse olhar doce, esse sorriso enferrujado, essa voz macia, esses cabelos que.. *aproxima-se, e toca os cabelos dela* esses cabelos que me deixam arrepiado, eu preciso que você entenda, *levanta a cabeça dela e olha em seus olhos* que eu quero trazer a garota que chegou aqui a sete anos atrás feliz, de volta, mas, mais do que isso, eu quero aumentar a intensidade da felicidade dela antes, e quero compartilhar com elas os melhores e os piores dias da minha vida, quero provar a você, que eu te conheço, eu não sei o seu nome, mas eu conheço cada um dos seus gestos, eu conheço todos os seus olhares, todos os seus sorrisos, todas as suas caretas e eu consegui me apaixonar por você em menos de meio minuto.
- E-eu não conheço nada de você! *Desprende-se dele e vira o rosto
- Não precisa. *A puxa e a envolve em um abraço.
- Não?
- Apenas me permita, fazê-la feliz.
- E se não der certo?
- Deixa eu pelo menos tentar.
- E se...
- Shiiiu... * Beija delicadamente os lábios dela, e mantem-se no beijo por volta de 2 minutos.
- Você, você me beijou.
- E você respondeu ao meu beijo.
- Respondi?
- Respondeu.
- Droga.
- É tão ruim assim?
- Você...
- Eu sou tão ruim assim?
- Não, você conseguiu.
- Consegui o que? Provar que meu beijo é ruim.
- Não, você conseguiu me fazer...
- Desistir de se matar?
- Também, mas eu tô apaixonada :x
- *-*
- Isso não tá acontecendo.
- Tá sim, e você tá gostando.
- Sim, quer dizer, não, quer dizer, talvez.
- O seu sim é não, o seu não é talvez, e o seu talvez é sim.
- Como sabe disso?
- Eu conheço a sua essência.
E eles viveram felizes para sempre.
segunda-feira, 21 de julho de 2008
*upa.
- Por que você tá preocupado?
- Porque eu não quero machucar você e nem quero me machucar.
- E quem falou nisso?
- Eu não sei eu estou confuso sabia.
- Não precisa durar pra sempre.
- O problema é se não acontecer, não é?
- Não... (:
- Não?
- Não, eu vou tá com você sempre independente de como.
- Tá de brincadeira?
- Você acha que eu brincaria com algo assim? Você passou muito tempo longe.
- E você mudou nesse tempo?
- Mudei. Mas mudei um pouco só no jeito de pensar, não exatamente no jeito de sentir portanto era previsível que o carinho que eu tinha por ti antes, mesmo com todas as tuas mudanças não mudaria assim, até porque não mantivemos contato, não brigamos, tu não me machucou em nenhum momento.
- Então por que você foi dura comigo no começo?
- Porque eu amo você ué.
- '¬¬
- É assim ó, quando a gente ama, a gente faz o que é certo pra deixar o amado bem entendeu? Mesmo se for só um amigo, às vezes a gente precisa 'dar um gelo', se não ele não aprende.
- E foi porque eu disse eu poderia estar interessado que você mudou?
- Não vou mentir que ajudou, mas eu já planejava mudar antes, porque, eu não sei ser má contigo, esse rosto singelo não deixa.
- Rosto singelo?
- É, e essas idéias sinceras também. Você pode ter todos os defeitos do mundo, mas um deles eu sei que tu não tem; você não mente; e se mente, mente bem o suficiente pra enganar meu sexto sentido, e mesmo porque você nem tem motivo pra isso.
- Ok, mas a gente mudou de assunto.
- Eu sei, e voltando à aquele, quero ver um sorriso nesse rosto, um coração e uma mente dispostos; o que tiver pra ser será; deixa o carinho chegar; deixa a atenção priorizar; deixa a confiança se levantar; deixa o amor aparecer; porque se for namoro ou amizade, só o tempo e o nosso coração vai dizer. Não se preocupa comigo, porque um dia você vai acabar aprendendo que existem pessoas substitutas, e talvez eu seja uma delas, ou talvez não, isso você só vai entender quarta-feira.
- Tá bom 8-)
- Enquanto isso, não esquece que eu amo você e que eu não vou largar do seu pé; mas não, não vou te alugar, meninas não fazem isso, vou cuidar de você e o resto são os momentos que vão dizer, agora vem cá, me dá um abraço.
*upa.
