terça-feira, 15 de julho de 2008

Para meu travesseiro.

Para começo desta humilde carta, gostaria de pedir-lhe desculpas. Você está comigo todas as noites, tristes, alegres, agitadas, tranquilas, e eu nunca dou valor para isso. Então peço-lhe desculpas.
Sabe, você é um grande companheiro, acho que o melhor e mais presente de todos! Você nunca me abandona e isso vem me chamando atenção.
Tenho observado que você é sempre o primeiro em quase tudo. Sério, eu posso estar triste que logo você me faz um cafuné, eu posso chorar que você é quem seca minhas lágrimas, posso estar brava que você serve como saco de pancadas, posso estar feliz que você comemora comigo permetindo que eu te lance para o alto diversas vezes, não importa o meu estado de espiríto, você sempre está comigo, nunca reclama, nunca cobra nada por isso, nunca me deixa, até em viagens você me acompanha confortando meu corpo em você no banco de trás do carro.
Eu sei que eu preciso aprender a dar mais valor para isso, mas eu prometo que de hoje em diante será diferente, tentarei não descontar em você com socos e cabeçadas a minha agonia quando a insônia aparece sem ser convidade, e prometo que não vou jogá-lo tão alto a ponto de você encostar no teto quando eu estiver demasiadamente feliz. E também prometo que eu não vou mais te jogar no chão em noites agitas... ... Ok, isso eu não posso prometer, mas eu prometo que eu vou tentar, e já é um começo né?
Bem, acho que eu já disse o que eu realmente precisava, espero que me entenda e que nunca me deixe, porque não há colo melhor do que o seu. Obrigada por tudo e desculpar qualquer coisa.
Um grande abraço, Dassi.

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