- Porque eu não quero machucar você e nem quero me machucar.
- E quem falou nisso?
- Eu não sei eu estou confuso sabia.
- Não precisa durar pra sempre.
- O problema é se não acontecer, não é?
- Não... (:
- Não?
- Não, eu vou tá com você sempre independente de como.
- Tá de brincadeira?
- Você acha que eu brincaria com algo assim? Você passou muito tempo longe.
- E você mudou nesse tempo?
- Mudei. Mas mudei um pouco só no jeito de pensar, não exatamente no jeito de sentir portanto era previsível que o carinho que eu tinha por ti antes, mesmo com todas as tuas mudanças não mudaria assim, até porque não mantivemos contato, não brigamos, tu não me machucou em nenhum momento.
- Então por que você foi dura comigo no começo?
- Porque eu amo você ué.
- '¬¬
- É assim ó, quando a gente ama, a gente faz o que é certo pra deixar o amado bem entendeu? Mesmo se for só um amigo, às vezes a gente precisa 'dar um gelo', se não ele não aprende.
- E foi porque eu disse eu poderia estar interessado que você mudou?
- Não vou mentir que ajudou, mas eu já planejava mudar antes, porque, eu não sei ser má contigo, esse rosto singelo não deixa.
- Rosto singelo?
- É, e essas idéias sinceras também. Você pode ter todos os defeitos do mundo, mas um deles eu sei que tu não tem; você não mente; e se mente, mente bem o suficiente pra enganar meu sexto sentido, e mesmo porque você nem tem motivo pra isso.
- Ok, mas a gente mudou de assunto.
- Eu sei, e voltando à aquele, quero ver um sorriso nesse rosto, um coração e uma mente dispostos; o que tiver pra ser será; deixa o carinho chegar; deixa a atenção priorizar; deixa a confiança se levantar; deixa o amor aparecer; porque se for namoro ou amizade, só o tempo e o nosso coração vai dizer. Não se preocupa comigo, porque um dia você vai acabar aprendendo que existem pessoas substitutas, e talvez eu seja uma delas, ou talvez não, isso você só vai entender quarta-feira.
- Tá bom 8-)
- Enquanto isso, não esquece que eu amo você e que eu não vou largar do seu pé; mas não, não vou te alugar, meninas não fazem isso, vou cuidar de você e o resto são os momentos que vão dizer, agora vem cá, me dá um abraço.
*upa.
20 de julho.
20 de julho visto a partir do dia 21 foi perfeito.
20 de julho estou com medo de você, porque eu acho que ainda não caiu minha ficha.
20 de julho deve e será descrito.
Começou às 00:00, quando sozinha em casa eu assistia a um filme que me levou a assistir a um programa que me fez ir deitar tranquila por volta das 04:00. Continuou quando acordei, por volta de 11:40 onde cinco minutos depois me encontrei embaixo de um chuveiro tentando acordar afinal, eu não poderia me render completamente aos encantos da minha cama, precisava ir à um almoço de uns amigos dos meus pais e mais do que isso, precisa voltar logo pra casa já que eu tinha um texto para editar.
Pois bem, colocando os brincos, os anéis e amarrando o tênis saí me quebrando pela porta de casa entrando rapidamente no carro porque lá dentro já tinha um casal impaciente e uma pirralha por quem eu estava doida de saudade *-* Abracei aquele corpinho pequeno, que parecia tão frágil e que em pouco tempo estava com a cabeça no meu colo, contando sobre um final de semana agitado e tudo mais *-* Confesso que estava meio distante no começo, sinceramente eu ainda estava morta de sono e não via a hora de voltar pra fazer o que tinha que fazer e ir durmir! Haha.
Mas, de repente despertei, talvez com o abraço apertado da 'vó' e com um cheiro delicioso de uma comida caseira, feita pelas 'tias', sim eu estava morta de fome, nem aquela tradicional caneca de café tinha dado tempo de tomar :~ Bem, almoçamos e um tempo depois estava em frente a televisão assistindo tv, quando ouvi que meus pais iriam tirar uma soneca e pedi que antes mamãe me trouxesse para casa. Sentindo cada km rodado pelo carro e anciosa para chegar logo em casa, quando cheguei me dirigi a meu quarto onde quase fui sequestrada pela minha cama; mesmo, se não fosse minha consciência acho que eu nem estaria aqui haha ;}
Bem, eu tinha que escrever, editar, reescrever, cortar, o texto do grupo teatral, não tinha escapatória era minha responsabilidade, sentei aqui abri o documento e como diria a dé, quase bati a cabeça no teclado de sono, quando aos poucos veio vindo algumas idéias, algumas coisas que eu fui encaixando aqui e ali, isso tudo conversando com o cara que a pouco havia se mostrado o mais cruel de todos os caras; é devo admitir que ele ajudou um pouco sim.
Mas ok, em pouco tempo eu estava com tudo pronto, passando pra quem eu achava que devia, com altos comentários e tudo mais. Orkut e msn ligados o tempo todo e eu já nem sentia sono :B Aí, de repente em uma atualização de página no orkut, vejo um novo recado, que se transformou em três novos recados e um pedido de adição no msn, estranho demais pro meu gosto. Mas tudo bem, conversei com o indivíduo que por questão me perguntou onde estava a velha jé, bem, sem querer querendo eu mostrei pra ele e ele acabou me envolvendo com belas palavras, uma declaração e um jeito fofo demais.
Que era aquilo no meu dia? Hum? Já era noite e eu parecia estar definitivamente sonhando, porque eu não me sentia pertence desse mundo haha.
Em questão de horas eu me sentia completamente encantada porque aquele garoto que só me chamava atenção por dois motivos: as coisas que aprontava e o jeito todo sincero de me contá-las! Em questão de muitas horas eu sentia que meu coração estava sendo aberto, e bem eu não pude evitar, eu juro a vocês, que eu tentei evitar, mas ele foi entrando e tá ali na porta, esperando eu convidá-lo, se bem que eu acho que eu já fiz isso, até porque nesta noite, até o sono por conta disso eu perdi, mas, foi a melhor noite de sono da minha vida (:
Aí né, Deus e todos os anjos pareciam estar tentando me infartar, e em um lance lindo de belas e curtas palavras disponíveis em um álbum eu quase morri pela segunda vez; e como se isso ainda não fosse o suficiente, eu quase morri pela terceira vez mais tarde, quando uma garota metida se achou no direito de me descrever ._. ok, o pior? Ela conseguiu. Arran, aquilo que nem quem está comigo há 15 anos conseguiu fazer até hoje, ela fez em onze minutos, e pior que ela acertou cada detalhe, parecia sinceramente que estava descrevendo um ícone de histórias infantis, com tanta precisão, segurança e sutileza que arrancou até algumas boas e doces lágrimas. É, ela está me devendo algumas com isso, mas tudo bem, o importante foi que eu quase infartei de encanto *-*
Eu sei o que você leitor está pensando, são raras às vezes que eu falo de mim e quando falo, falo normalmente tudo subentendido, mas me desculpe quem não gostar, mas eu precisava mesmo registrar isso, porque eu nunca tive um dia tão belo, tão gratificante, tão mágico e tão impresível como ontem, tanto que até agora não sei se caiu de fato minha ficha.
Enfim, ao Ricardo Oldoni e à Cristina Keiko, muitérrimo obrigada, eu amo muito vocês dois ;} Cada um de um jeito, mas amo muito os dois *-* E mais do que isso eu admiro demais cada um.
E Ricardo, obrigada por conseguir reconquistar meu respeito ;*
Aos demais que estiveram na correria desse dia, com alguma demonstração de amor, carinho, por mim, obrigadérrima também *-* E ah, vale a pena lembrar aos leitores, que nem meu aniversário era, então definitivamente foi impresível, assustador e muuuuito bom *-*
20 de julho estou com medo de você, porque eu acho que ainda não caiu minha ficha.
20 de julho deve e será descrito.
Começou às 00:00, quando sozinha em casa eu assistia a um filme que me levou a assistir a um programa que me fez ir deitar tranquila por volta das 04:00. Continuou quando acordei, por volta de 11:40 onde cinco minutos depois me encontrei embaixo de um chuveiro tentando acordar afinal, eu não poderia me render completamente aos encantos da minha cama, precisava ir à um almoço de uns amigos dos meus pais e mais do que isso, precisa voltar logo pra casa já que eu tinha um texto para editar.
Pois bem, colocando os brincos, os anéis e amarrando o tênis saí me quebrando pela porta de casa entrando rapidamente no carro porque lá dentro já tinha um casal impaciente e uma pirralha por quem eu estava doida de saudade *-* Abracei aquele corpinho pequeno, que parecia tão frágil e que em pouco tempo estava com a cabeça no meu colo, contando sobre um final de semana agitado e tudo mais *-* Confesso que estava meio distante no começo, sinceramente eu ainda estava morta de sono e não via a hora de voltar pra fazer o que tinha que fazer e ir durmir! Haha.
Mas, de repente despertei, talvez com o abraço apertado da 'vó' e com um cheiro delicioso de uma comida caseira, feita pelas 'tias', sim eu estava morta de fome, nem aquela tradicional caneca de café tinha dado tempo de tomar :~ Bem, almoçamos e um tempo depois estava em frente a televisão assistindo tv, quando ouvi que meus pais iriam tirar uma soneca e pedi que antes mamãe me trouxesse para casa. Sentindo cada km rodado pelo carro e anciosa para chegar logo em casa, quando cheguei me dirigi a meu quarto onde quase fui sequestrada pela minha cama; mesmo, se não fosse minha consciência acho que eu nem estaria aqui haha ;}
Bem, eu tinha que escrever, editar, reescrever, cortar, o texto do grupo teatral, não tinha escapatória era minha responsabilidade, sentei aqui abri o documento e como diria a dé, quase bati a cabeça no teclado de sono, quando aos poucos veio vindo algumas idéias, algumas coisas que eu fui encaixando aqui e ali, isso tudo conversando com o cara que a pouco havia se mostrado o mais cruel de todos os caras; é devo admitir que ele ajudou um pouco sim.
Mas ok, em pouco tempo eu estava com tudo pronto, passando pra quem eu achava que devia, com altos comentários e tudo mais. Orkut e msn ligados o tempo todo e eu já nem sentia sono :B Aí, de repente em uma atualização de página no orkut, vejo um novo recado, que se transformou em três novos recados e um pedido de adição no msn, estranho demais pro meu gosto. Mas tudo bem, conversei com o indivíduo que por questão me perguntou onde estava a velha jé, bem, sem querer querendo eu mostrei pra ele e ele acabou me envolvendo com belas palavras, uma declaração e um jeito fofo demais.
Que era aquilo no meu dia? Hum? Já era noite e eu parecia estar definitivamente sonhando, porque eu não me sentia pertence desse mundo haha.
Em questão de horas eu me sentia completamente encantada porque aquele garoto que só me chamava atenção por dois motivos: as coisas que aprontava e o jeito todo sincero de me contá-las! Em questão de muitas horas eu sentia que meu coração estava sendo aberto, e bem eu não pude evitar, eu juro a vocês, que eu tentei evitar, mas ele foi entrando e tá ali na porta, esperando eu convidá-lo, se bem que eu acho que eu já fiz isso, até porque nesta noite, até o sono por conta disso eu perdi, mas, foi a melhor noite de sono da minha vida (:
Aí né, Deus e todos os anjos pareciam estar tentando me infartar, e em um lance lindo de belas e curtas palavras disponíveis em um álbum eu quase morri pela segunda vez; e como se isso ainda não fosse o suficiente, eu quase morri pela terceira vez mais tarde, quando uma garota metida se achou no direito de me descrever ._. ok, o pior? Ela conseguiu. Arran, aquilo que nem quem está comigo há 15 anos conseguiu fazer até hoje, ela fez em onze minutos, e pior que ela acertou cada detalhe, parecia sinceramente que estava descrevendo um ícone de histórias infantis, com tanta precisão, segurança e sutileza que arrancou até algumas boas e doces lágrimas. É, ela está me devendo algumas com isso, mas tudo bem, o importante foi que eu quase infartei de encanto *-*
Eu sei o que você leitor está pensando, são raras às vezes que eu falo de mim e quando falo, falo normalmente tudo subentendido, mas me desculpe quem não gostar, mas eu precisava mesmo registrar isso, porque eu nunca tive um dia tão belo, tão gratificante, tão mágico e tão impresível como ontem, tanto que até agora não sei se caiu de fato minha ficha.
Enfim, ao Ricardo Oldoni e à Cristina Keiko, muitérrimo obrigada, eu amo muito vocês dois ;} Cada um de um jeito, mas amo muito os dois *-* E mais do que isso eu admiro demais cada um.
E Ricardo, obrigada por conseguir reconquistar meu respeito ;*
Aos demais que estiveram na correria desse dia, com alguma demonstração de amor, carinho, por mim, obrigadérrima também *-* E ah, vale a pena lembrar aos leitores, que nem meu aniversário era, então definitivamente foi impresível, assustador e muuuuito bom *-*
domingo, 20 de julho de 2008
sábado, 19 de julho de 2008
Para as minhas meias.
Como vocês conseguem? Hum? Vocês são tão singelas *-*
Há pessoas que não gostam de coisas repetidas, eu particularmente detesto, a não ser que o assunto sejam vocês, minha caras amigas meias.
Porque além de serem mágicas, sempre vem em par *-* E é por isso que eu detesto perdê-las, ou furá-las por conta destes tênis de 'molinhas legais' que não se importam com a existência de vocês! Eu sei que isto é revoltante, mas calma, tudo que vai volta e um dia eles pagarão pelos maus tratos que tem com vocês! E eu sei que poderia optar por andar só com vocês, mas minha me briga se eu fizer isso :~
Tenho medo que se cansem de mim sabia? Sei lá, às vezes eu penso, que se eu tivesse no lugar de vocês, já teria me cansado; pensa só! Ter que ficar aquecendo os pés das pessoas que por sorte ou por azar, não é bem a parte mais bonita do corpo de uma pessoa. Pior, vocês ainda tem que fazer isso com mais intensidade durante as noites de inverno, principalmente na região sul do Brasil, onde eu moro, acho que é por isso que eu gosto tanto de vocês, são tão esforçadas!
Ok, eu admito, sou viciada em um par de meias; mas não se preocupem meninas, eu sempre cuidarei muito bem de vocês :} Desde que vocês pensem com carinho na minha proposta de parar com essa mania de se esconder embaixo da cama, no meio das outras roupas, ou coisas assim, sério, a minha mãe me briga quando isso acontece, e ela diz que eu sou irresponsável porque nem das minhas meias eu cuido, mas é tudo mentira, eu cuido de todas vocês né? ;D Só que também, entendamos a minha mãe, ela não pode saber que a gente brinca de pic-esconde quase sempre, na verdade, ninguém pode saber disso, se não vão brigar comigo, dizer que isso é coisa de criança, mas só porque eu tenho 17 anos não significa que eu não possa brincar com vocês certo?
Mas meias, mudando de assunto, quero fazer um pedido muito grandão, nunca me abandonem tá bom? Porque se algum dia resolverem industrializar vocês a ponto de gerar uma extinção eu juro que eu detono o mundo, porque vocês são importantes demais para a humanidade, mesmo que muita gente não valorize ;D
Enfim, obrigada minhas meias por sempre estarem comigo por onde eu vou :} E por serem tão singelas, simpáticas e carinhosas sempre!
Sua amiga para sempre, Dassi.
Há pessoas que não gostam de coisas repetidas, eu particularmente detesto, a não ser que o assunto sejam vocês, minha caras amigas meias.
Porque além de serem mágicas, sempre vem em par *-* E é por isso que eu detesto perdê-las, ou furá-las por conta destes tênis de 'molinhas legais' que não se importam com a existência de vocês! Eu sei que isto é revoltante, mas calma, tudo que vai volta e um dia eles pagarão pelos maus tratos que tem com vocês! E eu sei que poderia optar por andar só com vocês, mas minha me briga se eu fizer isso :~
Tenho medo que se cansem de mim sabia? Sei lá, às vezes eu penso, que se eu tivesse no lugar de vocês, já teria me cansado; pensa só! Ter que ficar aquecendo os pés das pessoas que por sorte ou por azar, não é bem a parte mais bonita do corpo de uma pessoa. Pior, vocês ainda tem que fazer isso com mais intensidade durante as noites de inverno, principalmente na região sul do Brasil, onde eu moro, acho que é por isso que eu gosto tanto de vocês, são tão esforçadas!
Ok, eu admito, sou viciada em um par de meias; mas não se preocupem meninas, eu sempre cuidarei muito bem de vocês :} Desde que vocês pensem com carinho na minha proposta de parar com essa mania de se esconder embaixo da cama, no meio das outras roupas, ou coisas assim, sério, a minha mãe me briga quando isso acontece, e ela diz que eu sou irresponsável porque nem das minhas meias eu cuido, mas é tudo mentira, eu cuido de todas vocês né? ;D Só que também, entendamos a minha mãe, ela não pode saber que a gente brinca de pic-esconde quase sempre, na verdade, ninguém pode saber disso, se não vão brigar comigo, dizer que isso é coisa de criança, mas só porque eu tenho 17 anos não significa que eu não possa brincar com vocês certo?
Mas meias, mudando de assunto, quero fazer um pedido muito grandão, nunca me abandonem tá bom? Porque se algum dia resolverem industrializar vocês a ponto de gerar uma extinção eu juro que eu detono o mundo, porque vocês são importantes demais para a humanidade, mesmo que muita gente não valorize ;D
Enfim, obrigada minhas meias por sempre estarem comigo por onde eu vou :} E por serem tão singelas, simpáticas e carinhosas sempre!
Sua amiga para sempre, Dassi.
Depósito de confusões haha ;}
Eu sei que encantar alguém não é fácil; e sei que mais difícil ainda é se sentir encantada por alguém, mas por favor meu bem, preste bem atenção no que eu vou lhe dizer hoje, porque eu espero que isto faça-lhe entender algumas coisas que parecem desnecessárias mas são importantes.
Você é uma adolescente em confusão, tem seus quinze anos e é feliz com eles, tem amigos que todos os dias no modo que olham para você comprovam o quanto te amam, mas eu sei que por mais belo e gratificante que isso seja, não é suficiente, porque você precisa primeiro decidir uma parte muito importante da sua vida, para então aproveitá-la em paz.
As pessoas se apaixonam uma pelas outras por impulso, isso, é fato e você sabe, mas elas não continuam apaixonadas pelo mesmo motivo. É preciso cultivar o que foi feito por impulso para que continue vivo e se 'ele' soube fazer isso um dia, então continue a ler.
Garotos não são cegos, assim como nós garotas também não somos. Aqueles que dizem que você é a garota mais linda do mundo, são mentirosos profissionais; mas se eles dizem isso só pra você, são mentirosos perdoáveis :} Assim é com você e talvez você nem perceba.
Imagine-se namorando com o Fábio Assunção, ele é lindo, querido, gente boa, uma graça, te trata com todo o amor do mundo, aí ele te convida pra ir ao cinema assistir 'Tróia', você vai querer me dizer que você não vai ficar fascinada com o popô do Brad Pitt? Olha, se você me disser isso, eu juro que eu não confio mais me você hein haha. Brincadeira, mas você entendeu o sentido? É claro que sempre outros garotos vão te chamar atenção, uns vão fazer você delirar em pensamentos por eles; mas por qual vale a pena perder uma noite sono? Pelo o que te conhece e te ama, ou pelo só te quer? E eu posso te contar uma coisa ruim por demais? Isso nunca vai párar, porque a gente vive atrás do garoto perfeito, bem então chega um, aí a gente automaticamente acha defeitos nele e às vezes descartamos ele, algum tempo depois acontece o mesmo mais uma vez, e aí você sente falta do último que esteve contigo.
Por isso é que eu insisto que o necessário mesmo para existirem grandes romances, é disposição. Quando ele, seja quem ele for, se dispor a conhecê-la, a aceitá-la, a respeitá-la, a cuidá-la, e quando você fizer o mesmo pela pessoa que de dispuser a fazer isso por você, tudo ficará bem, mesmo que vocês venham a brigar por pouca coisa algum dia; o nome disse de fato é cumplicidade, é muito mais do que lealdade, muito mais do que paixão, muito mais do que desejo, é comprovar com coerência e compreensão o quanto ama-se o outro, o quanto o outro é importante, o quanto o outro é essencial.
E sinceramente, só tem um tentando te mostrar o quanto você é especial pra ele, o quanto ele precisa de você, o quanto ele quer cuidar de você, o quanto ele ama você, o quanto ele quer você, o quanto ele necessita de você por perto só para que ele não esqueça que é um garoto completamente e abobadamente apaixonado por você.
A paixão não acontece em uma fração de segundos, o que acontece em uma fração de segundos se chama atração; a paixão pode até ser passageira, mas quando ela é cultivada ela se transforma em romance; e quando o romance é disposto, ele se transforma em filme sem a gente perceber.
Então minha pequena criaturinha, eu e todos os seus amigos estaremos com você independente da sua decisão, vamos amá-la da mesma forma, mas é nossa obrigação dar-lhe nossa opinião, e esta é a minha. Eu amo você e não gosto de vê-la triste, confusa, irritada, perdida; e por isso sempre que eu puder eu vou tentar guiá-la, e por experiência própria é que eu te digo tudo isso, tá bom? Agora bota um sorriso no rosto e pensa com carinho em tudo o que foi dito, e se houver alguma dúvida, você sabe me encontrar ;} Um grande abraço, Alien Dassi.
Você é uma adolescente em confusão, tem seus quinze anos e é feliz com eles, tem amigos que todos os dias no modo que olham para você comprovam o quanto te amam, mas eu sei que por mais belo e gratificante que isso seja, não é suficiente, porque você precisa primeiro decidir uma parte muito importante da sua vida, para então aproveitá-la em paz.
As pessoas se apaixonam uma pelas outras por impulso, isso, é fato e você sabe, mas elas não continuam apaixonadas pelo mesmo motivo. É preciso cultivar o que foi feito por impulso para que continue vivo e se 'ele' soube fazer isso um dia, então continue a ler.
Garotos não são cegos, assim como nós garotas também não somos. Aqueles que dizem que você é a garota mais linda do mundo, são mentirosos profissionais; mas se eles dizem isso só pra você, são mentirosos perdoáveis :} Assim é com você e talvez você nem perceba.
Imagine-se namorando com o Fábio Assunção, ele é lindo, querido, gente boa, uma graça, te trata com todo o amor do mundo, aí ele te convida pra ir ao cinema assistir 'Tróia', você vai querer me dizer que você não vai ficar fascinada com o popô do Brad Pitt? Olha, se você me disser isso, eu juro que eu não confio mais me você hein haha. Brincadeira, mas você entendeu o sentido? É claro que sempre outros garotos vão te chamar atenção, uns vão fazer você delirar em pensamentos por eles; mas por qual vale a pena perder uma noite sono? Pelo o que te conhece e te ama, ou pelo só te quer? E eu posso te contar uma coisa ruim por demais? Isso nunca vai párar, porque a gente vive atrás do garoto perfeito, bem então chega um, aí a gente automaticamente acha defeitos nele e às vezes descartamos ele, algum tempo depois acontece o mesmo mais uma vez, e aí você sente falta do último que esteve contigo.
Por isso é que eu insisto que o necessário mesmo para existirem grandes romances, é disposição. Quando ele, seja quem ele for, se dispor a conhecê-la, a aceitá-la, a respeitá-la, a cuidá-la, e quando você fizer o mesmo pela pessoa que de dispuser a fazer isso por você, tudo ficará bem, mesmo que vocês venham a brigar por pouca coisa algum dia; o nome disse de fato é cumplicidade, é muito mais do que lealdade, muito mais do que paixão, muito mais do que desejo, é comprovar com coerência e compreensão o quanto ama-se o outro, o quanto o outro é importante, o quanto o outro é essencial.
E sinceramente, só tem um tentando te mostrar o quanto você é especial pra ele, o quanto ele precisa de você, o quanto ele quer cuidar de você, o quanto ele ama você, o quanto ele quer você, o quanto ele necessita de você por perto só para que ele não esqueça que é um garoto completamente e abobadamente apaixonado por você.
A paixão não acontece em uma fração de segundos, o que acontece em uma fração de segundos se chama atração; a paixão pode até ser passageira, mas quando ela é cultivada ela se transforma em romance; e quando o romance é disposto, ele se transforma em filme sem a gente perceber.
Então minha pequena criaturinha, eu e todos os seus amigos estaremos com você independente da sua decisão, vamos amá-la da mesma forma, mas é nossa obrigação dar-lhe nossa opinião, e esta é a minha. Eu amo você e não gosto de vê-la triste, confusa, irritada, perdida; e por isso sempre que eu puder eu vou tentar guiá-la, e por experiência própria é que eu te digo tudo isso, tá bom? Agora bota um sorriso no rosto e pensa com carinho em tudo o que foi dito, e se houver alguma dúvida, você sabe me encontrar ;} Um grande abraço, Alien Dassi.
sexta-feira, 18 de julho de 2008
Para o meu arquivo.

Você nem sabe, mas você é o ser mais importante existente na minha vida. E desculpa mas eu nunca vou te contar isso, porque eu sei que o seu ego iria lá em cima e para o resto da minha vida eu teria que aturá-la repetindo isso em meus ouvidos. Ok, não seria de todo mal, mas de qualquer forma, não sei se quero passar por isso, já basta tê-la em minha geladeira.
Eu sei que é complicado não nos vermos sempre, sei também que você sente falta de mim e mais do que isso, sei que você não vive sem mim da mesma forma que eu não vivo sem você; e ah, não adianta mais esconder ok? Sei que algumas vezes durante o dia você deseja me ter por perto pra abraçá-la e dizer que você é a loira mais legal do mundo, assim como algumas vezes durante o dia eu desejo tê-la por perto pra me dizer que eu sou a pessoa mais implicante do mundo, mas que mesmo assim você me ama.
Eu já devo ter dito alguma vezes que você é incovinientemente a pessoa mais doce do mundo, mas como não lembro ao certo a ocasião em que te disse, não irei repetir afinal, caso eu ainda não tenha dito, você ficaria alegre demais e certamente me pediria para fazer o melhor brigadeiro de microondas do mundo, que mesmo quando fica ruim, você come, sorri e diz que está perfeito.
O seu jeito de sorrir é mágico, porém não pode ser comparado a sua gargalhada que é o fundo perfeito para qualquer piada sem graça que eu venha a inventar por msn, mensagem de celular, ou pessoalmente mesmo, mas isso eu também nunca direi a você porque seria cruel aos meus braços tê-la chacoalhando-os perguntando incansávelmente se eu lembro de quando eu disse isso.
Aquela sua mania insuportávelmente engraçada e criativa de cantar canções internacionais " a l'a giuly " realmente, irritam os meus olhos às vezes, porque eles não conseguem entrar em sincronia com o instânteo movimento que o resto do meu corpo faz em meio de uma deliciosa risada que faz doer a barriga; só que esta é só outra coisa que você nunca saberá.
Eu sei o quanto está feliz aí, nessa nova cidade com o seu futuro marido, e sabe, eu sou feliz por isso, porque quando você está feliz e eu posso ver isso eu consigo me sentir feliz também, mesmo que por muitas vezes eu não tenha agido assim.
Você é o meu exemplo, é definitivamente, quem eu quero ser quando eu crescer, porque és como uma segunda mãe, és como a irmã mais velha, a melhor amiga que pareço ter conhecido desde que me conheço por gente, quando na verdade, são só alguns belos, longos e agitados anos. Você Giuly Portela, é quem eu nunca vou saber deixar de lado, é pra quem eu não consigo dizer não, é quem eu quero orgulhar, é quem eu quero ter por perto pra puxar a orelha e me ensinar o que dizer quando eu ver alguém cometendo o mesmo erro que eu.
Muitas pessoas, dizem por aí, obviamente da boca pra fora, umas pras outras o seguinte: Não sou metade do que pareço ser sem você. Pois bem, esqueça que há pessoas que dizem isso da boca pra fora e leve isso absolutamente em consideração porque é o que eu digo pra você: Não sou metade do que pareço ser, sem você. E sabe por quê? Porque grande parte dessa pirralha de 17 anos, dessa garota insuportável, dessa filósofa sem grandes ídolos, dessa junção de argumentos ambulantes baseados em observações, precisa de você pra saber pra onde ir, como ir, por que ir. Porque essa menininha que sempre será o seu pequeno grande problema, esquece às vezes que tem pernas e nessas mesmas vezes ela precisa de um colo incomum, um colo que é pequeno demais para o colo demais e grande demais para qualquer outra pessoa que se disponha, um colo que só cabe quando é o seu, e nem precisa ser fisicamente, nem precisa ser composto de palavras bonitas, nem precisa ser otimista, precisa apenas ser divertido, exatamente como você.
Eu amo você Giuly Portela, definitivamente demais. Desde sempre não é? E eu só tenho a te agradecer por nunca ter recuado, nunca ter me deixado, nunca ter falhado.
" - Eu só faço o que não esperam que eu faço.
- Por isso você descepciona desde o começo pra que se garantir depois?
- Exatamente.
- Então você falhou.
- Como?
- Porque você nunca me descepcionou. "
E isto explica grande parte do que eu queria dizer, grande parte do inteiro que sinto por você metade. Um grande abraço de urso, daqueles que eu sei que eu vou receber sempre, a sua menininha, a sua jé :} E eu fiz isso justo hoje, porque eu sei que você adora uma surpresa sem datas especiais, afinal, eu conheço você ;)
Assinar:
Comentários (Atom)
